terça-feira, 10 de setembro de 2013
Ando numa de "tanto se me dá" que até dói!
sábado, 9 de março de 2013
Memórias…
É bom saber que o cérebro, nos momentos necessários, não nos falha.
O desfile de memórias que ontem se pavonearam pela minha cabeça, fizeram-me pegar nos velhos álbuns de fotos e, uma após uma, as amareladas folhas foram mostrando estórias e personagens, já tão cobertas de pó, que quase não lhes distinguia rostos.
Quero voltar ali….
sábado, 27 de outubro de 2012
7h3 71m3 1s n0w...
Enquanto vocês ficam por aí a degladiar-se com (...), prefiro (de longe!), carpir as minhas dúvidas existenciais.
Estou em crer que aquela strange-little-thing-called-love, quando não é atendida à porta, arranja forma de entrar pela janela.
Tenho estado a viver dias estranhos. Nem sei por onde começar, de facto... Às vezes acordo e sinto-me a cair numa queda sem fim à vista. Tanto tempo depois, sinto que ainda estou na mesma situação.
E com a mesma disposição...
É estranho, tentar organizar a mente, recompartimentar as dúvidas e chegar à conclusão de que temos um tornado anexado à nossa vida, que nas nossas costas desorganiza tudo de novo. E é aí que começam as dúvidas... "O que estou a fazer é a coisa certa a fazer?"
Nunca antes na vida como agora, a frase chave entre colegas fez tanto sentido, "temos de rir para não chorar".
Não tenho feito outra coisa, dia e noite, mês após mês.
"you are very good at concealing things..."
(...)
E dias de decisão irão chegar. E será tempo de abrir apenas uma porta. Abri-la, ultrapassá-la, fechá-la nas minhas costas e deitar fora a chave.Uma decisão assim, sem apelo ou agravo, sem retorno e sem perdão.
Mas terá de ser feito.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Vou tentar cumprir...

Eu já tinha saudades disto!
tira isso
kotta diz:
claro
rosa diz:
agora até os gajos se depenam todos
Raquel says
agora cresce td
até nos sitios mais inimagináveis...
rosa diz:
na língua????
kotta diz:
vou ficar de cabelo mais branco ke preto
Raquel says
rosa, eu conheço mtas linguas q ficam com pelos
n ker dizer q cresçam lá...
rosa diz:
ahahahahhahaha
Raquel says
LOL
cala-te boca!
rosa diz:
pior é quando ficam na garganta
kotta diz:
kem ta a tossir ?
Raquel says
lol
rosa diz:
alguém com catarro
domingo, 22 de julho de 2012
Palavras que ferem...
Mas apanhei este excerto, que deliciosamente roubei à Misshiva:
Sei agora, depois dos factos consumados, que a sua profecia estava certa - cento e vinte por cento certa."
Haruki Murakami, Sputnik meu amor
sábado, 23 de junho de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
Norwegian Wood
“And when I awoke, I was alone, this bird had flown
So I lit a fire, isn't it good, norwegian wood”
Poderia mais uma vez dizer que gostei, que devorei. Mas não chega…
Não importa muito a sequência pela qual Murakami os escreveu. Importa que em cada um me surpreende.
Este, no entanto, destacou-se de todos os outros que li. Não me deu o absurdo surreal do nosso quotidiano. Em vez disso deu-me acesso a memórias pessoais esquecidas algures dentro de mim. A perda. As perdas. A partida de alguém que não quer mais ficar.
Parei a leitura um-sem número de vezes, para recompor a timeline que fazia a ponte leitura-memória.
As recordações atropelavam-se, fiquei várias vezes presa a memórias adjacentes a cada partida, a cada perda.
Há muito tempo que não lia um livro que me fizesse rir, sorrir, excitar, chorar, pensar…
E ademais, gosto da forma como o autor consegue (sempre) mesclar as suas histórias com excelentes ”bandas sonoras” e mais ainda, o modo como sempre arranja forma de pelo menos um gato se enroscar “em quem” lê.
Um selo novo! Um selo novo!
Obrigada querida. Prometo visitar-te mais vezes.
Contra todas as expectativas...
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
“Eu gosto dos meus amigos!”
Há daquelas amizades, que embora não sejam físicas, batem qualquer obstáculo que se lhes interponha.
Coloco neste patamar, as que incluem gestos inusitados, daqueles inesperados e apreciados, como quem nos conhece desde sempre.
Mais do que atenção e perspicácia, isso denota uma verdadeira preocupação no verdadeiro “tu” – a pessoa com quem te preocupas.
Gera sentimentos genuínos. O outro mostra que realmente nos conhece em profundidade, sem falsidade, sem hipocrisias. Apenas a versão mais pura, do saber ouvir, saber escutar. Apurar todos os sentidos. Sabe bem.
É tão diferente, receber uma caixa forrada a cetim com laço de organza, cheia de falsidade e uma caixa de sapatos recheada de amor ou um singelo envelope com humor.
“Eu gosto dos meus amigos!”
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Que segunda-feira gostosa!
Além de ter feito 6 testes (ainda me falta finalizar dois deles, porque estou à espera de algo que alguém me vai enviar para o mail), ainda dei uma mãozinha no quintal (andamos em arrumações mesmo!), descobri umas quantas formas de bolo (ainda novas...) que agora tenho de desenrascar umas receitinhas fixes para as estrear (ora que chatice...).
Converti um vídeo dos meus pequerruxos e publiquei-o, ainda tive tempo de retirar blogs já-não-desejados da minha lista de leitura (já era tempo...), ainda pesquisei umas cenas chatas para um amigo, o que incluiu uns quantos printscreens e mails.
Os "meus" 5 gatos pensam todos que eu moro na cozinha, ou que existo apenas para abrir latas e packets de comida... De quando em vez chegam aqui à porta da sala, sentam-se e ficam a olhar para mim com a cabeça de lado. Acho que se usassem relógio de pulso, apontariam para ele...
O Gajo ainda consegue ser menos discreto: senta-se no sofá ao meu lado e vai mordiscando... o que apanha a jeito.
E não tarda nada, vou dar um pulinho à cozinha, fazer a torta de laranja, as almondegas de fricassé e preparar o saco dos morfes para amanhã.
E mais logo... casaco!!! Que passa hoje na TV? :P
(Já agora, o vídeo dos meus pequerruchos...)
domingo, 11 de setembro de 2011
Eu tenho de facto uma estranha sina…
…e colegas de trabalho a condizer.
Na passada sexta-feira, estava eu de formação no Barreiro, e no período da tarde, alguém que faltara no período da manhã, chegou.
Chegou e empestou…
Confesso que não sou boa a lidar com este tipo de situação. A falta de higiene pessoal é algo que me tira do sério, mas antes de tudo o resto, tira-me do local!
“Felizmente” até estava calor e o nosso ar condicionado resolveu armar-se em cabrão, pelo que da forma mais rápida possível, arranjei duas ventoinhas potentes e abri ambas as portas da sala de formação (infelizmente as janelas não abrem…).
Mas pronto. Os formandos sofriam, enquanto faziam o que têm a fazer (tarefa demorada, por acaso – sem ironias agora) e logo por “azar” a formadora teve alguns assuntos para tratar fora da sala.
Num desses assuntos fui à rua fumar um cigarrito, onde encontrei o colega T. Comentado o assunto com ele, e de eu ter vindo cá fora arejar os pulmões, ele tem uma tirada que me deixou sem ar de tanto rir:
- Não percebo o teu problema com esse cheiro de chulé na sala… Em matéria de cheiros tu tens mestrado… (ver aqui e aqui).
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Eu não penso na vida: é ela quem pensa em mim!
Tenho muito que fazer, mas quanto mais tenho para fazer, menos me apetece. Sorte, sorte, é que raramente ligo o cabo da Internet ao portátil, preferindo sentar-me no sofá da sala, o mais confortável possível, e deixar a minha imaginação correr, para criar ligações de UFCD’s alheias à minha UFCD.
Este intervalo que estou a fazer (leia-se: Este post será guardado numa pasta local como rascunho, para ser publicado sabe-se lá quando… Quando decidir ligar aqui o maldito cabo!) prende-se com o exercício que hoje distribuí, que me deixou a pensar na vida.
O exercício em questão (alheio à minha unidade…), chama-se qualquer coisa do tipo Estrada da Vida. Na respectiva UFCD era proposto aos participantes que desenhassem numa folha de papel uma estrada que representasse o seu percurso de vida, tendo como únicas “regras” as seguintes directrizes (bolas! esta coisa já traz o (des)acordo ortográfico!!):
- Estrada desenhada a direito – Algo de positivo
- Estrada com curvas – dificuldades (quanto maior a dificuldade, mais apertada a curva)
- Estrada com buracos/pedras – problemas graves (Mais buracos/pedras, mais grave o problema)
- Rotunda – quando se tem de tomar decisões importantes
- Estrada sem saída – quando se repensa uma decisão tomada
Para exemplificar o tipo de movimentos que poderiam fazer aplicando esta “estrada” ao PowerPoint, criei uma apresentação com a MINHA estrada da vida.
Construí-a sem dificuldade, foi até um exercício mental e introspectivo interessante. Faço questão de vos mostrar algumas partes…
Depois de visionarem o meu exemplo, começaram a desenhar as respectivas estradas, personalizadas porque ninguém tem uma vida igual à de ninguém, e sempre que me chamavam para verificar algo ou para dar a minha opinião, senti-me… atónita com a quantidade de curvas e contra-curvas e becos sem saída desenhados, de tal forma que a ginástica teve de ser imensa para conseguir desenhar toda a estrada em alguns dos casos.
No final do dia, sinto-me privilegiada por fazer parte de algo, que tenta fazer algo, para mudar estas estradas, de curvas para rectas. E a nossa taxa de sucesso está mais alta do que alguma vez se pensou.
As estradas deles ainda não estão concluídas (não no PowerPoint e muito menos na Vida!) e já testei na minha estrada a inclusão de uma música, que lhes pedi, individualmente, há uns dois meses. Pedi que me indicassem qual seria a música das suas vidas (a que lhes recorde um momento importante, algo triste ou momento de felicidade, algo que ouviram pela primeira vez na companhia de alguém ou em determinada situação, uma música que os transportasse algures,…).
Fiz o mesmo, e a banda sonora da minha Estrada da Vida é a faixa À ton étoile, dos Noir Désir (Obrigada Paco, por mos dares a conhecer, por saberes que eu iria curtir o som, por eu mesma ser “uma estrela” e por te dar a importância suficiente para desta forma te incluir na minha Estrada).
E agora um desafio: porque não desenharem a vossa Estrada da Vida?
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Sinais dos tempos?
Outras vezes vou acenando com a cabeça e dizendo que sim, até que algum pequeno pormenor me faz clik pela ligações neurais, acabando por me recordar dos factos, e dar o dito por não dito, porque afinal, enquanto ía dizendo que sim, a resposta era não (melão!!).
Felizmente mais raras, são as situações de que não me lembro, das quais as pessoas não conseguem adiantar muitos pormenores, usando muitos "coisos" para descrever pessoas e situações, situação essa na qual, eu pura e simplesmente cago no assunto, deixando a pessoa a cantar para a atmosfera, enquanto me debruço numa outra qualquer tarefa (fictícia ou não).
Agora giro, mas mesmo giro... é tudo isto no dia em que eu pedi a todos, por tudo!, que ninguém me fizesse perguntas dificeis, tipo: "Que dia é hoje?" - pergunta à qual - a sério... - eu não saberei dar uma resposta efectiva.
domingo, 28 de agosto de 2011
Pim-Pam-Pum
Outras vezes tenho consciência de que existem verdades que não devem ser ditas, nunca.
Não que se escondam atrás de mentiras, nada disso. Apenas mantê-las nas brumas da ignorância.
"O que os olhos não vêem, o coração não sente", é mais ou menos este o caminho.
Parece-me óbvio que não apareci agora no meu blog simplesmente para vir vomitar uma qualquer verdade.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Que porra!, não tenho sono
Neste momento não há assim nada de específico para dizer, mas por qualquer motivo assim mais para o estranho, apetece-me desesperadamente escrever. Quanto mais não seja, escrever por escrever. Escrever à toa nem sempre é o ideal, acabo por escrever (dizer) aquilo que não quero e isso arrasta atrás de si uma panóplia de consequências nem sempre agradável.
Os dias têm sido cansativos, longos e não sei se já referi, mas têm sido cansativos.
Durante este mês, tenho estado a dar formação naquele local onde o sol brilha sempre. Ainda não temos acesso à internet, pelo que a formação tem decorrido de forma “ordeira”.
Formação? Ordeira? Mas estou aqui a enganar quem?
Tem sido o caos!
Acho que só ainda não enlouqueci porque a estagiária vai dando uma mãozinha (por acaso acaba mesmo por dar as duas e não dá mais porque não tenho tempo de me coçar, quanto mais delegar…).
Os meus formandos são impecáveis, nada de reclamações a fazer. No entanto…, ainda não entendi se trocaram todos os respectivos dias de formação (distraídos…) ou se tiveram pressa em rever-me/conhecer-me.
Sim, alguns são formandos de outros carnavais, e as nossas relações continuam cordiais e bem dispostas como o eram há dois anos atrás.
De vez em quando alguém me atira um comentário, acerca da forma como os formandos me estimam e como se recordam facilmente do meu nome. A verdade é que isto acontece desde que deixei de trabalhar com gente. Gente que aos olhos das minhas chefias, deveriam ser tratados como números. Detesto números, logo: detesto gente.
Agora é diferente. Estou rodeada de Pessoas. Ok, de vez em quando lá aparece uma ou outra gentinha… Mas já não tenho de lidar com isso da mesma forma. É diferente. E ainda bem.
Ando cansada, sim. Mas chego a casa com a sensação de dever cumprido. Venho o caminho todo a pensar, que aquilo que programei, não é o ideal para a Pessoa A, que a Pessoa B necessita de um acompanhamento diferente, que a Pessoa C necessita de exercícios extra porque é rápida na resolução dos execícios que distribuo.
É assim que se trabalham Pessoas. Indo ao encontro das suas reais necessidades/capacidades.
Dantes… Ui, dantes.
Dantes todas as ovelhinhas no curral (as gentes, os números, as estatísticas!), “comiam” aquilo que lhes dávamos, comiam sem piar, aprendessem ou não, naquele limite temporal e “mainada”! Era “formar” mal e porcamente, para rapidamente dar lugar a novas inocentes e incautas ovelhinhas. Era sempre a andar!
Confesso que nem sempre me senti orgulhosa. Aliás, acho que nunca me senti. Nunca senti um “dever cumprido”, uma necessidade (ou sequer tempo!) de re-adequar conteúdos para auxiliar os meus formandos.
Deito-me pela calada da noite (hora que mais dá que falar…), cansada e já de olhos fechados, não sei como subo a escada e me enfio nos lençois; quando chega o fim-de-semana mal posso acreditar que posso usufruir de mais umas horinhas de sono.
Mas sabem? Vale bem a pena.
E o resto, as novidades, ficam para outro post, porque mesmo com Metallica aqui a bombar, as cortinas da alma já começam a fechar-se.
Sendo assim, boa noite e durmam bem.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Este post deveria ter data de 14 de Agosto
Aos aniversariantes de 14 de Agosto, nomeadamente:
Paco, Amigo, daqueles com "A" grande;
Natalie Anne, com os seus espertos 7 aninhos;
Pérola, gatinha linda que completa hoje um ano, depois de uma grande batalha, já ganha. Parabéns a todos vocês. Xuack

















