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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 9 de abril de 2012

(Paciência de) Jó

Agora mais a sério.

O meu fim-de-semana alargado iniciou-se na quinta-feira. Por essa altura soltei as mãos das três tarefas de que me incumbi, na (vã) esperança de que o meu pedido de apoio/assistência me fosse concedido. no entanto, a pouco tempo da data necessária, ainda nada sucedeu. Admirada? Não…

Cata-ventos. Quando a seta aponta para qualquer lado, desde que pareça favorável, todos seguem o vento. Quando o vento dá trabalho, ora porque nos despenteia, ora porque nos tolda a forma (ou ausência) do pensamento, desviamo-nos da corrente.

Mas tratava-se do aniversário da cara-metade e prometi não tocar no portátil nesse dia, e (quase) consegui cumprir (pelo menos não foi a trabalho…).

O dia começou com um atraso espectacular, acabei por ter de fazer de tarde o que deveria ter feito de manhã, o que obrigou a pobre gata a estender o período de jejum mais do que aquilo que eu esperava. No final, a operação correu bem e ela está como não a via há imenso tempo.

Os planos para o jantar foram totalmente remodelados, remarcados para o dia seguinte (vai um…).

Chegou a sexta-feira (que mais parecia Domingo) e lá se jantou, finalmente, num contexto já muito adulterado do inicialmente proposto (vão dois…).

Sábado. Parece que ninguém nos deixa dormir em sossego. Malditos telemóveis e mais quem os inventou! Tarde de compras, jantar tardio… (vão três!).

I’m (not) so sorry, but… a porra do Domingo é para mim (nós)!

Dormir até que o corpo doa. Quando dói, é sinal de que são horas de alimentar o corpo. A seguir aterro no sofá e alimento a alma. Desta vez, “A Rapariga Que Inventou Um Sonho”, Murakami. Pequenos contos, entrecortados pelo doce dormitar de Domingo, entre um gole de água fresca e uma carícia felina.

Rápido despertar, já a duas, para uma espécie de almoço tardio. Para a tarde reservou-se um lift na cozinha. Valeu a pena, sem qualquer dúvida.

Depois… as coisas do costume. Um jantar ainda mais tardio do que o almoço e finalmente o sofá, acompanhado do portátil, da manta quente, do GTD, a cara-metade, o quarteto felino e… uma aranha a subir-me pelas pernas???

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Go, Smoo! Go!

Para afastar acessos de mau olhado e de outras coisas (in)igualáveis, não há mesmo nada melhor do que mergulhar de cabeça (fria!) no trabalho.
Hoje fui às compras, mais propriamente a uma livraria (é das poucas lojas que me cativam dentro de um Centro Comercial/Fórum/Whatever).
A ideia inicial era comparar preços dos mesmos livros, na livraria e online. E adivinhe-se: ganhou a livraria.
Ganhou no preço e ganhou na venda.
Trouxe dois livros técnicos para me ajudar no planeamento das minhas sessões e ainda "ganhei" uma prenda "2-em-1".
O olho vivo e atento da minha metade detectou na prateleira mais insuspeita um "livrinho" que me andava a fugir há imenso tempo: Norwegian Wood, de Murakami. E não é que era um pack? Murakami trazia nas suas costas Yates, Revolutionary Road. Por 10€? Venham eles!

 E ainda não comecei a ler o volume 1 do 1Q84...


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Pergunto-me se isto não acontecerá com frequência…

Hoje preguicei. Até bem tarde, no quente da cama, boas companhias e a tv ligada.
Foi pela mão do acaso, que o zapping me parou num canal, onde estava prestes a começar um filme. Pensava apenas ver do que se tratava. Mas fiquei. Vi até ao final.
Gostei e fez-me pensar…

Será que não existe mesmo um universo paralelo, onde as coisas mais estranhas, os contactos mais inesperados, acontecem?
Onde as palavras e olhares trocados fazem sentido a partir de muito pouco. Onde tudo se encaixa de forma assustadoramente real. Onde contactos improváveis e surreais podem ocorrer, aos olhos de ninguém senão dos nossos. Onde não nos chamem de loucos...

Alex: [voice over] How's your sunset?
Kate: It's perfect.
Alex: I only wish you were here to share it with me.

De uma forma ou de outra, alterando um ou outro meio, tanto do filme para mim foi... déjà vu.

Podem consultar aqui.

domingo, 28 de agosto de 2011

Pim-Pam-Pum

Às vezes não sei como diga as verdades.
Outras vezes tenho consciência de que existem verdades que não devem ser ditas, nunca.
Não que se escondam atrás de mentiras, nada disso. Apenas mantê-las nas brumas da ignorância.
"O que os olhos não vêem, o coração não sente", é mais ou menos este o caminho.

Parece-me óbvio que não apareci agora no meu blog simplesmente para vir vomitar uma qualquer verdade.
Não vos devo qualquer verdade. A ninguém, sejamos honestas, Smoo...
Mas tenho verdades que escondo.
Verdades que magoariam. Verdades que chocariam. Verdades capazes de alterar o rumo de vidas.
E pronto, era esse o (semi-)desabafo (semi-)tardio de hoje (ou amanhã?).

segunda-feira, 13 de junho de 2011

FDS pouco usual

Após dois (2) dias sem fazer um (1) cu (é a expressão mais aproximada que conheço, ok?…), eis que o meu Domingo foi passado entre uma batalha virtual com a cara-metade, um duche original, no quintal, usando apenas água e energia solar (e acreditem que a água queimava mesmo!), um franguinho na brasa, a limpeza da casa, umas compras de última hora, os tratamentos de todos os membros do nosso gado felino, meia dúzia de lérias pela Internet, louça lavada e almoço de amanhã na marmita, e mesmo tendo dormido 16 horas seguidas, estou pronta para mais…

A haver culpados… quem poderá ser?

Talvez as sardinhas em tomate (super-hiper-mega-etc-e-tal) picante do almoço de 6ª feira. Eu avisei….

domingo, 31 de janeiro de 2010

Frio

(Bem, esta informação não interessa a todos e nem sequer tem nada a ver com a porra do frio, mas a minha Cat saberá onde ir... (opah, isto de não ter net no trabalho e não poder trocar meia dúzia de palavras contigo durante o dia, tem-me deixado louca como não imaginas!). Tenho coisas no peito a crescer e tenho mesmo de as deitar cá para fora... Télélé: já há?).

:P

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Este luar que me mata...

Restaurante. Mantive os olhos pregados na televisão, como vendo mas sem ver, queixo apoiado na palma aberta.
"Acho fofa a forma como sorris a ver a notícia de uma tragédia que envolve gente morta..."
Acordei da letargia amorfa e divertida em que estava embrenhada.
"Sorrio porque o mundo se livrou de mais um louco" - respondi prontamente, disfarçando o facto de apenas ter ali o corpo e apercebendo-me de que devia estar de sorriso pateta estampado na cara.
Carro. Mantive os olhos pregados na Lua lá fora, a rebentar de cheia.
No banco de trás, cantarolaste comigo a melodia que o rádio emanava. Não me lembro do que era, mas apercebemo-nos disso e rimos, cúmplices. Compreendo-te de te olhar e tu a mim.
Olhei de novo a Lua. Sempre ali, mesmo quando não está. Desde que nasci que me goza, e hoje, hoje perguntei-lhe no silêncio do meu emaranhado de pensamentos: "Porque me estás sempre a fazer isto? Não chega já? Não suportas ver-me sossegada?"
Vão-se levando os dias, vão-se contando as horas, vai-se apaziguando a antecipação, controla-se a ansiedade.
E no entanto: Bum-Bum-Bum; a máquina não pára de dar coices no peito.
Da Lua vai desdobrar-se uma escada de cordel, que virá parar a meus pés. Vou subir ao topo, ser a primeira mulher a pousar o pé e vou avançar sem medo, até ver o que esconde por detrás. Morro de curiosidade, sofro de ansiedade, palpito de antecipação.
As horas não passam e o dia nunca mais chega...

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Vadiar, pois claro!

Soube-me bem passar a tarde contigo, R.

Podermos finalmente extravazar tudo o que temos experienciado, todas as nossas conquistas a múltiplos níveis, todos os nossos anseios e frustrações.

Sabes bem que há coisas que apenas falo contigo...

E sim, deixaste-me boquiaberta! Ainda não estou refeita de tal confissão.

Podes ter a certeza de que é um segredo bem guardado.

Sem dúvida uma tarde a repetir. E a Alameda... Nem sei há quantos anos não me sentava ali a apanhar sol.

Obrigada, amiga. Tenho-te guardada aqui.

E numa tarde de folga...

...que anda a Lua a fazer?...

sábado, 16 de maio de 2009

Cumplicidades...

É curioso... A única sobrinha que não é minha, é a que melhor comunica comigo.
Cumplicidades...

Ana diz:
*eu só gostava de te contar
*(aproveitando a minha breve pausa de estudo)
*que fui lá à worten e tal
*para ir buscar o telemovel
*mas o que é que se sucede...
*bem: tiveram (infelizmente tenho de o afirmar...)
*de substituir o meu modelo de telemovel
*por um superior!
*em que, vê lá, tenho videochamada
*bluetooth
*etc, etc, etc..
*o melhor telemovel que alguma vez passou pelas minhas mãos xD
*LOOOOl aconselho-te a mandares o teu também para arranjar =P
Smootha diz:
*lol
*tenho de o avariar também
Ana diz:
*loooooool xD
* já posso fazer videochamada para ti =P
*(quando tiver dinheiro, obviamente xD)
* então que tarefinha do catano é essa?
(...)
Ana diz:
*aaaaaah :D
*filha, vais ganhar, pensamento positivo, tu tens razão. Eles são parvos
Smootha diz:
*vou ficar rica...
Ana diz:
*e mais nada..
*LOOOOOl :D
Smootha diz:
*e depois vamos fazer uma mariscada
Ana diz:
*LOOOOOOOL
*MARE CHEIAAA weee
*agora é que me emplastro na vossa casa LOOOl
Smootha diz:
*LOL
*sempre que queiras, já sabes
Ana diz:
*looool
*hei-de ter sempre aquele sofazinho preto LOL
Smootha diz:
* lol
* está ali na sala à tua espera
Ana diz:
*bem vou voltar ao meu estudoo
*ADORO-TEE tenho saudades
*e sim vais ficar rica :D
Smootha diz:
*:D
*também te adoro
*vai lá estudar
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