Não vou para o desemprego, mas talvez tenha descoberto uma nova vocação!
quarta-feira, 16 de maio de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Retalhos da vida de uma formadora (onde já vi isto?...)
A haver estalo nas minhas salas, que seja eu a inaugurar as hostes!!
E já agora, se as meninas se engalfinharem, ao menos que seja em bikini e besuntadas de chocolate...
A vida de uma formadora nunca é monótona! OMFG...
Imagem daqui.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
G(u)erra do Bagulho
Quando pensava eu já ter visto de tudo no FB, eis senão quando vejo alguns dos miúdos com quem trabalhei no verão passado, aderirem a um jogo cuja finalidade é plantar erva, vendê-la e dominar “o bairro”.
“hmmm”
Educativo, sem dúvida.
Estamos a criar uma geração deveras empreendedora, com direito a simuladores e tudo. *aplausos*
domingo, 6 de março de 2011
Like good old days…
Em traços largos…
Dia: 04/03/2011. Hora: 23:00 (mais coisa menos coisa).
Local: café de um amigo.
Contexto: amigo de longa data, há muito tempo que não o via, pediu ajuda à C. numa cena e depois do jantar passámos por lá.
Introdução
Chegámos ao café, esperámos dentro do carro que os últimos clientes saíssem, entretanto o dito amigo chegou-se ao carro, do lado do pendura, e eu, de janela a meia haste, decidi abri-la toda, mas em vez disso fechei-a quase degolando o meu amigo. Quando despachou os últimos clientes, fomos do ponto A ao ponto B, onde teríamos de ajudar numas cenas num carro (nada de ilegal, juro).
Desenvolvimento
Pa-ta-ti pa-ta-ta, problema do carro resolvido, surge a questão: “Olha, achas que me consegues ajudar a trancar este vidro, que o elevador está avariado e cai constantemente?” – Claro!
Abre-se a porta atrás do condutor, colada pelos 18 meses que esteve trancada e de veículo parado, e enquanto a C. trancava o bendito vidro, o nosso amigo decidiu ir a casa buscar um pano do pó e começar a limpar tudo à volta da porta. Foi nesta altura que me ri e lancei-lhe um: “Já tinha saudades tuas, pah!”.
A C. terminou, afastou-se um pouco para a traseira do carro e o nosso amigo continuou nas suas limpezas, de porta semi-aberta, muito encostadinha a ele, que diga-se de passagem, mais magro que ele só mesmo uma modelo anoréctica…
Eis quando senão… a C. se apercebe de uma pickup meio desgovernada direita a nós, desviou-se a tempo, o meu amigo não, mas por um golpe de sorte, bateu na aresta da porta aberta…
Eu só me apercebi quando ao meu redor voaram pedaços e pedacinhos de piscas e o caraças; ele felizmente não viu a carrinha aproximar-se, porque se se tem mexido, hoje estava morto ou sem pernas; a C. saltou para o passeio. Foi tudo tão rápido, que a ideia de tirar a matrícula logo de seguida, só me parece viável nos filmes de Hollywood, porque naqueles cagagésimos de segundos do após, o nosso cérebro ainda está na parte do “Hello? noc noc…”
Mesmo assim, a C. meteu-se logo de seguida no carro e foi atrás dele, mas perdeu-o.
OK. Carro sem seguro, com ordem da CM para ser retirado da via pública, sem embraiagem, porta atrás do condutor dobrada num ângulo de 40º e aquele gajo, num acesso de nervos e de um cérebro a finalmente processar, recomeça a limpar o carro…
OMFG…
“Chavala, quando contar isto à minha velha é que a mato de vez…” - Mais vale contares já… Mais tarde será pior.
Tungas! Nunca ouvi uma velhota gritar tanto e tão alto!
A mãe ligou para o genro, ligou para o sobrinho. Vieram para ajudar, pelo menos a tentar desdobrar a porta para a conseguir fechar, porque aberta daquela forma, ia levar lambada de cada vez que um carro/autocarro ali passasse.
Depois de duas horas de muito tremer, não sei se do frio da noite, se dos nervos de quase os ter visto ser levados por um louco, toda eu tremia. Descobri ser a 2ª o motivo, já que o meu amigo estava na mesma.
Conclusão
Conseguiram fechar a porta. E como nos bons velhos tempos, saltámos os três para dentro do carro da C. e fomos à caça…
Só faltou o pé-de-cabra e a nunchaku, mas já não sabemos muito bem do paradeiro de tais apetrechos…
Não encontrámos o dito, mas pelo menos conseguimos apurar a marca e modelo do culpado, e diga-se de passagem… a carrinha está bem identificada, deve ter a “tromba” linda…
sábado, 5 de março de 2011
wow... what a f*cked day
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Epah! Não é nada disso!!
"Que se passa contigo, por onde andas e a fazer o quê, que já não escreves como dantes?"
Respondi:
"Olha... Entreguei-me às drogas."
Não tive foi tempo de explicar...
Olha, temos pena!
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
O que é um peido para quem está todo cagado?
(Esta recebi por mail e sinceramente… quase me caguei de tanto rir!!)
A expressão do título é conhecida de todos, mas o texto que a originou é menos. É um texto de Luis Fernando Veríssimo incluído na obra Veríssima que ele fez numa viagem para Miami.
'Aeroporto Santos Dumont , 15:30..
Senti um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse.
Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. 'Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo, o avião só sairia às 16:30'.
Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto.
Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil falei:
'Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro.'
'Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda.'
O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: 'Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido a obras na pista.
'Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo'. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro.
O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada , mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor.
Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada.
Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal.
Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de piedade, e confessei sério:
'Cara, caguei!'
Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle.
'Que se dane, me limpo no aeroporto', pensei.
'Pior que isso não fico'.
Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte.
Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés.
E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líqüida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar. Afinal de contas, o que era um peidinho para quem já estava todo cagado....
Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez. Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.
Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei falta de papel higiênico em todos os cinco.
Olhei para cima e blasfemei: 'Agora chega, né?'
Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.
Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o 'check-in' e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. 'Ele tinha despachado a mala com roupas'.
Na mala de mão só tinha um pulôver de gola 'V'.
A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.
Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história.
As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda . Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10.
Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar.
Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola 'V', sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o 'RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO' e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria.
A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo.
Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir:
'Nada, obrigado.'
Eu só queria esquecer este dia de merda. Um dia de merda...
* Luis Fernando Veríssimo* (verídico)
domingo, 23 de maio de 2010
Searching for true love…
Grunf…Porque raio não me largam a barra da saia?…
“Hello Dear
How are you today, I hope that you are good. It is with great pleasure that i am contacting you, so that we can start having communication with each other. Please, i wish you will have the desire as i do so that we can get to know each other better and see what happens in future.You must be surprised receiving a message from an unknown person, do not worry that's
just the beginning of friendship.i saw your profile at(www.myspace.com)when i was searching for true love,you know To love is to live we will get along well as life generally invovles in relationship; friendliness.
By this introduction, i would be needing your help, & guidiance in an investment in your country, & also a relationship. I will be happy to give you details about myself and share my pictures with you . I will be waiting to hear from you, as i wish you all the best for the day. God Bless.
Your Lovely
xyz”
segunda-feira, 3 de maio de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
méééééeeee
Tenho jeitinho? Ó meu caralho! Eu dou formação há 16 anos!
Mas porque não estou rodeada de gente inteligente??
- "Deu? Mas então como é que ele percebia, os computadores não têm braille..."
Mandem-me qualquer coisa para cortar os pulsos, pode ser?
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Dia 4
- adoro quando os serviços empurram responsabilidades para cima uns dos outros;
- acho absolutamente delicioso que as caixas colectoras de esgotos deste prédio (e sabe-se lá de quantos mais!) estejam dentro do edifício (no meu caso, na casa-de-banho), confortavelmente tapadinhas com os mosaicos do chão;
- acho estupidamente produtivo ontem ter tido 15 pessoas de volta do meu buraco (salvo seja!!) e ninguém saber do projecto do prédio, para evitar partir o chão todo à procura da caixa que está entupida e manda a merda toda para aqui (felizmente o termo "merda", hoje, refere-se a tralha tipo: fraldas, cotonetes, toalhetes de bebé, cascas de queijo, pedacinhos de presunto, ...);
- vou ter em consideração a ideia da Deca: "já consideraste a ideia de teres por ai um penico?";
- estou absolutamente cheia de frio;
- tenho 500 chamadas telefónicas para fazer e não me apetece;
- é frustrante querer mandar uma mijinha e não poder. É tal e qual como morrer de sede a olhar para um copo de água! E ainda levo com estas gajas doidas:
Smootha diz: estou gelada
K diz: eu tb até a crica está gelada hihi
Smootha diz: lol n me faças rir q me mijo!!!
- está a ser considerada a hipótese de nos mudarmos de instalações (ui... sério?);
- estou farta desta MERDA!!!!
P.S.: Isto será retorno do universo, aquela treta toda do livro O Segredo? É que me lembro de ter sentido alguma inveja quando vi as novas instalações da minha colega.
Instalações novas...
Numa praça movimentada...
Com muito comércio...
Ar condicionado...
Casas de banho independentes...
Um plasma..
/me suspira...
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
LGA (Loucura Global Alheia)
G diz:
Linda, vou ter de sair mas vou-te deixar uma coisa que me deixou muito inquieta
Raquel diz:
? olá
G diz:
não tenho pensado noutra coisa....
http://www.youtube.com/watch?v=uXQt8BGVyGc&feature=related
é mais pelos meus filhos, põe-te no meu lugar... depois dá-me a tua opinião...
Raquel disse (13:47):
ó miúda
era mm para mim que querias enviar isto?
G diz:
era
vi-te iniciar a sessão
sei k parece parvo...
mas tou um pouco alarmada
n sei se hei-de acreditar, se não
mas existem coisas k têm acontecido a nível mundial k dá para juntar as peças do puzzle
Raquel diz:
e acontecerão sempre, miga...
repara q nunca ngm ligou às profecias de nostradamus e só depois de as coisas acontecerem é q as interpretaram
para mim é a mm coisa e mais a mais, qdo e se tiver de acontecer, acontece...
G diz:
mas a minha preocupação são os meus filhos
imagina se não tento fazer algo agora... não é na própria altura que vou tentar salvá-los
Raquel diz:
mas tentar fazer o quê?
G diz:
não keria correr esse risco...
criar um abrigo, começar a juntar mantimentos, prepará-lo para ser habitável durante cerca de 5 anos
mas não consigo sem criar uma comunidade
a sério Raquel eu não consigo pensar noutra coisa
faz uma pesquisa sobre os abrigos subterrâneos em todo o mundo...
existem comunidades algures na ásia k já estão a viver em grutas
eu sei k a esta altura deves estar a pensar... "bem... esta tá com uma granda pancada"... mas se eu não tivesse dois filhos não estava tão preocupada, acredita
eu só kero protegê-los
Raquel diz:
sabes quantas vezes o mundo já esteve supostamente para acabar, G?
G diz:
eu sei
o meu namorado diz-me o mesmo
mas os profetas podem errar por uns anitos… em vez de 2000... 2012
eu estou é a imaginar-me na hora H, a querer encontrar uma forma de salvar a minha família e não ter porque não tomei as devidas providências anteriormente
Raquel diz:
e antes do ano 2000 houve muitas mais
G diz:
olha, n sei
já n sei no k é k hei-de pensar... mas agora diz-me... o k é k as pessoas ganham em enviar estes avisos?
n estamos a falar de interesses económicos nalguma coisa, como esta cena dos medicamentos para a Gripe A
Raquel diz:
às vezes é apenas pelo protagonismo
G diz:
estamos a falar de alguém k nos está a avisar... e k nos diz k se kisermos, podemos ficar parados e não acreditar... mas pelo menos fomos avisados
achas????
olha, dscp estar a sarnar-te a cabeça com estas parvoíces, mas é a preocupação da progenitora quem tá a falar mais alto
Raquel diz:
acredito, mas acho que n tem fundamento, querida
vive a vida um dia de cada vez, leoa
G diz:
o meu dever é proteger os meus filhos... e vejo-me numa situação mto complicada
achas k n tem fundamento os dirigentes mundiais quererem acabar com o excesso de pop mundial?
só tenho medo de me vir a arrepender da minha inércia, daki a 2 anos
Raquel diz:
sempre houve loucos...
querida: se morrermos todos, n temos tempo de nos arrepender de nada
G diz:
para tudo... aí tá
n te faz confusão haver uma crise económica mundial?
o problema é o tempo k vais passar em sofrimento, até morreres...
kd há crise económica mundial, ker dizer k há dinheiro k tá a ser canalizado n sei para onde...
pk o dinheiro n deixa de existir, certo?
olha... axo k isto tá a dar cabo da minha sanidade mental....
Raquel diz:
acho que devias deixar de pensar nisso
se há coisa q aprendi, é a não me ralar com o amanhã
G diz:
e agora??? como é k deixo.... tinha de me dar um ataque de amnésia
isso é pk não és mãe...
desde o momento k és mãe, começas a preocupar-te com outras coisas
eu podia morrer já amanhã... o meu problema é como vai ser com os meus filhos...
mas esquece
os meus alunos já estão a acabar de passar o texto... tenho de lhes dar atenção
a miga n te xateia mais
a miga maluca... Eh!Eh!
Raquel diz:
tonta
G diz:
O meu namorado diz k eu desde k vi isto, nunca mais fikei a mesma
n me consigo abstrair... tou sempre a pensar
eu nunca fui fraca de mente, n compreendo
Raquel diz:
e depois n dormes e depois ficas doente e o mundo não acaba e n tás a ser boa para os teus filhos....
G diz:
ya...
o stress tb n ajuda
tá uma amigo online comigo k diz para eu ter cuidado
k flipei da cabeça
"G ..... tu estas a bater mal .. desculpa que te diga ........."
ai pá Raquel, será k tou????
Raquel diz:
eu acho que tás...
G diz:
Ai pá Raki...
Raquel diz:
amiga...
conselho de quem n é mãe e que adora estar viva:
G diz:
lol
Raquel diz:
vive um dia de cada vez e usa-os para desfrutares dos teus putos
G diz:
ya... vou tentar
Raquel diz:
vais CONSEGUIR, ó leoa!!!!
G diz:
eu bem aviso os meus filhos... k me dão conta da cabeça e qualquer dia vão ter k me ir visitar ao manicómio
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Nem sei que título dê a isto....
The Poet and the Pendulum - Nightwish
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Já fumega! (de onde conheço isto?)
Ontem, a hora de fazer o jantar, foi um pouco atrapalhada, como sempre que estamos ambas na cozinha. Entre a minha “hábil” pilotagem do fogão e o facto de tantos anos depois ela ainda não saber onde guardo o quê, as coisas demoram, e nem sempre o que está ao lume, tem tempo de esperar.
Os hambúrgueres estavam prontos, já de lado com a cebola frita, eu a sacar as batatas fritas com a escumadeira e espreitei que os ovos já tinham passado do ponto. “Dá-me outra escumadeira.” Apago o lume dos ovos e desvio a frigideira para o lado e continuo a sacar as batatas enquanto esperei pela escumadeira. Larguei as batatas um pouco, a prioridade eram os ovos, e começo a po-los nos pratos. Acabei de pôr todas as batatas no papel absorvente, ponho-lhes sal e finalmente: mesa!
Entre garfadas e TV, começo a pensar que devo estar extremamente cansada, ensonada, pois é a única coisa que me ocorre quando começo a ver tudo turvo. Mas… olhei para cima e vi… uma nuvem de fumo branca! Volto-me para trás e… não desliguei o bico do óleo! Toda a frigideira fumegava! Sem grandes coisas, apaguei o lume e minutos depois espetei com a frigideira no quintal. O fumo entretanto baixou, e jantar na cozinha tornou-se impraticável, pelo que pegámos nos pratos e abancámos no quintal!
Mas este episódio fez-me lembrar de outro, de contornos parecidos.
Passou-se há uns 10 ou 11 anos. Aniversário da C. Não tínhamos planeado nada, mas surgiu a ideia de irmos buscar o M. a casa (já não vivíamos juntos nessa altura) e irmos os três jantar algures e arranjar qualquer merda para fazer.
Quando chegámos à rua dele, vimos fumo a sair de uma das janelas e mais adiante vimos que a janela era dele. Paramos o carro, chamamos por ele. Assoma à janela, envolto na fumarada que o deixava parecido a D. Sebastião surgindo do nevoeiro, desmancha-se a rir para nós e pergunta: “Então? Tudo bem?”.
“M., que aconteceu?” - “Nada de especial… Deitei fogo à casa. Querem subir, tomar um copo de leite ou assim?”
Bom, pensámos que ele tinha estado numa das suas invenções doidas e que a coisa tinha dado para o torto, mas tinha sido pior… Quando entrámos em casa foi indescritível. As paredes brancas estavam negras, os cortinados idem, a cozinha meio derretida e os canários… kaput! Morreram os dois.
“M… Que aconteceu aqui???”
“Esqueci-me do óleo ao lume…”
“Mas adormeceste ou quê?”
“Nem por isso” (risos…)
Acabámos por pegar nele (depois de ter tomado banho e vestir algo que não cheirasse a fogueira!) e fomos jantar. Depois do jantar, a festa!! Passámos por um hipermercado, ela lá foi comprar tintas, trinchas e rolos, detergente para a roupa e mantimentos para a noite. Sim… A festa foi na casa do M.! E foi de arromba!
Nunca limpei tanta fuligem na vida! Toda a casa estava negra! Lavei tudo quanto eram cortinados e colchas de cama. Aquele estendal foi sempre a dar-lhe all night long. Enquanto as máquinas faziam, pintavam-se paredes, limpavam-se armários, lavavam-se janelas, fazia-se enterro de canários.
Eram 7 da manhã estava eu a pendurar os cortinados da sala, já completamente grogue do cheiro das tintas e afins (cof cof). Parámos, mortos de sede e fome, e atacámos o “farnel”.
“Epah, vocês são minhas amigas, estão aqui a ajudar-me em vez de irem à vossa vida, e eu tenho de vos contar a verdade…”
“Que não adormeceste já eu sei…”
“A S.(vizinha do r/c) tocou à campainha, fui lá abaixo ter com ela, ela disse que não era para demorar, por isso nem apaguei o lume. Só que cheguei lá abaixo e as coisas aqueceram… Foi mesmo ali no vão de escada…”
Foi assim, que passei uma noite em claro, com duas pessoas (o meu primeiro ménage à trois!), estoirada até não conseguir juntar duas sílabas. Por uma queca num vão de escada, que nem sequer me envolveu a mim!
(É caso para dizer que fui fucked e nem gozei…)
Lindo, lindo, foi a cara da mãe dele, quando chegou perto do meio dia… Estava tão lixada com ele que me perguntou se não o trazia para minha casa morar comigo.
“Não, São… Morei com ele ano e meio. Agora curei-me!”
terça-feira, 18 de agosto de 2009
terça-feira, 28 de julho de 2009
Adivinha-se semana comprida….
Tenho mantido duas janelas do msn abertas em simultâneo. O meu descontentamento é tão grande, que ligo um deles apenas pelo prazer de maltratar duas ou três personagens.
Isto apenas mostra o meu lado pior. Mas vendo as coisas pelo lado positivo, ao menos não me estou a maltratar a mim própria…
Continuo à tua espera, não sei é de que estás TU à espera para dar à costa. A minha paciência tem limites e estou quase lá…
Tirando isso, a gargalhada do dia ficou por conta de um mail que recebi, acerca do qual eu apenas consigo pensar: “Antes de a emissão ir para o ar, já eu tinha bordado corações a ponto de cruz na gravata dele e fechado a boca dela a ponto grilhão!”.
E tudo à conta de um comentário, do qual já nem me recordava… (e agora, mail ao simpático amigo a agradecer o contacto com o aviso (e que raio de jornalista não descobre perfis do blogger???) LOL)
P.S.: Se quiserem ver um qualquer-coisa sobre o tema Ter ou não ter filhos, vejam na sexta-feira 31 o Você na TV. Mas vos garanto que a mim não me vêem lá!
sábado, 27 de junho de 2009
Não resisto a estas pérolas!
Porquê? Porque escrevemos bem a língua de Camões? Porque não escrevemos barbaridades como "Brigadim!" ou outras coisas do género?
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Se isso era para me engatar, saiu-te ao lado LOL
(Para quem pensou em cenas menos próprias, estive a montar discos virtuais!!)
luis diz:
*és demais
*:D
Smootha diz:
*ya, eu sei
luis diz:
*o gajo não se mexe porquê?
*eheheheh
*conta
Smootha diz:
*a drive não funciona, apenas isso
luis diz:
*está tudo bem contigo ?
Smootha diz:
*yep
*e ctg?
luis diz:
*eu a pensar: arranjou um gajo
*ahahahahah
(inveja, queres lá ver...)
Smootha diz:
*pra que raio quero eu um gajo, não me dizes?
luis diz:
*sei lá
*isto é, até sei
*vou ligar o candieiro
(já nem me vês bem!)
*porque sen
*pois é isso não sei do teclado
Smootha diz:
*n sabes do teclado?
(estás lindo, estás...)
luis diz:
*um gajo serve para....
*talvez o som da voz masculina
Smootha diz:
*isso é cool
luis diz:
*o sentir a mão diferente
*o sentir o cheiro
* o sentir de quem nos toca, o sentir de quem nos quer comer com paixão
(epah... que momento raro de inspiração é esse?)
*o sentir que alguém nos vai fazer chegar àquilo que quisermos mas não sabemos como isso se chama
* um gajo que olha para nós, que se ri que diz coisas
*enfim, um gajo
(mas costumas ter gajos a olhar para ti?)
Smootha diz:
*bah
luis diz:
*ahahahahahah
*porque és assim?
*tens de entender tudo...
*um corpo de um homem bem cuidado, liso, lindo, em que tu podes fazer tudo
*beijar, mimar, tocar, abraçar sem que ele te diga nada
*até te podes vir e ele acompanha-te
*não é bom?
Smootha diz:
*deve ser
(deves pensar que ensinas o Pai Nosso ao Vigário, não?)
(Tu passas-te meu? Enganaste-te na janela, Luisinho? Aii se eu conto à C.!)















