quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Aceitar? Recusar?
Existem momentos na vida, em que, sem qualquer razão aparente, fazemos algo que não nos passaria pela cabeça fazer em qualquer outro dia.
Now and then, tenho destes momentos. Poucos, raros, e mais raras ainda as situações em que o caso era desesperado ou perdido.
Parecem ocorrer ciclicamente. Aparentemente nunca me conseguirei livrar destes ciclos…
Como se a diferença entre ser e não ser, aceitar ou recusar, pudesse ditar regras, impelir-nos ou travar-nos, como se não tivéssemos vontade própria mas antes uma maré que nos suga. Alma e mente. Que o corpo, esse, permanece. Sem grande uso. Ou proveito…
Não me arrependi em vez alguma, de algo que fiz, sem razão aparente. Algumas situações seriam escusadas, obviamente, mas no geral, foram boas escolhas, guiadas por qualquer força que me fez escolher aquela opção, em vez da opção do costume.
Ai se eu pudesse! Se eu pudesse nadar, ninguém me conseguiria travar.
sábado, 9 de junho de 2012
Para ontem? É pra já!
... (olhar introspectivo)
... (idem)
... (só mais um pouco, assim entre o lânguido e o alienado)
... (não, não é xanax!)
Epah!, não quero, de todo, queixar-me da falta de tempo, blá blá, do trabalho a mais blá blá blá e tampouco dos níveis de loucura a que me tenho submetido blá blá cof cof blá.
Mas o facto, é que me deu na telha de escrever.
Escrever, escrever, escrever.
Como nos outros tempos. Escrever o que me dá na bolha, na real gana e acima de tudo, o cu é meu! Não que o dito seja chamado prá conversa, atenção...
Então vou falar…. da loucura. A loucura de que me tenho visto rodeada ultimamente, que aos poucos se torna uma teia de aranha, tecida tão diabólica e conturbadamente, que torna difícil saber se sou aranha ou apetitosa presa entrelaçada.
Não, nenhum dos casos se aplica a mim. Sou antes parte da diabólica teia. A Dona Aranha (não tem nada a ver com os Ornatos!) é bem conhecida de todo o meu bom povo e não vale, por isso, a pena identificá-la aqui.
A falta de tempo entra em campo, quando se entra ao serviço em horas díspares, e as horas de saída são uma incógnita. A falta de tempo é evidente, quando a lista To do, tem 80% dos itens assinalados como URGENTE ou PARA ONTEM.
A loucura é evidente pela quantidade de gargalhadas que se soltam quando o cansaço exige lágrimas e bocejos. Quando o assunto é sério, mas mesmo assim nos obriga a abraçar a barriga de tanto rir. Quando se descobrem dúzias de novos cabelos brancos, que não se deitaram connosco.
Quando se consultam três agendas diferentes para saber que reuniões se tem nesse dia. Quando se pensa na quantidade absurda de actas que estão a ficar “desprezadas” desde os idos de Abril…
Quando me apercebo de que ainda nem sequer dei uma única hora de formação. Quando já pintei, martelei, desbastei e quiçá muitos outros “ei’s” e ainda não me consegui sentar a preencher uma BD.
Acabo por me queixar do vago, porque não posso falar do concreto. Obviamente!
domingo, 8 de abril de 2012
Páscoa
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
És tu e eu…
“Quantas vezes eu mesmo, que rio de tais seduções da distração, me encontro supondo que seria bom ser célebre, que seria agradável ser ameigado, que seria colorido ser triunfal! Mas não consigo visionar-me nesses papéis de píncaro senão com uma gargalhada do outro eu que tenho sempre próximo como uma rua da Baixa.”
Livro do Desassossego
Fernando Pessoa
Composto por Bernardo Soares,
Ajudante de Guarda-livros na cidade de Lisboa
sábado, 17 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Smoo 2 - 0 Natal
Onde: AKI
[...]
(C.) - A Raquel este ano não faz árvore de natal. Diz que não está para isso.
(M. da C.) - ... Mas eu ainda não lhe pedi nada....
(C.) - (olha de lado e diz:) - Estava a falar da nossa, lá de casa.
(M. da C.) - Ahh, ainda bem então...
Got it?
LOL (not)
domingo, 27 de novembro de 2011
(just) another day in paradise...
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Coisas que me tiram do sério #4
domingo, 2 de outubro de 2011
Por vezes também me permito sentir IRA
"se fiquei lixada? fiquei! não me considero descartável... quando sou amiga, sou para todos os momentos, não depende da conveniência dos outros"
domingo, 28 de agosto de 2011
Pim-Pam-Pum
Outras vezes tenho consciência de que existem verdades que não devem ser ditas, nunca.
Não que se escondam atrás de mentiras, nada disso. Apenas mantê-las nas brumas da ignorância.
"O que os olhos não vêem, o coração não sente", é mais ou menos este o caminho.
Parece-me óbvio que não apareci agora no meu blog simplesmente para vir vomitar uma qualquer verdade.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Queria tanto contar-vos...
Ando a chegar a casa às oito da noite. A essa hora já quase não me apetece comer, quanto mais cozinhar... Mas come-se, tenho de viver de qualquer coisa.
O outro lado? Saio de casa às oito também, mas da manhã.
E pelo meio várias horas de formação. Não demasiadas, mas enought.
Os dias andam completos, cansativos/desgastantes, mas gratificantes. Como sempre, aliás.
Mas... vão haver alterações drásticas...
Queria tanto contar-vos, mas ainda é cedo...
terça-feira, 19 de abril de 2011
{to whom it may concern}
Tenho dias em que me sinto aprisionada num qualquer conto de Murakami. Daqueles bem loucos, que ninguém sabe como de lá sair.
Como naqueles sonhos, em que grito sem que a minha voz se projecte e acordo convicta de estar numa outra vida… Mas é só e apenas isso.
E sem qualquer ordem específica:
WYSIWYG
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Não entendo…
- o café tira o sono…
- o leite deixa-nos sonolentos…
domingo, 4 de abril de 2010
O silêncio nem sempre reflecte algo menos bom. É apenas isso. Silêncio...
… e é tão, mas tão irritante quando nos bombardeiam com questões. “Porque estás tão calada? Não pareces tu…”, “O que se passa?”.
A verdade é que não me apetece. Não me apetece comunicar. Quero apenas estar em silêncio. É essa a minha natureza. Calo-me e observo. Observo e penso. Penso e tiro conclusões.
Pode parecer estranha a forma como por vezes me se(i)nto a observar, mas é isso que faço.
E depois há as gentes. Cada vez tenho menos paciência para as gentes. Estou a tornar-me intolerante face às gentes e desisti de lhes mostrar o meu ponto de vista. Pérolas a porcos… Em vez disso, sorrio e viro as costas.
E há mais. Mais coisas às quais estou a desenvolver defesas naturais.
Ghflglgdphqwh qdr vrx qrupdo…
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Não á pachorra!
É o meu azedume habitual, ou os picanços entre hipers na publicidade já começam a meter nojo?quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Bem sei que me acham doida...

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
E vocês? Onde estavam?
Do barulho pelas ruas, as portas arrombadas e a minha mãe levar-nos à pressa para a divisão mais ao fundo da casa, preocupada por não saber bem do paradeiro dos meus irmãos mais velhos (teens... fazer o quê?).Viva a Liberdade!



















