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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

E se…?

Às vezes dou comigo a pensar: “e se…?”.

- E se o quê?

Se tudo. E se eu tivesse feito outras escolhas, há 25, 20, 10 e 5 anos atrás?

Não costumo arrepender-me das minhas escolhas, mas isso não impede que de quando a quando me questione a mim própria.

Sim, ultimamente faço muito disso.

Questiono-me…

Duvido-“me”…

Discuto-“me”…

Maltrato-me…

É intencional? – Claro que não.

É programado? – Esta questão é assim muito ao lado…

Já desisti de procurar respostas. Agora almejo encontrar alguma paz. Aquele tipo de paz que apenas grandes paragens nos dão. Daquelas paragens em que finalmente conseguimos ouvir os nossos próprios pensamentos, em que finalmente começamos a reparar de novo em nós, a retomar a auto-atenção que, por um motivo ou outro,acabámos por desleixar.

Ainda não me reencontrei. Mas aos poucos lá me encontrarei, repescarei todos os pedaços e tentarei recolar-me de novo.

E no meio de tudo isto, e se tivesse feito diferente?

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Ser eu é complicado…

Ou então nasci mesmo na época errada!

quarta-feira, 5 de junho de 2013

O momento impõe-se! (Da e pela sanidade mental…)

Se os dias têm rendido? Não.2860a65767a96a79384508ea64849e89

Se sinto a minha cabeça a funcionar e a minha paz de espírito de volta? Não.

Se tenho descansado? Sim.

Se tenho dormido? Sem sombra de dúvida!

Que têm então estes dias de diferente dos outros?

O LOCAL!

O que tenho feito então?

428821_504339426248427_867310458_nTenho redescoberto o poder “milagroso” de um sem-fim de produtos domésticos, que me têm dado algum (friso “algum!”) prazer nas tarefas domésticas.

Tenho paralisado com o cerco das vespas, tenho a roupa para lavar em dia, tenho incontáveis cestos de roupa para engomar, tenho algumas ideias para costurar, gatos para mimar, receitas para experimentar, álbuns para ouvir, livros para ler, sentimentos para redescobrir, caveiras para me assombrar, enfeites de natal para retirar, gripe para curar, …155205_1600008993763_1233328_n

Os dias estão a passar devagar, mas ao contrário do que é hábito, tenho-me mostrado serena, como se protegida de uma camada repelente 182546_447537261973253_1673650360_nde stress. Como se naquela noite tivesse despido uma fatiota antes de entrar em casa, e tivesse deixado todos os problemas e inquietações nos bolsos.

Estes momentos de calma lucidez não vão durar para sempre, estou ciente disso. Mas durem o que durarem, atenuam de certa forma a impotência dos dias que vou sentindo, a amargura de remar contra uma maré que não é a minha.

246812_506368049378898_1297716271_nVou, por isso, deixar correr estes dias, sem planos, sem perspectivas definidas, que me possam levar à frustração, àqueles níveis lá tão em baixo que dificilmente conseguimos trepar.

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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Louca?



Nunca antes na vida me senti como nos últimos tempos.
Desanimo, desalento, desilusão, des...conforto?
Se um dia eu tivesse des...confiado que viria a ter tamanho cansaço cerebral, acho que teria pensado 4 vezes.
Mas vou atracar este barco. Não o vou largar a meio.
Nem que isso me interne numa qualquer ala psiquiátrica...

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Detesto quando o Universo me compreende…

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Ontem, sem qualquer motivo aparente, lembrei-me de puxar de um assunto no qual remexo tão poucas vezes. Depois de ter começado, não me foi permitido parar, antes pelo contrário. As palavras foram-me puxadas a ferros e sei, bem que sei!, que no meu triste desenrolar, magoei alguém. Alguém que não o merecia.

“Entender o porquê das mágoas antigas é tão difícil em relação aos questionamentos dinâmicos, quanto às reflexões sérias que fazemos. Se você rebelar-se contra essas coisas, encare isso como algo natural e necessário. Você deve fazer essas perguntas a si mesma para evitar ferir outras pessoas que se sentirão inseguras se forem confrontadas por esses assuntos.”

0passarosHá monstrinhos difíceis de morrer, de desaparecer, de qualquer coisa excepto permanecerem eternamente na cabeça de pobres almas que, como eu, não lhes conseguem escapar, apenas esconder durante escassos pedaços de tempo.

Não sei. Não sei mesmo.

Agora… volta a dar ao assunto: não há! É continuar o relato, apresentar questões e esperar que do outro lado não nos julguem mal.

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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Was it supposed to be this way?…

Não fui notificada.

KONICA MINOLTA DIGITAL CAMERA

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

North Wind ou How to be turned upside down

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É aqui que normalmente as coisas se complicam.

Quando finalmente nos apercebemos daquilo que realmente queremos da nossa vida e nos sentamos a pensar se será tarde demais…

Acorda-se a pensar que será mais um dia, como muitos outros antes deste. Depois a sucessão de eventos vai mudando a forma como encaramos esse já não tão novo dia, e sentimos os pés a afundar-se numa imensidão de coisas, às quais somos totalmente alheios e das quais tencionamos permanecer totalmente alheados.

E após a total submersão dos pés, eis que as pernas continuam a ser arrastadas para o fundo, até que, quando as coisas alheias nos tomam de assalto as coxas, batemos com os pés no fundo e gritamos “Basta!”.

Na manhã seguinte as coisas serão as nossas. Não necessariamente melhores, mas pelo menos sabemos em que nos estamos a afundar. Ou no que boiamos ou mesmo de onde estamos a levantar voo.

E depois há aquelas manhãs, em que ao acordar, reparamos que o nosso mundo está completamente de pernas para o ar, e o cenário não se apresenta necessariamente mau. Apenas… diferente.

E encarar essas diferenças coloca-nos em posição de questionar as nossas coisas, de forma como nunca antes fizéramos.

Dá que pensar, esta coisa da Vida…

domingo, 26 de agosto de 2012

"Love" is such a pain in the ass...

Em 2009 dizia eu que:
amor s. m. s. m. pl.
amor (ô)(latim amor, -oris)
s. m.
1. Sentimento que induz a obter ou a conservar a pessoa ou a coisa pela qual se sente afeição ou atracção.
2. Paixão atractiva entre duas pessoas.
3. Afeição forte por outra pessoa.
4. O próprio ser que se ama. (Usado também no plural)
5. Acto sexual.
6. Brandura, suavidade.
7. Paixão ou grande entusiasmo por algo.

amores s. m. pl.
8. Namoro.
9. Tempo próprio para amar.
 
Diz que sim, que é das coisas mais maravilhosas que o ser humano pode sentir.
Só se esqueceram da addenda a essa informação...
 
É também a porra mais solitária do mundo, arredores, arrabaldes, Marte e outras rebaldarias!


(wysiwyg + ykwiwtswt...)



pqp...

domingo, 5 de agosto de 2012

Limite(s)

Detesto que pensem que não penso, que não sinto, que não me orgulho, não sonho ou desespero

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Não se aguenta muito mais...

Sinto as palavras ancoradas na garganta.
Há tanto para desfolhar, mas teimam em não fluir.
Nem no formato que quero, nem no formato pretendido...
Não sai, não flui, não corre...
A palavra presa não voa, não chega ao destino.

E fico apenas a questionar-me: e vale a pena?...

sábado, 9 de junho de 2012

Para ontem? É pra já!

... (olhar introspectivo)

... (idem)

... (só mais um pouco, assim entre o lânguido e o alienado)

... (não, não é xanax!)

Epah!, não quero, de todo, queixar-me da falta de tempo, blá blá, do trabalho a mais blá blá blá e tampouco dos níveis de loucura a que me tenho submetido blá blá cof cof blá.

Mas o facto, é que me deu na telha de escrever.

Escrever, escrever, escrever.

Como nos outros tempos. Escrever o que me dá na bolha, na real gana e acima de tudo, o cu é meu! Não que o dito seja chamado prá conversa, atenção...

Então vou falar…. da loucura. A loucura de que me tenho visto rodeada ultimamente, que aos poucos se torna uma teia de aranha, tecida tão diabólica e conturbadamente, que torna difícil saber se sou aranha ou apetitosa presa entrelaçada.

Não, nenhum dos casos se aplica a mim. Sou antes parte da diabólica teia. A Dona Aranha (não tem nada a ver com os Ornatos!) é bem conhecida de todo o meu bom povo e não vale, por isso, a pena identificá-la aqui.

A falta de tempo entra em campo, quando se entra ao serviço em horas díspares, e as horas de saída são uma incógnita. A falta de tempo é evidente, quando a lista To do, tem 80% dos itens assinalados como URGENTE ou PARA ONTEM.

A loucura é evidente pela quantidade de gargalhadas que se soltam quando o cansaço exige lágrimas e bocejos. Quando o assunto é sério, mas mesmo assim nos obriga a abraçar a barriga de tanto rir. Quando se descobrem dúzias de novos cabelos brancos, que não se deitaram connosco.

Quando se consultam três agendas diferentes para saber que reuniões se tem nesse dia. Quando se pensa na quantidade absurda de actas que estão a ficar “desprezadas” desde os idos de Abril…

Quando me apercebo de que ainda nem sequer dei uma única hora de formação. Quando já pintei, martelei, desbastei e quiçá muitos outros “ei’s” e ainda não me consegui sentar a preencher uma BD.

Acabo por me queixar do vago, porque não posso falar do concreto. Obviamente!

domingo, 20 de maio de 2012

Um desabafo daqueles à antiga

Assim mesmo, despojada de falsas pretensões, utilizo o meu espaço como muito bem entendo. E entendo que hoje me devo lamuriar. Mas lamuriar à séria, até que chorem as pedras da calçada.
Então começa assim:
Porra!
Estou mesmo
cansada...
Poderia continuar neste registo por linhas sem fim à vista, porque o cansaço é de facto grande. Daqueles que nos fazem arrastar os pés pelos corredores e já estive mais longe do cansaço cerebral, aquele que me faz ficar horas a fio a desfiar frases sem nexo (acho que uma noite destas dei mostras disso mesmo).
A vontade de pôr a mão na massa é tanta ou tão pouca, que tudo o que se possa imaginar se vai sobrepondo ao mais importante. E ainda só estou a falar do lado… “outdoor” da vida.Ideias
Em pouco menos de 60 dias, Computadoresdescobri/desenvolvi em mim, um sem número de novas competências que nunca julguei possuir.
Posso, assim, dizer à boca cheia, que se para muitos portugueses, o plano B passa pela excelente oportunidade de se inscrever num centro de emprego, eu tenho o plano C: posso sempre dedicar-me à construção civil. Ou à costura. Ou…
Mas nada disso terá importância. Tudo isso ficará numa gaveta, e quando for redescoberto será motivo de alta galhofa, porque somos assim mesmo. A vida (como tudo o resto) é para levar na desportiva. Não podemos fazer muito caso das adversidades.
Tirando as loucuras matinais, vespertinas e (imagine-se!), as nocturnas, o saldo será decerto positivo. Até já comprei uma lancheira maior, não vá ser necessário, além do almoço, o jantar.
E como se tudo isto não bastasse…
Segunda feira Trabalho

terça-feira, 15 de maio de 2012

(ainda) é Quarta-feira!! yeah! (not)

Por este andar, não chego aos 41…

Planos? Quais planos? Sim, pontos de interrogação aos molhos, montes e montinhos.

E vou (tentar) dormir, como quem joga ao “Chefe manda”.

bilu bilu

segunda-feira, 9 de abril de 2012

(Paciência de) Jó

Agora mais a sério.

O meu fim-de-semana alargado iniciou-se na quinta-feira. Por essa altura soltei as mãos das três tarefas de que me incumbi, na (vã) esperança de que o meu pedido de apoio/assistência me fosse concedido. no entanto, a pouco tempo da data necessária, ainda nada sucedeu. Admirada? Não…

Cata-ventos. Quando a seta aponta para qualquer lado, desde que pareça favorável, todos seguem o vento. Quando o vento dá trabalho, ora porque nos despenteia, ora porque nos tolda a forma (ou ausência) do pensamento, desviamo-nos da corrente.

Mas tratava-se do aniversário da cara-metade e prometi não tocar no portátil nesse dia, e (quase) consegui cumprir (pelo menos não foi a trabalho…).

O dia começou com um atraso espectacular, acabei por ter de fazer de tarde o que deveria ter feito de manhã, o que obrigou a pobre gata a estender o período de jejum mais do que aquilo que eu esperava. No final, a operação correu bem e ela está como não a via há imenso tempo.

Os planos para o jantar foram totalmente remodelados, remarcados para o dia seguinte (vai um…).

Chegou a sexta-feira (que mais parecia Domingo) e lá se jantou, finalmente, num contexto já muito adulterado do inicialmente proposto (vão dois…).

Sábado. Parece que ninguém nos deixa dormir em sossego. Malditos telemóveis e mais quem os inventou! Tarde de compras, jantar tardio… (vão três!).

I’m (not) so sorry, but… a porra do Domingo é para mim (nós)!

Dormir até que o corpo doa. Quando dói, é sinal de que são horas de alimentar o corpo. A seguir aterro no sofá e alimento a alma. Desta vez, “A Rapariga Que Inventou Um Sonho”, Murakami. Pequenos contos, entrecortados pelo doce dormitar de Domingo, entre um gole de água fresca e uma carícia felina.

Rápido despertar, já a duas, para uma espécie de almoço tardio. Para a tarde reservou-se um lift na cozinha. Valeu a pena, sem qualquer dúvida.

Depois… as coisas do costume. Um jantar ainda mais tardio do que o almoço e finalmente o sofá, acompanhado do portátil, da manta quente, do GTD, a cara-metade, o quarteto felino e… uma aranha a subir-me pelas pernas???

terça-feira, 3 de abril de 2012

Overwhelmed (duties and tasks)


Imagem daqui.
Há dias assim. Parece que o tempo se escoa de uma forma estupidamente rápida e eficaz.
O que era certo há poucos dias, certo e decidido, hoje dá uma espécie de frio na barriga. Nada de borboletas no estômago, nada disso.
Antes um frio, com algum desconforto à mistura.
Mas... disto não se foge. Este frio na barriga assemelha-se à entrada em palco. Não importa quantas vezes já se subiu. É sempre como a primeira vez.
E esse nervoso, esse "pânico" momentâneo, ninguém mo tira. Não, que eu não deixo.
São as horas passadas assim, contra o relógio, contra o calendário, que nos fazem crescer perante as situações.
São estes momentos que nos fazem ver a vida de outro prisma. Com outra cor, outro sabor.
Mas neste instante, de uma forma muito rápida e controlada, apeteceu-me apenas esconder-me de tudo quanto tenho a fazer, como se se tratasse de uma mini-pseudo-preparação para o que há-de vir.
Venha!, venha!

sábado, 17 de março de 2012

“Por este rio acima…”

Pode um rio ter duas correntes opostas? Duas forças contrárias que sequer se cruzam? Eu acho que sim.o-maior-rio-do-mundo

Mas o que se faz com a necessidade de levar tanta água à foz?

Deixamos o rio que sobe ser arrastado pelo que desce, ou empurramos ambos para cima, contra tudo e todos?

quinta-feira, 15 de março de 2012

Ninguém merece!

Começo a ficar farta deste pulso maluco. Não posso esticar-me um pouquito mais que reclama logo...
Mais uma semanita a meio-gás?...
Pufff
Logo agora que as ideias andam aqui a rondar, a rondar, a rondar e as coisas a nascerem a um ritmo avassalador.
Não está certo...

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

…que me foge

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É um pouco assim que estou. Algures entre o preto e branco e o alegre colorido.

Neste momento não consigo proceder claramente a uma classificação da minha vida. Talvez seja algo a não fazer. A evitar. Mas sinto que por vezes lhe deveria tomar o pulso, quanto mais não seja para medir a temperatura de tudo o que faço, ou a distância que percorrem os meus actos, ou o peso dos meus pensamentos.

Ora sinto o peso dos dias que se arrastam, ora a leveza dos que me fogem sem perceber como…

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Não sei

Quando estou não quero ficar. Quando vou, quero regressar. Não sei o que quero, no entanto é disso que tenho mais certezas.

Sinto que a cabeça enlouquece e o absurdo de pensar sequer nisso deixa-me exausta.

Sem que possa dizer claramente que tenho um objectivo, uma qualquer meta, a curto prazo, assalta-me uma necessidade eyeless dollbásica de fugir.

Não estou com deadlines, nem reports, nem trampa nenhuma. Apenas me apetece desaparecer. Sem data de regresso. Estou cansada.

Cansada do mundo, da vida, do amor e das vacas. Cansada de ouvir sempre os mesmos lamentos, sempre as mesmas desculpas, os mesmos problemas, as mesmas gabarolices.

Cansada de todos.

A médio prazo não posso de todo fugir. Não quero fugir. Serei a primeira a não fugir…

domingo, 27 de novembro de 2011

(just) another day in paradise...

Com estas duas formações a acabar, multiplicam-se os testes para corrigir.
Deve ser das tarefas que mais detesto, mas é provavelmente das que executo de forma mais rápida (e certeira!).
Não demoro eternidades a corrigir testes. Aliás, faço-os de forma simples e directa, o que me evita ter de ler tudo quanto os formandos escrevem, para verificar se a tarefa foi, ou não, devidamente executada.
Estando eu com duas turmas, quinze formandos em cada, quatro módulos por turma, dá-me a bela quantia de 120 testes para corrigir.
Ainda falta uma das turmas fazer um teste (Word,turma B, segunda imagem), e na outra faltam alguns testes, pontuais (culpa da greve *pqp* geral de dia 24/11/2011).
Agora... olhai para as duas imagens seguintes e dizei de vossa justiça (curioso como os meus formandos sabem que quando começo a falar na 2ª pessoa do plural, é porque estou naquele limbo, entre o "respira fundo e conta até dez" e o "vou já rebentar com esta merda toda que já me estão a fazer passar da marmita"), dizei - dizia eu... - se o mal é meu, se deles...
E mais importante: como crio eu resistência à frustração??
Turma A

Turma B

Assobia, Smoo... Assobia, aperta os sapatos...


E depois dizem que eu é que tenho mau feitio!
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