terça-feira, 30 de outubro de 2012
domingo, 3 de abril de 2011
Não ralhem comigo…..
Não ralhem, porque afinal de contas, não fiz mais do que dar uns empurrõezinhos à economia local…
| Quando: | Sábado, 02/04/2011 |
| Onde: | Portalegre |
| O quê: | XI Feira Doçaria Conventual |
Prova do crime:
E quando se pensa que todos os pecados estão cometidos…
| Quando: | Domingo, 03/04/2011 |
| Onde: | Quinta do Anjo |
| O quê: | 17º Festival Queijo, Pão e Vinho |
(Desculpem, mas não há foto dos queijos, porque sou incapaz de me aproximar e respirar enquanto fotografo, vinho não trouxe e tirar fotos ao pão… bah!)
:D
Só torno a pensar em comida lá para meados de Maio…
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Querida: o que te apetece almoçar?
Todos os dias o dilema é o mesmo: o que vou fazer para o almoço? O que vou fazer para o jantar?
Esses dias terminaram!
Hoje para o almoço estou a pensar fazer Coxa depilada bronzeada e para o jantar, Mexilhão na minissaia.
(“Passou-se” – pensarão vocês…)
Não, não me passei. São receitas genuínas de um livrinho impecável (OBRIGADA MARIE!!!).
Adorei, a sério.
A minha passagem preferida:
“Ao saber que este livro ia ser feito, alguém comentou com indignação: «Mas a autodiscriminação já chegou aí? Então os gays e as lésbicas não comem o mesmo que os ‘heteros’? Precisam de receitas só para eles?» (…) Entrando no jogo, a mesma pessoa, que é heterossexual, acrescentava: «A não ser no caso de se comerem uns aos outros ao jantar e em cima da mesa, aí já é diferente.»”.
Adorei o livrinho, Marie. E o paninho… ui! É a minha cara, mesmo.
(Dados da coisa:
Título: Receitas de sedução para Gays e Lésbicas
Autor: Bruno Horta
Editora: www.ramiroleao.com)
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Desta vez não fui eu que comecei!
Eu:
*todas as noites falo com o maço de tabaco
rosa:
*pinsei k era mudo
Eu:
*não é
*e é simpático
rosa:
*altos talks
*tou mesmo a imaginar
*tu:
*bo-te xupar
*ele:
*agora não ...sinto-me cunsumidu
Eu:
*acho que mm maluca como sou não diria isso ao rapaz...
*ele era capaz de levar a sério
*LOL
rosa:
*lol
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Mamãe é que sabe...
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
E Deus fez a mulher...
O diabo vendo isso resolveu complicar...
Deus deu a mulher cabelos sedosos e esvoaçantes.
O diabo deu pontas duplas e ressecadas.
Deus deu a mulher seios firmes e bonitos.
O diabo os fez crescer e cair.
O diabo inventou a celulite e as estrias.
E o diabo os cobriu com lipoglicerídios.
O diabo a fez falar demais.
E o diabo inventou a TPM.
O diabo investiu no sapato de salto alto.
E o diabo fez o homem perceber só o lado de fora.
O diabo deu de presente a menopausa aos 50...
Só pode haver uma explicação para tudo isso:
O diabo é G A Y !!!!!
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Provocação(zinha)
Como é natural num grupo grande e heterogéneo, cada qual enaltece o que de bom há na sua região, onde nasceu, onde reside ou onde gosta de estar.
Eu levei meses a ouvir apregoar a delícia que eram as bolas do N*, de Viana do Castelo. Não que eu lá tenha ido recentemente, mas durante o período de repouso, alguém foi (aqui não vou dizer que foi a larose…).
E que pensou ela: “Vou levar uma bola do N à Smoo…”. Hmmm…
Pois minhas senhoras e meus senhores… Não desfazendo das bolas do dito Sr N., as tradicionais bolas de Berlim da minha padaria metem estas a um canto!
Senão vejamos: estas não são tão fofas, apesar de frescas, estão carregadas de canela por fora e o creme não é de babar por mais. E eu nem sou fã de bolas de Berlim (ou do N…). Mas ali ao lado, aqueles copinhos de ovo… Ui! Adiante.
Uns dias depois fui passear a S. Félix. Vistas lindíssimas, desde lá do alto até ver o nosso mar a perder de vista.
Um largo enorme rodeado por uns moinhos de vento a recordar cavacas cobertas de açúcar.
Imagine-se… Até vi um certo portão escancarado!! Eu bem sei quem queria ter entrado ali… Ai sei, sei!
E até tirei foto do moinho mais velhinho…
Ora digam lá, se não andei atarefadinha. Lenta, mas atarefada!
* Obviamente nem lhe vou fazer publicidade…
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Smootha: guionista!
S diz:
*nao há xinoquices q aguentem
Smootha diz:
*mais valia pegar no chinês e usá-lo a ele
S diz:
*lollol
*tens de arranjar outro para fazer companhia e dares-lhe algum descanso
Smootha diz:
*faço colecção, n?
*a seguir compro é as bolas
S diz:
*quais bolas pá ?
*de berlim ??? lol
Smootha diz:
*lol
S diz:
*hoje ja passou trezentas vezes o anuncio do durex
Smootha diz:
*n me vejo a enfiar bolas de berlim pela coisa adentro, se bem que me soa bastante convidativo a que alguém as venha comer...
*aiiii
*n puxes por mim
S diz:
*daquela cena do 0
Smootha diz:
*ahhh, inda n vi
S diz:
*nao puxo ?
*pq nao ?
*deste em pudica foi ?
*acho um bocado artificial
*nao te parece?
Smootha diz:
*opah... se n se tem, e se ajuda... força!
S diz:
*sim
Smootha diz:
*nós n precisamos, né?, mas um dia q precise...
S diz:
*sim
*claro
*voltando ás bolas ............
*perdi-me
*ia dizer-te qq coisa mas perdi-me no durex
Smootha diz:
*lol
*volta atrás e lê
S diz:
*ah
*a ideia de irem la come-las
*devias criar guioes de filmes
*ias longe
Smootha diz:
*lol
S diz:
*sério
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
E vocês? 100% satisfeitas?
sábado, 26 de setembro de 2009
Enquanto estou de costas…
BC diz:
*eu acho q a smoo até um cacto matava
*mas ela tadinha nao faz por mal
*é....mais forte q ela
*eheheehehehe
BD diz:
*lololol
BC diz:
*ela vai-me bater .............tenho cá esse feeling
*mas é a mais pura das verdades
Não perdes pela demora!!!
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Porque nos temem eles?
Tinha prometido um post acerca dos asteriscos verdes. Avisei no mesmo post, que aquelas frases não eram de minha autoria, nem a meu respeito, mas vindas de um excelente post. Logicamente não identificarei a ilustre autora, se bem que o desabafo veio aqui cair com a devida autorização. E veio para aqui porquê? Porque há pouco tempo mencionei o assunto nestes posts aqui e aqui.
O desabafo reza assim:
Terça-feira apareceste numa daquelas surpresas que me deixa arrepiada, não te via à 55 dias, foi muito bom.
Deixamos no ar qualquer coisa alinhavada para hoje, à qual eu meto o rabo entre as pernas e ligo-te às 11 da manhã a desmarcar, invento uma mentira e digo que hoje não pode ser. Tu acedes rapidamente dizendo que tens um serviço que tentaste adiar com o teu boss e que não foi possível. Até aqui tudo bem ...
São cerca das 13.50 e vejo-te, fiquei pior que fodida, tinha deixado bem claro que não te queria ver hoje. Mas avanço e dizes que queres estar 2 minutos comigo e eu digo que não, sinto o teu corpo contra o meu e luto, digo que não podes estar aqui, tens que ir embora, estou mal disposta e com problemas.
Foi aí que penso que entendi a razão da tua visita, quando me dizes "então passamos um bocadinho e ficas bem disposta" (foda-se) mas quem ele pensa que é? Pensará que tenho falta de sexo? (não tenho, antes pelo contrário). Pensa que estarei perdida de amores? (nem em sonhos) O que sinto por ti, meu anjo, é desejo de estar contigo, querer conhecer-te, saber coisas de ti, eu nem sequer sei como te vestes (porque vejo-te sempre de farda), não sei que tipo de música ouves, o que gostas de comer ou o que costumas fazer ao fim de semana, não sei nada de ti.
Quando estás comigo, das duas uma, ou andas com muita falta de sexo ou tens algum desejo sórdido (e que eu não sei se me apetece conhecer).
Voltando atrás, quando te disse que hoje não podia ser, disse-te que estava com o período (é falso) e que estava mal disposta e de mau humor (tudo falso, não me estava a apetecer comer-te, só isso) e quando respondes que tens o tal serviço penso logo: "nice 5 estrelas" queca adiada. Mas mais tarde quando te vejo a primeira ideia que me salta é: "Espera lá ... eu ligo a desmarcar ... ele diz que tudo bem e tal ... depois aparece ... só me passa uma coisa pelos cornos "este filha da puta só apareceu porque sabia (pensava ele) que eu estava com o período, este gajo não me quer comer ... pois não pense que lhe ando a fazer mamadas só porque lhe apetece ... era aqui que ele me ia por "bem disposta" ... nah nah nah, nem pensar, p'o caralho, eu não preciso disto, és mais avantajado sim senhor e que deves ser uma boa foda .. nem sequer ponho isso em questão, mas começo a ter a sensação que se passa algo e eu não preciso disto.
Depois, no final da conversa, ainda te vais embora ofendido, dizendo que tu também não me trazes os teus problemas (como se eu os quisesse).
Amuaste amor? Temos pena, agora é assim, havemos de nos encontrar mais vezes e se me queres, agora vais ter que dar o litro e esforçares-te para me conseguires ter.
Se não tornares à aparecer ... paciência ... podíamos ter passados uns bons bocados juntos.
Parece-me que precisas de crescer, mas nem sequer é da minha responsabilidade, estou aqui para me sentir bem e me divertir, problemas e chatices ... já me chegam as que tenho em casa e às vezes são complicadas.
No fim disto tudo, começo a pensar que eu também poderei não ser estável, mas é assim que sou.
Ao fim e ao cabo quem me quiser ter tem que me vir comer às mãos e não ao contrário, coloquei a fasquia muito alta e mesmo assim acabo por encontrar merda.
Mas estou bem !!!
Posto isto, devem já ter percebido que tudo isto é relativo à “revolução” que tem vindo a atacar mulheres por todo o lado. Deixámos de ser objectos, de nos sentirmos como tal. Passámos a usufruir deles, como eles o faziam connosco e… os homens temem isto.
Mas porquê?
sábado, 15 de agosto de 2009
Ponham-me travão…
Há pessoas capazes de nos surpreender, a qualquer hora, em qualquer lugar e de qualquer forma.
Esta noite, ao ligar o msn, recebo uma mensagem que me foi deixada offline, que singelamente dizia: “só aqui vim para dizer que te adoro”.
Também te adoro, querida! E vê se acabas a porra das férias, porque me fazes falta!
Depois… Bom, depois vem a madrinha (sim, porque só é afilhada quando sou eu a puxar-lhe as orelhas). Pedi-lhe tão somente, que me pusesse travão.
E tem a “lata” de responder:
Smootha: (…) mas vai-me pondo travão, please...
Madrinha: eu ponho, mas sinceramente custa-me fazê-lo, porque vejo-te tão bem e já te vi tão mal, que ao ver-te bem custa-me travar-te
espero que entendas (…)
Entendo, sim. Entendo tudo e entendo mesmo bem. Tem paciência, um dia chego lá, quando não existirem fantasmas, quando as águas não me sufocarem.
É assim que sei que estão sempre aí, desse lado, para me aturar e darem-me o vosso apoio. às vezes nem o mereço, mas vocês insistem…
Perguntaram-me hoje porque durmo pouco. Não sabem, mas durmo menos que pouco. Por vezes forço-me a isso, apenas para não ter sonhos que me acordem de forma abrupta. Mas de quando em vez, o cérebro é mesmo forçado a um shut-down. Já repararam que tenho dias e dias. E isso acontece precisamente nesses dias, quando o cérebro se recusa a cooperar mais, privado de sono.
Sei que faço mal, que me faz mal. Mas após um ano já me habituei a este ritmo, a manter todo o sistema em alerta, a não deixar que algo choque comigo, real ou não.
Os últimos quatro meses e meio têm sido de rápidas mudanças. Algumas não contava que acontecessem mais, mas aí estão.
Eu estou bem, sei e sinto que estou bem. E vocês sabem que não gritarei nunca por ajuda. Sabem identificar os sinais, por isso, ponham-me travão!
Quando?
Simples.
Enquanto a Lua enche…
terça-feira, 14 de julho de 2009
Sexo sem amarras - Complemento
Às vezes queremos apenas e tão-somente isso: sexo sem amarras, nada de compromissos. Chamem-lhes coloridos, chamem-lhes o que quiserem...
Estamos no nosso direito de o querer, se nos apetecer.
É certo que as mulheres nem sempre foram livres de dizer aquilo que pensam, aquilo que querem. E isto deixou-nos com quê? Com séculos de insatisfações, de frustrações.
Felizmente as coisas mudaram. Tomámos um espaço que não tínhamos antes e podemos agora dizê-lo (e fazê-lo) como sempre eles o fizeram.
Se não ficam à vontade com o nosso à-vontade… temos pena!
Sinceramente que sim.
Pela minha parte, sinto-me bem falando de sexo, praticando-o, melhor ainda. E o facto de não querer compromisso não me faz qualquer confusão.
É certo que quem está numa relação coloca esta ideia de lado. A tal da fidelidade… Mas se as coisas forem tidas como experiências e não como compromissos amorosos, acho que até uma relação estável tem a ganhar com isso.
Bem sei que há quem me leia, que acha que ando por aí a “dar o corpinho ao manifesto” por dá cá aquela palha. Nada disso…
Por outro lado, o facto de trabalharmos tanto ou mais que eles, tira-nos tempo para outras coisas, claro que sim. Estabelecemos outras prioridades.
Aponto-vos, por exemplo, um comentário que me deixaram no post referido no início deste texto:
“Namorar dá demasiado trabalho e eu, simplesmente, não tenho tempo. Isso não quer dizer que não me apeteça ter sexo e estou no meu direito.”
E já agora, não sendo apontadas como ninfomaníacas, taradas, oferecidas, dadas e outras coisas do género?
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Quando me ocorre um termo como "pelal", opto por não dar título ao post...
Sexo sem amarras - Sujeito a revisão/alteração
terça-feira, 23 de junho de 2009
19 orgasmos femininos
- Annhh.. Annhhh...Annhhh!...
2 - Serpente:
- Ssss!... Sssss!... Sssssssssssss!!!
3 - Matemática:
- Mais! Mais! Mais! Maaaaaaaiis!!!
4 - Religiosa:
- Ai meu Deus!... Ai meu Deus!... Ai meu Deus!!!
5 - Suicida:
- Ai que eu vou morrer!... Ai! Vou morrer!... Vou morr eee eeer!!!
6 - Homicida:
- Se páras, mato-te!!! Mato-te!... Maaaaaato-te!!!
7 - Degustadora:
- Ai que bom!... Ai que bom!... Que bom!... Que booooom!!!
8 - Gulosa:
- Que delicia!... Que delicia!... Que deliiiicia!!!
9 - Interesseira:
- Dá-me!... Dá-me mais!... Dáááááááá-me!!!
10 - English teacher:
- Oh! Yes!... Oh! Yes!... Oh! My God!... Oh! My Gooood!!!
11 - Zootécnica:
- Vem, meu macho!... Meu garanhão!... Meu maaaacho!!!
12 - Positiva:
- Sim!... Sim!...Sim!... Siiiiiiim!!!
13- Negativa:
- Não! Não! Não! Nãããããããããoooo!!!
14 - Dominadora:
- Faz!... Isso!.. Faz isso! Faz! Iiiiiiissssssooooo!!!
15 - Cozinheira:
- Mexe!... Mexe!... Mexe!... Meeeexe!!!
16 - Sensível:
- Estou a senti-lo!... Estou a senti-lo!. Estou a sentiiiii-lo!!!
17 - Desinformada:
- Ai o que é isto!? Ai o que é isto!? O que é iiiiiisto!!!???
18 - Profeta:
- Aí vem ele!... Aí vem ele!... Aí vem!... Aí veeeemmm!!!
19 - Casada:
- ... Olha, querido, pensando bem, acho que já era tempo de se pintar o tecto do quarto...
sábado, 20 de junho de 2009
Coisas que as mulheres nunca dirão
1) Credo! Estás mesmo com Stress. Deixa-me fazer-te um bico para relaxares...
2) Temos comida demais em casa. Vamos levar só cervejas..
3) Acho que devias passar a noite com os teus amigos... Mereces.
4) Que peido incrível! Peida novamente!
5) Eu sei que no cú é apertado, mas por favor tenta de novo...Tenta!!!
6) Não te preocupes que eu troco o óleo e calibro os pneus.
7) Vem ver querido... a filha dos vizinhos está só de cuecas novamente.
8) Não te preocupes, eu engulo.
9) Porque não esqueces essa história de "Dia dos Namorados", compra mas é uma coisa para ti.
10) Vamos assinar o canal Sexy Hot?
11) Que tal alinharmos numa mènage a trois, tu, eu e aquela minha amiga deliciosa?
12) Já .....? Então dorme que eu oriento-me sozinha...
13) O pessoal do escritório ligou-te da casa de putas. Estão à tua espera.....
14) Hmm... Esse seu hálito a cerveja está-me a dar uma tesão...
15) Não, não...Dorme que eu vou de táxi.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Por que é que as mulheres demoram tanto tempo quando vão à casa de banho?

O grande segredo de todas as mulheres a respeito da casa de banho é que, quando eras pequenina, a tua mamã levava-te à casa de banho, ensinava-te a limpar o tampo da sanita com papel higiénico e depois punha tiras de papel cuidadosamente no perímetro da sanita.
Finalmente instruía-te: "nunca, nunca te sentes numa casa de banho pública!" E depois ensinava-te a "posição", que consiste em balançar-te sobre a sanita numa posição de sentar-se sem que o teu corpo tenha contacto com o tampo.
"A posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, importante e necessária, que nos acompanha para o resto da vida. Mas ainda hoje, nos nossos anos de maioridade, "a posição" é dolorosamente difícil de manter, sobretudo quando a tua bexiga está quase a rebentar.
Quando "TENS" de ir a uma casa de banho pública, encontras uma fila enorme de mulheres que até parece que o Brad Pitt está lá dentro. Por isso, resignas-te a esperar, sorrindo amavelmente para as outras mulheres que também cruzam as pernas e os braços, discretamente, na posição oficial de “tou aqui tou-me a mijar!”.
Finalmente é a tua vez! E chega a típica "mãe com a menina que não aguenta mais” (a minha filhota já não aguenta mais, desculpe, vou passar à frente, que pena!). Então verificas por baixo de cada cubículo para ver se não há pernas. Estão todos ocupados.
Finalmente, abre-se um e lanças-te lá para dentro, quase derrubando a pessoa que ainda está a sair. Entras e vês que a fechadura está estragada (está sempre!); não importa… Penduras a mala no gancho que há na porta… QUAAAAAL? Nunca há gancho! Inspeccionas a zona, o chão está cheio de líquidos indefinidos e fétidos, e não te atreves a pousá-la lá. Por isso, penduras a mala no pescoço enquanto vês como balança debaixo de ti, sem contar que a alça te desarticula o pescoço, porque a mala está cheia de coisinhas que foste metendo lá para dentro, durante 5 meses seguidos, e a maioria das quais não usas, mas que tens no caso de…
Mas, voltando à porta… como não tinha fechadura, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto com a outra baixas as calças num instante e pões-te “na posição”…
AAAAHHHHHH… finalmente, que alívio… mas é aí que as tuas coxas começam a tremer… porque nisto tudo já estás suspensa no ar há dois minutos, com as pernas flexionadas, as cuecas a cortarem-te a circulação das coxas, um braço estendido a fazer força na porta e uma mala de 5 quilos a cortar-te o pescoço!
Gostarias de te sentar, mas não tiveste tempo para limpar a sanita nem a tapaste com papel; interiormente achas que não iria acontecer nada, mas a voz da tua mãe faz eco na tua cabeça *“nunca te sentes numa sanita pública”*, e então ficas na “posição de aguiazinha”, com as pernas a tremer… e por uma falha no cálculo de distâncias, um finííííssimo fio do jacto salpica-te e molha-te até às meias!
Com sorte não molhas os sapatos… é que adoptar “a posição” requer uma grande concentração e perícia.
Para distanciar a tua mente dessa desgraça, procuras o rolo de papel higiénico, maaaaaaaaaaas não hááááá!!! O suporte está vazio!
Então rezas aos céus para que, entre os 5 quilos de bugigangas que tens na mala, pendurada ao pescoço, haja um miserável lenço de papel… mas para procurar na tua mala tens de soltar a porta…???? Duvidas um momento, mas não tens outro remédio. E quando soltas a porta, alguém a empurra, dá-te uma trolitada na cabeça que te deixa meio desorientada mas rapidamente tens de travá-la com um movimento rápido e brusco enquanto gritas OCUPAAAAAADOOOOOOOOO!!
E assim toda a gente que está à espera ouve a tua mensagem e já podes soltar a porta sem medo, ninguém vai tentar abri-la de novo (nisso as mulheres têm muito respeito umas pelas outras).
Encontras o lenço de papel! Está todo enrugado, tipo um rolinho, mas não importa, fazes tudo para esticá-lo; finalmente consegues e limpas-te. Mas o lenço está tão velho e usado que já não absorve e molhas a mão toda; ou seja, valeu-te de muito o esforço de desenrugar o maldito lenço só com uma mão.
Ouves algures a voz de outra velha nas mesmas circunstâncias que tu “alguém tem um pedacinho de papel a mais?” Parva! Idiota!
Sem contar com o galo da marrada da porta, o linchamento da alça da mala, o suor que te corre pela testa, a mão a escorrer, a lembrança da tua mãe que estaria envergonhadíssima se te visse assim… porque ela nunca tocou numa sanita pública, porque, francamente, tu não sabes que doenças podes apanhar ali, que até podes ficar grávida (lembram-se?) …. Estás exausta! Quando paras, já não sentes as pernas, arranjas-te rapidíssimo e puxas o autoclismo a fazer malabarismos com um pé, muito importante!
Depois lá vais pró lavatório. Está tudo cheio de água (ou xixi? lembras-te do lenço de papel…), então não podes soltar a mala nem durante um segundo, pendura-la no teu ombro; não sabes como é que funciona a torneira com os sensores automáticos, então tocas até te sair um jactozito de água fresca, e consegues sabão, lavas-te numa posição do corcunda de Notre Dame para a mala não resvalar e ficar debaixo da água.
Nem sequer usas o secador, é uma porcaria inútil, pelo que no fim secas as mãos nas tuas calças – porque não vais gastar um lenço de papel para isso – e sais…
Nesse momento vês o teu namorado, ou marido, que entrou e saiu da casa de banho dos homens e ainda teve tempo para ler um livro de Jorge Luís Borges enquanto te esperava.
“Mas por que é que demoraste tanto?” – pergunta-te o idiota.
“Havia uma fila enorme” – limitas-te a dizer.
E é esta a razão pela qual as mulheres vão em grupo à casa de banho, por solidariedade: uma segura-te na mala e no casaco, a outra na porta e a outra passa-te o lenço de papel debaixo da porta, e assim é muito mais fácil e rápido, pois só tens de te concentrar em manter “a posição” e a dignidade.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Desesperadas - IV
B: o facto de haver alguém interessante na festa, pode causar improvisos
A: claro não estava a ver porque estava a pensar em duas coisas
A: primeiro na questão de achar que me falta algum sal na vida, o achar que estagnei e entrar em pensamentos de descobertas
A: segunda questão: partilhaste o q sentes com (…) ?
B: não
A: ou um dia vai levar, como se costuma dizer, com um tractor em cima?
B: não...saberá na devida altura
A: claro
A: também não vale a pena partilhar com quem te trará mais dúvidas
A: é mais simples com alguém de fora, digo eu
B: yes e diversificadas
A: isso já não sei mas só tu é que poderás responder a isso
B: por isso mesmo respondi. gosto de analisar de diferentes perspectivas para não errar
A: sim dá-nos visões diferentes, modos de ver as coisas diferentes
B: yes
A: mas sentes falta de alguma coisa ou apenas achas que atingiste outro patamar
B: outro patamar. Mesmo
A: entendo. é mais difícil
A: a falta de alguma coisa em concreto faria com que procurasse não?
B: tem sido gradual, de facto começou por ser falta de algo
B: e foi crescendo. ter estado em casa fez-me mal
B: ou bem, depende do ponto de vista, sei lá
A: fez-te parar, amadurecer e descobrir
B: à força
A: se calhar era preciso. tu própria me disseste isso uma vez
B: sim
A: mas vais ter que sair desse dilema
B: yes
A: e depressa senão o que era bom , por ser um amadurecimento, uma descoberta transforma-se em fardo. foi o que me aconteceu
A: se tivesse agido... Agora não adianta.....só seguir em frente
Azar!
- ELAS não gostam de pilas pequenas;
- ELAS não gostam de pêlos a mais;
- ELAS não gostam do resultado de 'campeonato nacional+liga dos campeões+taça uefa+taça de Portugal';
- ELAS não gostam de sexo oral sofrível e insuficiente;
- ELAS não gostam que cocem os tomates (muito menos em público);
- ELAS não gostam (nem acham sexy) as barrigas de cerveja;
- ELAS não gostam de tampas da sanita levantadas;
- ELAS não gostam de ejaculação precoce;
- ELAS não gostam que cortem as unhas dos pés em cima da mesa da sala;
- ELAS não gostam de mãozinhas sapudas (e pouco hábeis);
- ELAS não gostam das amigas deles e das ex-namoradas, essas, nem falar;
- ELAS não gostam de slips nem de boxers com ursinhos;
- ELAS não gostam de atrasados emocionais;














