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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Aceitar? Recusar?

Existem momentos na vida, em que, sem qualquer razão aparente, fazemos algo que não nos passaria pela cabeça fazer em qualquer outro dia.

Now and then, tenho destes momentos. Poucos, raros, e mais raras ainda as situações em que o caso era desesperado ou perdido.

Parecem ocorrer ciclicamente. Aparentemente nunca me conseguirei livrar destes ciclos…

Como se a diferença entre ser e não ser, aceitar ou recusar, pudesse ditar regras, impelir-nos ou travar-nos, como se não tivéssemos vontade própria mas antes uma maré que nos suga. Alma e mente. Que o corpo, esse, permanece. Sem grande uso. Ou proveito…

Não me arrependi em vez alguma, de algo que fiz, sem razão aparente. Algumas situações seriam escusadas, obviamente, mas no geral, foram boas escolhas, guiadas por qualquer força que me fez escolher aquela opção, em vez da opção do costume.

Ai se eu pudesse! Se eu pudesse nadar, ninguém me conseguiria travar.

sábado, 9 de junho de 2012

Para ontem? É pra já!

... (olhar introspectivo)

... (idem)

... (só mais um pouco, assim entre o lânguido e o alienado)

... (não, não é xanax!)

Epah!, não quero, de todo, queixar-me da falta de tempo, blá blá, do trabalho a mais blá blá blá e tampouco dos níveis de loucura a que me tenho submetido blá blá cof cof blá.

Mas o facto, é que me deu na telha de escrever.

Escrever, escrever, escrever.

Como nos outros tempos. Escrever o que me dá na bolha, na real gana e acima de tudo, o cu é meu! Não que o dito seja chamado prá conversa, atenção...

Então vou falar…. da loucura. A loucura de que me tenho visto rodeada ultimamente, que aos poucos se torna uma teia de aranha, tecida tão diabólica e conturbadamente, que torna difícil saber se sou aranha ou apetitosa presa entrelaçada.

Não, nenhum dos casos se aplica a mim. Sou antes parte da diabólica teia. A Dona Aranha (não tem nada a ver com os Ornatos!) é bem conhecida de todo o meu bom povo e não vale, por isso, a pena identificá-la aqui.

A falta de tempo entra em campo, quando se entra ao serviço em horas díspares, e as horas de saída são uma incógnita. A falta de tempo é evidente, quando a lista To do, tem 80% dos itens assinalados como URGENTE ou PARA ONTEM.

A loucura é evidente pela quantidade de gargalhadas que se soltam quando o cansaço exige lágrimas e bocejos. Quando o assunto é sério, mas mesmo assim nos obriga a abraçar a barriga de tanto rir. Quando se descobrem dúzias de novos cabelos brancos, que não se deitaram connosco.

Quando se consultam três agendas diferentes para saber que reuniões se tem nesse dia. Quando se pensa na quantidade absurda de actas que estão a ficar “desprezadas” desde os idos de Abril…

Quando me apercebo de que ainda nem sequer dei uma única hora de formação. Quando já pintei, martelei, desbastei e quiçá muitos outros “ei’s” e ainda não me consegui sentar a preencher uma BD.

Acabo por me queixar do vago, porque não posso falar do concreto. Obviamente!

domingo, 8 de abril de 2012

Páscoa

Ora cá está mais uma alturinha do ano que passo com total indiferença.
Comi xixa até não poder mais (acham mesmo que me lembraria que só porque alguém que nem conheci, morreu não era ainda eu nascida, e que por causa disso não se comesse xixa? yeah right!), dormi tudo o que tinha direito, gastei dinheiro (em coisas úteis/necessárias) e hoje limpei a cozinha de alto a baixo.
A páscoa nunca me fez sentido, ainda mais com ovos de chocolate e coelhos à mistura. Parece coisa da Alice no país das maravilhas... Estórias!


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

És tu e eu…

“Quantas vezes eu mesmo, que rio de tais seduções da Fernando Pessoa 02distração, me encontro supondo que seria bom ser célebre, que seria agradável ser ameigado, que seria colorido ser triunfal! Mas não consigo visionar-me nesses papéis de píncaro senão com uma gargalhada do outro eu que tenho sempre próximo como uma rua da Baixa.”

Livro do Desassossego

Fernando Pessoa

Composto por Bernardo Soares,

Ajudante de Guarda-livros na cidade de Lisboa

sábado, 17 de dezembro de 2011

Mas vem tudo parar aqui??? OMFG

Como posso eu ser normal, se nem o meu alter-blog-ego o é?




segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Smoo 2 - 0 Natal

Quando: Ontem.
Onde: AKI

[...]
(C.) - A Raquel este ano não faz árvore de natal. Diz que não está para isso.
(M. da C.) - ... Mas eu ainda não lhe pedi nada....
(C.) - (olha de lado e diz:) - Estava a falar da nossa, lá de casa.
(M. da C.) - Ahh, ainda bem então...

Got it?
LOL (not)

domingo, 27 de novembro de 2011

(just) another day in paradise...

Com estas duas formações a acabar, multiplicam-se os testes para corrigir.
Deve ser das tarefas que mais detesto, mas é provavelmente das que executo de forma mais rápida (e certeira!).
Não demoro eternidades a corrigir testes. Aliás, faço-os de forma simples e directa, o que me evita ter de ler tudo quanto os formandos escrevem, para verificar se a tarefa foi, ou não, devidamente executada.
Estando eu com duas turmas, quinze formandos em cada, quatro módulos por turma, dá-me a bela quantia de 120 testes para corrigir.
Ainda falta uma das turmas fazer um teste (Word,turma B, segunda imagem), e na outra faltam alguns testes, pontuais (culpa da greve *pqp* geral de dia 24/11/2011).
Agora... olhai para as duas imagens seguintes e dizei de vossa justiça (curioso como os meus formandos sabem que quando começo a falar na 2ª pessoa do plural, é porque estou naquele limbo, entre o "respira fundo e conta até dez" e o "vou já rebentar com esta merda toda que já me estão a fazer passar da marmita"), dizei - dizia eu... - se o mal é meu, se deles...
E mais importante: como crio eu resistência à frustração??
Turma A

Turma B

Assobia, Smoo... Assobia, aperta os sapatos...


E depois dizem que eu é que tenho mau feitio!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Coisas que me tiram do sério #4

Há poucas coisas que me tirem do sério, a sério...
Como podem ver, estou na 4ª.
A Internet é linda! É um espectáculo!
E é tão bom, mas mesmo bom a sério, estimular a partilha de saberes, conhecimentos, piadas, fotos, videos, merdas sem piada nenhuma e um infindável mundo de cenas. Acho lindo, a partilha...
Não fosse algém andar a distribuir Likes e a partilhar tudo o que tenho no meu mural!
Que se partilhe um videoclip, ya, é aceitável.
Um selito cómico, plausível.
Fotos minhas? Para o amigo do amigo? Isto é grave, minha cara. Muito grave! Por isso, e para que não chores à noite abraçada à almofada, não te removi das minhas amizades (senão tenho sermão e missa cantada...), mas estás num grupinho restrito. Tão restrito que só vês as publicações públicas. Daquelas que raramente faço, 'tás a ver?
Agora diz-me: não tens mais nada para fazer entre as 4 e as 6 da manhã?? Ganha juízo!

domingo, 2 de outubro de 2011

Por vezes também me permito sentir IRA

e de vez em quando saem-me de entre os dedos estas pequenas pérolas:

"se fiquei lixada? fiquei! não me considero descartável... quando sou amiga, sou para todos os momentos, não depende da conveniência dos outros"

domingo, 28 de agosto de 2011

Pim-Pam-Pum

Às vezes não sei como diga as verdades.
Outras vezes tenho consciência de que existem verdades que não devem ser ditas, nunca.
Não que se escondam atrás de mentiras, nada disso. Apenas mantê-las nas brumas da ignorância.
"O que os olhos não vêem, o coração não sente", é mais ou menos este o caminho.

Parece-me óbvio que não apareci agora no meu blog simplesmente para vir vomitar uma qualquer verdade.
Não vos devo qualquer verdade. A ninguém, sejamos honestas, Smoo...
Mas tenho verdades que escondo.
Verdades que magoariam. Verdades que chocariam. Verdades capazes de alterar o rumo de vidas.
E pronto, era esse o (semi-)desabafo (semi-)tardio de hoje (ou amanhã?).

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Queria tanto contar-vos...

Ando empolgadíssima!
Ando a chegar a casa às oito da noite. A essa hora já quase não me apetece comer, quanto mais cozinhar... Mas come-se, tenho de viver de qualquer coisa.
O outro lado? Saio de casa às oito também, mas da manhã.
E pelo meio várias horas de formação. Não demasiadas, mas enought.
Os dias andam completos, cansativos/desgastantes, mas gratificantes. Como sempre, aliás.
Mas... vão haver alterações drásticas...
Queria tanto contar-vos, mas ainda é cedo...

terça-feira, 19 de abril de 2011

{to whom it may concern}

Tenho dias em que me sinto aprisionada num qualquer conto de Murakami. Daqueles bem loucos, que ninguém sabe como de lá sair.

Como naqueles sonhos, em que grito sem que a minha voz se projecte e acordo convicta de estar numa outra vida… Mas é só e apenas isso.

E sem qualquer ordem específica:

 

 

 

 

WYSIWYG

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Não entendo…

Se:
  • o café tira o sono…
  • o leite deixa-nos sonolentos…
Porque é que o galão nos dá diarreia??

domingo, 4 de abril de 2010

O silêncio nem sempre reflecte algo menos bom. É apenas isso. Silêncio...

… e é tão, mas tão irritante quando nos bombardeiam com questões. “Porque estás tão calada? Não pareces tu…”, “O que se passa?”.

A verdade é que não me apetece. Não me apetece comunicar. Quero apenas estar em silêncio. É essa a minha natureza. Calo-me e observo. Observo e penso. Penso e tiro conclusões.

Pode parecer estranha a forma como por vezes me se(i)nto a observar, mas é isso que faço.

E depois há as gentes. Cada vez tenho menos paciência para as gentes. Estou a tornar-me intolerante face às gentes e desisti de lhes mostrar o meu ponto de vista. Pérolas a porcos… Em vez disso, sorrio e viro as costas.

E há mais. Mais coisas às quais estou a desenvolver defesas naturais.

Ghflglgdphqwh qdr vrx qrupdo…

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Não á pachorra!

É o meu azedume habitual, ou os picanços entre hipers na publicidade já começam a meter nojo?
É que sinceramente, já não há cu que aguente!!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Bem sei que me acham doida...

... e que se roem por saber "o que raio anda esta maluca a inventar desta vez?".

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Estou a ficar com aversão ao Natal...

Isto não é falta de imaginação...
Sou apenas eu a ser consistente!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

sábado, 25 de abril de 2009

E vocês? Onde estavam?

Tenho a vaga recordação de todo o reboliço que neste dia, há 35 anos, agitou Vendas Novas. Do barulho pelas ruas, as portas arrombadas e a minha mãe levar-nos à pressa para a divisão mais ao fundo da casa, preocupada por não saber bem do paradeiro dos meus irmãos mais velhos (teens... fazer o quê?).
A 3 meses de completar o meu 3º Aniversário, claro que não compreendia nem a ponta do que se passava, o barulho decerto não me terá assustado, quatro irmãos superam qualquer barulho ensurdecedor...
Não tenho, óbviamente, recordações do Antes. Apenas as explicações e relatos de quem mo poderia fazer, e sempre confiei na palavra do meu pai. Gosto do Depois que me proporcionaram, com o qual posso ter a tag abaixo (entre outro montão de coisas!).
Por isso:
Viva a Liberdade!
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