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terça-feira, 5 de agosto de 2014

A volta à vida em meia dezena de linhas (valor aproximado...)

Neste últimos tempos, estás-te a ver submetida a uma grande tensão de nervos

Espero que não me peças a lua, senão fazes-me ir procurar uma escada

E tiveste muita sorte...a tua estrela do céu, olhou por ti

PENSAAAAAAAAAAAA

Abre os olhos

Foi tudo muito bem armado, hein?

Nada disso. Eu tenho TOTAL confiança em ti...

Mas melhor que tudo, teres a liberdade de fazeres tudo o que te apetece

Principalmente, quero ver te sorrir, ver felicidade no teu olhar

Criaste um desejo de posse...sufocante...
Queres que jogue tudo pela janela fora?



Depois apareceste tu

Tu nem sabes o que me deste...

Mas porque não? ele é real...existe

Mas não quero viver nesta angustia

Estás a fazer-me isso sabendo que já não tenho qualquer armadura

Isso agora foi despropositado...

Peço te perdão...é a minha forma estúpida de ser

Mas quantas vezes mais me vais pedir perdão?...

Eu já vi que quando tenho um problema perco a razão
Vou me controlar...quero que te orgulhes de mim
Por mim, por ti, pela minha sanidade mental
Vou fazer tudo para me controlar..e teres orgulho de mim

Já viste o meu lado negativo...só falto eu ver o teu

Se for para te fazer sofrer, nunca to vou mostrar

Também sei que mudas muito rápido
Mas não podes descontar em mim....
Toda a razão...acabo sempre por magoar os que mais amo

Sou (...), espalha brasas
As outras, passam ao lado...cada um que resolva as suas
Eu não sou mau...posso ser é chato...burro estúpido
Neste mundo ninguém dá nada a ninguém assim de mão beijada




Boa parte?? todo o dia...
Tens dito dessas coisas, apesar de eu não comentar

Achas que isto tem cura? não... é crónico

Sabes?cada vez mais me considero apenas uma peça duma grande máquina, de uma engrenagem que nos absorve...

EU QUERO QUE ESTA MERDA TODA SE FODA...mas não posso reagir assim...foi um galardão altíssimo, que todos desejavam e me preferiram a mim

Ok, avançamos então...
Nem que a vaca tussa...

Já me devias conhecer o suficiente para saberes que conversa de dinheiro não me diz nada

O amor é cego e não lê em condições
Claro, como bom escroque, tinha que ser bom mentiroso também
São demónios que trago dentro de mim...

Ahhhh...mas se queres eu arranjo te uns pratos velhos pra tu partires
Saiu te este encomenda, agora aguentas...
E então agarra se a ela, como um náufrago no mar a uma tábua de salvação
Mesmo que sejas uma lapa chata..... :P

Ah sim, tu és a supermulher...

Sou consciente...antes de dizer qualquer coisa, tem que ser bem pensado
Exclusividade...

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Flying

Somebody Said Goodbye - Enya

Summer. When the day is over

there's a heart a little colder;

someone said goodbye,

but you don't know why.

Somewhere there is someone keeping

all the tears they have been weeping,

someone said goodbye,

but you don't know why.

Is there a reason

why a broken heart begins to cry?

Is there a reason

you were lost although you don't know why?

Give me a reason

why you never want to say goodbye.

If there's a reason,

I don't know why.

Always looking for a meaning,

all the time you keep believing,

but I don't know why

you won't say goodbye.

Even when the sun is shining

you don't see the silver lining,

but I don't know why

you won't say goodbye.

Is there a reason

why a broken dream can never fly?

Is there a reason

you believe and then you close your eyes?

Give me a reason

why you hide away so much inside.

If there's a reason,

I don't know why.

Is there a reason

why a broken heart begins to cry?

Is there a reason

you were lost although you don't know why?

Give me a reason

why you never want to say goodbye.

If there's a reason

I don't know why.

I don't know why.

I don't know why.

I don't know why.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

I miss my bed...


sábado, 9 de junho de 2012

Para ontem? É pra já!

... (olhar introspectivo)

... (idem)

... (só mais um pouco, assim entre o lânguido e o alienado)

... (não, não é xanax!)

Epah!, não quero, de todo, queixar-me da falta de tempo, blá blá, do trabalho a mais blá blá blá e tampouco dos níveis de loucura a que me tenho submetido blá blá cof cof blá.

Mas o facto, é que me deu na telha de escrever.

Escrever, escrever, escrever.

Como nos outros tempos. Escrever o que me dá na bolha, na real gana e acima de tudo, o cu é meu! Não que o dito seja chamado prá conversa, atenção...

Então vou falar…. da loucura. A loucura de que me tenho visto rodeada ultimamente, que aos poucos se torna uma teia de aranha, tecida tão diabólica e conturbadamente, que torna difícil saber se sou aranha ou apetitosa presa entrelaçada.

Não, nenhum dos casos se aplica a mim. Sou antes parte da diabólica teia. A Dona Aranha (não tem nada a ver com os Ornatos!) é bem conhecida de todo o meu bom povo e não vale, por isso, a pena identificá-la aqui.

A falta de tempo entra em campo, quando se entra ao serviço em horas díspares, e as horas de saída são uma incógnita. A falta de tempo é evidente, quando a lista To do, tem 80% dos itens assinalados como URGENTE ou PARA ONTEM.

A loucura é evidente pela quantidade de gargalhadas que se soltam quando o cansaço exige lágrimas e bocejos. Quando o assunto é sério, mas mesmo assim nos obriga a abraçar a barriga de tanto rir. Quando se descobrem dúzias de novos cabelos brancos, que não se deitaram connosco.

Quando se consultam três agendas diferentes para saber que reuniões se tem nesse dia. Quando se pensa na quantidade absurda de actas que estão a ficar “desprezadas” desde os idos de Abril…

Quando me apercebo de que ainda nem sequer dei uma única hora de formação. Quando já pintei, martelei, desbastei e quiçá muitos outros “ei’s” e ainda não me consegui sentar a preencher uma BD.

Acabo por me queixar do vago, porque não posso falar do concreto. Obviamente!

terça-feira, 15 de maio de 2012

(ainda) é Quarta-feira!! yeah! (not)

Por este andar, não chego aos 41…

Planos? Quais planos? Sim, pontos de interrogação aos molhos, montes e montinhos.

E vou (tentar) dormir, como quem joga ao “Chefe manda”.

bilu bilu

terça-feira, 1 de maio de 2012

Sonhos múltiplos…

Não gosto muito de utilizar a palavra “amálgama”, mas talvez seja a que melhor se aplica ao meu estado de alma, a tudo o que assimilo(ei), a tudo o que giro, e a tudo o que crio. Uma verdadeira amálgama, para a qual busco um diferente nome.

Não sei quem sou, que alma tenho.

Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo. Sou variamente outro do que um eu que não sei se existe (se é esses outros).

Sinto crenças que não tenho. Enlevam-me ânsias que repúdio. A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me aponta traições de alma a um carácter que talvez eu não tenha, nem ela julga que eu tenho.

Sinto-me múltiplo. Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos que torcem para reflexões falsas uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas.

Como o panteísta se sente árvore [?] e até a flor, eu sinto-me vários seres. Sinto-me viver vidas alheias, em mim, incompletamente, como se o meu ser participasse de todos os homens, incompletamente de cada [?], por uma suma de não-eus sintetizados num eu postiço.

Fernando Pessoa, in 'Para a Explicação da Heteronímia'

Sei que não devo posso ficar por aqui. “Parar é morrer” é um cliché demasiado vasto, há por aí algures algo mais a que sei que posso jogar a mão. Talvez seja uma porta ainda por abrir, talvez esteja já no alpendre, a mão a lançar-se ao encontro da maçaneta. Talvez. Mas não o vejo e talvez esteja bem na minha frente.

Sonho. Não sei quem sou neste momento.
Durmo sentindo-me. Na hora calma
Meu pensamento esquece o pensamento,
Minha alma não tem alma.
Se existo é um erro eu o saber. Se acordo
Parece que erro. Sinto que não sei.
Nada quero nem tenho nem recordo.
Não tenho ser nem lei.
Lapso da consciência entre ilusões,
Fantasmas me limitam e me contêm.
Dorme insciente de alheios corações,
Coração de ninguém.
Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

De pouco ou nada me serve auto-carpir dores que ainda não tenho, mas na incerteza da sua chegada, é prudente que me anteceda. Precavida. Olhos na nuca. Visão ampla.

Whatever

terça-feira, 20 de março de 2012

Detesto!

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Estou com uma moca descomunal!

Open-mouthed smile

Pah… Má altura para as palavras darem tantas voltas no meu cérebro.

Open-mouthed smile yo

 

 

terça-feira, 13 de março de 2012

Format brain:


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

És tu e eu…

“Quantas vezes eu mesmo, que rio de tais seduções da Fernando Pessoa 02distração, me encontro supondo que seria bom ser célebre, que seria agradável ser ameigado, que seria colorido ser triunfal! Mas não consigo visionar-me nesses papéis de píncaro senão com uma gargalhada do outro eu que tenho sempre próximo como uma rua da Baixa.”

Livro do Desassossego

Fernando Pessoa

Composto por Bernardo Soares,

Ajudante de Guarda-livros na cidade de Lisboa

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Programming

Mais um início de semana, pré-programado até dizer mais não.
Entre preparações, reuniões e ideias que vão chegando aos poucos, muito há a fazer, e surgiu-me a necessidade de compartimentar as tarefas em momentos estanques, para não me falhar nenhuma.
Que me perdoe quem sinta a minha falta, mas não vou ter grande tempo para visitas de cortesia (ou não), mas dizem-me os astros que estou numa fase produtiva, e mal de mim contrariar o poderoso Universo.
Assim, entre as mil e uma trivialidades de quem bule em casa, vou passar muito pela escrita, pela pesquisa e uma espécie de self-brainstorming que me tem atacado passim.
O meu ponto criativo tem-se tornado numa amálgama de post-its coloridos, que registam as ideias que me surgem a meio de uma outra tarefa qualquer, e vão sendo pespegados em qualquer superfície que se aflore repentinamente aos olhos. Estão ali. Vou precisar deles não tarda nada.

domingo, 25 de setembro de 2011

Post (com) sentido (e com músicas de fundo…)

Sou incapaz de trabalhar mergulhada na solidão do silêncio.
Talvez pelo hábito de tantos anos a trabalhar sob stress, as coisas para ontem, o trabalho com side-talking, tudo isso me moldou a trabalhar assim (e a consegui-lo).
Tendo a TV como “música de fundo” ou o MP3 a bombar, tudo me serve de pretexto para dar andamento ao fluir do trabalho, mesmo em pleno bus!
A escrita sai-me de forma produtiva, fértil em ideias. Tem sido extremamente gratificante trabalhar com este estímulo.

Got a job
that's okay
but they've got me workin' night and day.
Ando… eléctrica, electrificada, electrizante (?). Não quero e não posso parar. Nem de escrever o que tenho escrito, nem de materializar os meus pensamentos. Sinto-me até… imprescindível, única, intocável…
E pensar que um dia disseram que não era meu… O que perderam, meus senhores… O que perderam!

No plano da execução, as últimas semanas têm sido cansativas, desgastantes, stressantes, perigosas (!), estimulantes e divertidas.
Alguém da turma 1 contagiou uma sala inteira (eu incluída) com o ritmo Zouk (Não fazem ideia de como saíram as Estradas da Vida! Trabalhos espectaculares!):
 
Os dias vão passando, os meses têm voado através de mim. Continuo a sorrir, mas lembro-me de chorar de quando em vez, sempre que ME faz falta.
Tenho tantas, mas tantas novidades a contar!
Mas ainda não está na altura certa….

Talvez não para vós, mas para mim, este texto faz todo o sentido.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Quando a máquina não obedece à Máquina

ou:

Quando a Máquina não acompanha a máquina…

la machine

domingo, 27 de março de 2011

Home alone

Já há muito tempo não experimentava este autêntico Spa cerebral, que está sempre tão próximo e no entanto tão pouco acessível: silêncio…

Sem a necessidade de prestar atenção nas palavras de outros, sem a obrigação de articular uma resposta, sequer um simples monossílabo…

Isto é realmente… paz!

Não passei o dia a meditar, mas aproveitei para arrumar muitos assuntos nas respectivas gavetas, e outros pendentes do mesmo tipo.

Há uns dias atrás detectei a presença de um intruso na minha sementeira:

PICT1069

Deitei por cima da sementeira aquele granulado verde maravilhoso que além de manter afastados estes intrusos, aos incautos que se aventuram a cruzar a fronteira entre os seus mundinhos e os meus vasos… zás!, morte certa por desidratação.

 

PICT1068

Não mostrei o desenvolvimento da minha sementeira, mas posso desde já dizer que fiquei felicíssima quando brotou um rebento fortíssimo no dia 23 de Março:

23Março - primeiro revento de pluma(2)

De dia 23 até hoje… grandes desenvolvimentos na cultura.

PICT1070

Estes rebentos são todos das plumas de galo. Das bagas de goji e dos mini-girassóis, não há ainda novidades.

 

 

 

E esta louca não parou nem um segundo. Mas não me cansa, deixa-me feliz.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

“Tens-te pesado?”

Ponto número um: as festas natalícias arruinaram a minha linha. Não que esteja assim “gorda”, mas o suficiente para todas as noites ser olhada em silêncio e surgir a pergunta: “Tens-te pesado?”.

- “Porquê? Achas que estou gorda??

- “Não… Estás boa assim…

Fico por uns segundos a olhar o espelho de lado, ou melhor dizendo: olhando o traseiro de lado, pelo espelho. Não estarei assim tão gorda. Se calhar é mesmo o que ela diz: estou boa e ponto final. E se está bom… não se mexe!

Ponto número dois: já começo a notar as calças um pouquito apertadas, é certo. Ora: se por um lado é porreiro que até me achem no ponto, por outro lado… estou uns pontos acima daquilo que queria!

Conclusão: há necessidade de perder uns centímetros, sem entrar em dieta. Sim, porque cada vez mais, comer é um prazer e diga-se de passagem que ando a alarvar (não é um verbo cheio de pinta, mas adequa-se).

Ora tendo em conta que (re)comecei a cozinhar coisas boas (logo: mais saudáveis), comecei também a utilizar produtos naturais.

Além de fazer o pãozinho em casa, com sementes de linhaça ou com sementes de sésamo (e não raras vezes com esse produto dietético fantástico que dá pelo nome de chouriço de carne ou pelos maravilhosos frutos de seu nome azeitonas), foram–me também “apresentadas” pela Kotta as Bagas de Goji.

E perguntam vocês agora: “O que são bagas de Goji?

Ora! Tenham dó! Google it!

OK, fora de tretas. Quando a Kotta me falou disto, pesquisei um pouco e descobri que se trata de um fruto com grandes poderes antioxidantes. É claro que logo ali aquela parte do “anti” me chamou a atenção e continuei a ler.

Não sei ao certo qual o site que li nessa noite, mas hoje, em pesquisa, encontrei neste a mesma informação, que gostaria de comentar convosco.

A título de informação nutritiva do dito fruto, destaco:

  • Contém 19 aminoácidos, incluindo 8 aminoácidos essenciais.
  • Contém 21 minerais, incluindo Germânio, com actividade anti-cancerígena.
  • Contém grande teor de proteínas.
  • Contém o espectro completo de carotenóides antioxidantes, incluindo Beta-caroteno (em maior concentração que a cenoura) e zeaxantina (protector dos olhos). O Goji é a maior fonte de carotenóides conhecida.
  • Contém 2500 mg de vitamina C por 100 gramas da fruta. (Adeus laranjas!!)
  • Contém Beta-Sisterol, fito-nutriente com função anti-inflamatória, que ajuda também a equilibrar os níveis de colesterol e pode ser usado no tratamento de impotência sexual e equilíbrio da próstata.
  • Contém ácidos gordos (ómega 3 e 6), que são necessários para síntese de hormonas e regula o funcionamento do cérebro e sistema nervoso.
  • Contém Cyperone, um fito-nutriente que traz benefícios ao coração e à pressão sanguínea.
  • Contém Physalin, fito-nutriente usado nos transtornos da hepatite B.
  • Contém Betaína, fito-nutriente usado pelo fígado para produzir colina. A betaína dos grupos metil, promovendo reacções energéticas no corpo, ajuda a reduzir o nível de homocisteína, um factor de risco em problemas cardíacos, protege a célula ao nível de DNA.

Ora, depois de ler isto, em vários sites, qualquer um fica mais curioso ainda…

Então… deixamos todos de ir ao médico!

Analisemos os benefícios daquelas baguinhas:

  • Protege o corpo do envelhecimento e aumenta a longevidade (Vou desafiar a gravidade!)
  • Promove a energia e bem-estar em geral
  • Protege contra doenças cardio-vasculares e inflamatórias
  • Fortifica e mantém um sistema imunitário saudável
  • Alguns estudos apontam como tendo propriedades anti-cancerígenas
  • Combate a artrite
  • Baixa o colesterol (Mais tarde poderei confirmar isto ou não…)
  • Equilibra os níveis de pressão do sangue  (Idem…)
  • Ajuda no processo digestivo e na perda de peso (Olarecas idem…)
  • Melhora os níveis de insulina nos diabéticos
  • Melhora as cataratas, a visão turva e a audição (Ora aqui está algo onde preciso de ajudinha…)
  • Fortalece e suporta a função saudável do fígado e dos rins (Acho que nesta parte já está comprovado, tal é a correria para o WC…)
  • Fortalece os ossos e os tendões (Será que o meu joelho direito vai deixar de doer?)
  • Mantém um sistema nervoso saudável
  • Protege a pele dos danos causados pelo sol
  • Aumenta a líbido e o desempenho sexual (Não é preciso fazer muitas contas… Bagas de Goji + Comprimidos azuis do colesterol = sou capaz de desaparecer por uns tempos!)
  • Promove a fertilidade (Cruzes credo!!)

Para além de tudo isto, o dito site diz ainda que as Goji berries têm a propriedade de fazer rir e sorrir durante o dia todo.

Se eu já passo o dia a fazê-lo (a rir, entenda-se!), posso muito bem ser (finalmente) apanhada pelos senhores da bata branca e ser encaminhada para o palácio das janelas verdes…

E se estão curiosos com este fruto milagroso (nem que seja apenas psicológico), aqui está:

PICT0900PICT0902  

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BTW: It’s good to be back.

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Fonte: http://energiaemequilibrio.com/blog/novos-produtos/bagas-de-goji-o-que-e-o-goji-e-quais-os-seus-beneficios/

Fotos: Minhas

domingo, 4 de abril de 2010

O silêncio nem sempre reflecte algo menos bom. É apenas isso. Silêncio...

… e é tão, mas tão irritante quando nos bombardeiam com questões. “Porque estás tão calada? Não pareces tu…”, “O que se passa?”.

A verdade é que não me apetece. Não me apetece comunicar. Quero apenas estar em silêncio. É essa a minha natureza. Calo-me e observo. Observo e penso. Penso e tiro conclusões.

Pode parecer estranha a forma como por vezes me se(i)nto a observar, mas é isso que faço.

E depois há as gentes. Cada vez tenho menos paciência para as gentes. Estou a tornar-me intolerante face às gentes e desisti de lhes mostrar o meu ponto de vista. Pérolas a porcos… Em vez disso, sorrio e viro as costas.

E há mais. Mais coisas às quais estou a desenvolver defesas naturais.

Ghflglgdphqwh qdr vrx qrupdo…

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Sexto sentido

Não teria pensado que o que me aconteceu hoje fosse o sexto sentido feminino a funcionar, não fosse o comentário da Laura...
Tenho noção de ter acordado esta manhã, depois de ter sonhado que a minha colega tinha vindo ter comigo à sala, comunicar-me que se ía embora, porque tinha arranjado trabalho noutro sítio.

Mais tarde, ao sair do autocarro, lá estava ela, à minha espera.
Dirige-se a mim com o sorriso do costume e diz-me:
"Vim ter contigo só para te dar conhecimento de uma coisa. Vou-me embora..."
...
Naquele momento fiquei para morrer!
E ela continuou:
"Mas não vou embora do projecto!! Vou só para outro sítio. Agora o que importa saber, é se podes e se queres passar de meio tempo para tempo inteiro..."

wow...

Então não havia de querer?? Todos os dias no Vale, de manhã à noite? Claro que quero! :D
E porque raio não sonho eu que acerto nos números do Euromilhões, hein?

Assustador, não?

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

LGA (Loucura Global Alheia)

Eu tenho um karma carregadíssimo, não tenho??
Valha-me ele!




G diz:

 Linda, vou ter de sair mas vou-te deixar uma coisa que me deixou muito inquieta

Raquel diz:

 ?  olá

G diz:

 não tenho pensado noutra coisa....

 http://www.youtube.com/watch?v=uXQt8BGVyGc&feature=related

 é mais pelos meus filhos, põe-te no meu lugar... depois dá-me a tua opinião...

Raquel disse (13:47):

 ó miúda

 era mm para mim que querias enviar isto?

G diz:

era

vi-te iniciar a sessão

sei k parece parvo...

mas tou um pouco alarmada

n sei se hei-de acreditar, se não

mas existem coisas k têm acontecido a nível mundial k dá para juntar as peças do puzzle

Raquel diz:

e acontecerão sempre, miga...

repara q nunca ngm ligou às profecias de nostradamus e só depois de as coisas acontecerem é q as interpretaram

para mim é a mm coisa e mais a mais, qdo e se tiver de acontecer, acontece...

G diz:

mas a minha preocupação são os meus filhos

imagina se não tento fazer algo agora... não é na própria altura que vou tentar salvá-los

Raquel diz:

mas tentar fazer o quê?

G diz:

não keria correr esse risco...

criar um abrigo, começar a juntar mantimentos, prepará-lo para ser habitável durante cerca de 5 anos

mas não consigo sem criar uma comunidade

a sério Raquel eu não consigo pensar noutra coisa

faz uma pesquisa sobre os abrigos subterrâneos em todo o mundo...

existem comunidades algures na ásia k já estão a viver em grutas

eu sei k a esta altura deves estar a pensar... "bem... esta tá com uma granda pancada"... mas se eu não tivesse dois filhos não estava tão preocupada, acredita

eu só kero protegê-los

Raquel diz:

sabes quantas vezes o mundo já esteve supostamente para acabar, G?

G diz:

eu sei

o meu namorado diz-me o mesmo

mas os profetas podem errar por uns anitos… em vez de 2000... 2012

eu estou é a imaginar-me na hora H, a querer encontrar uma forma de salvar a minha família e não ter porque não tomei as devidas providências anteriormente

Raquel diz:

e antes do ano 2000 houve muitas mais

G diz:

olha, n sei

já n sei no k é k hei-de pensar... mas agora diz-me... o k é k as pessoas ganham em enviar estes avisos?

n estamos a falar de interesses económicos nalguma coisa, como esta cena dos medicamentos para a Gripe A

Raquel diz:

às vezes é apenas pelo protagonismo

G diz:

estamos a falar de alguém k nos está a avisar... e k nos diz k se kisermos, podemos ficar parados e não acreditar... mas pelo menos fomos avisados

achas????

olha, dscp estar a sarnar-te a cabeça com estas parvoíces, mas é a preocupação da progenitora quem tá a falar mais alto

Raquel diz:

acredito, mas acho que n tem fundamento, querida

vive a vida um dia de cada vez, leoa

G diz:

o meu dever é proteger os meus filhos... e vejo-me numa situação mto complicada

achas k n tem fundamento os dirigentes mundiais quererem acabar com o excesso de pop mundial?

só tenho medo de me vir a arrepender da minha inércia, daki a 2 anos

Raquel diz:

sempre houve loucos...

querida: se morrermos todos, n temos tempo de nos arrepender de nada

G diz:

para tudo... aí tá

n te faz confusão haver uma crise económica mundial?

o problema é o tempo k vais passar em sofrimento, até morreres...

kd há crise económica mundial, ker dizer k há dinheiro k tá a ser canalizado n sei para onde...

pk o dinheiro n deixa de existir, certo?

olha... axo k isto tá a dar cabo da minha sanidade mental....

Raquel diz:

acho que devias deixar de pensar nisso

se há coisa q aprendi, é a não me ralar com o amanhã

G diz:

e agora??? como é k deixo.... tinha de me dar um ataque de amnésia

isso é pk não és mãe...

desde o momento k és mãe, começas a preocupar-te com outras coisas

eu podia morrer já amanhã... o meu problema é como vai ser com os meus filhos...

mas esquece

os meus alunos já estão a acabar de passar o texto... tenho de lhes dar atenção

 

a miga n te xateia mais

a miga maluca... Eh!Eh!

Raquel diz:

tonta

G diz:

O meu namorado diz k eu desde k vi isto, nunca mais fikei a mesma

n me consigo abstrair... tou sempre a pensar

eu nunca fui fraca de mente, n compreendo

Raquel diz:

e depois n dormes e depois ficas doente e o mundo não acaba e n tás a ser boa para os teus filhos....

G diz:

ya...

o stress tb n ajuda

tá uma amigo online comigo k diz para eu ter cuidado

k flipei da cabeça

 "G ..... tu estas a bater mal .. desculpa que te diga ........."

ai pá Raquel, será k tou????

Raquel diz:

eu acho que tás...

G diz:

Ai pá Raki...

Raquel diz:

amiga...

conselho de quem n é mãe e que adora estar viva:

G diz:

 lol

Raquel diz:

vive um dia de cada vez e usa-os para desfrutares dos teus putos

G diz:

ya... vou tentar

Raquel diz:

vais CONSEGUIR, ó leoa!!!!

G diz:

eu bem aviso os meus filhos... k me dão conta da cabeça e qualquer dia vão ter k me ir visitar ao manicómio

domingo, 6 de setembro de 2009

Variar para quê?

Mais uma noite de insónia…

cama

sábado, 15 de agosto de 2009

Ponham-me travão…

Há pessoas capazes de nos surpreender, a qualquer hora, em qualquer lugar e de qualquer forma.

Esta noite, ao ligar o msn, recebo uma mensagem que me foi deixada offline, que singelamente dizia: “só aqui vim para dizer que te adoro”.

Também te adoro, querida! E vê se acabas a porra das férias, porque me fazes falta!

Depois… Bom, depois vem a madrinha (sim, porque só é afilhada quando sou eu a puxar-lhe as orelhas). Pedi-lhe tão somente, que me pusesse travão.

E tem a “lata” de responder:

Smootha: (…) mas vai-me pondo travão, please...

Madrinha: eu ponho, mas sinceramente custa-me fazê-lo, porque vejo-te tão bem e já te vi tão mal, que ao ver-te bem custa-me travar-te

espero que entendas (…)

Entendo, sim. Entendo tudo e entendo mesmo bem. Tem paciência, um dia chego lá, quando não existirem fantasmas, quando as águas não me sufocarem.

É assim que sei que estão sempre aí, desse lado, para me aturar e darem-me o vosso apoio. às vezes nem o mereço, mas vocês insistem…

Perguntaram-me hoje porque durmo pouco. Não sabem, mas durmo menos que pouco. Por vezes forço-me a isso, apenas para não ter sonhos que me acordem de forma abrupta. Mas de quando em vez, o cérebro é mesmo forçado a um shut-down. Já repararam que tenho dias e dias. E isso acontece precisamente nesses dias, quando o cérebro se recusa a cooperar mais, privado de sono.

Sei que faço mal, que me faz mal. Mas após um ano já me habituei a este ritmo, a manter todo o sistema em alerta, a não deixar que algo choque comigo, real ou não.

Os últimos quatro meses e meio têm sido de rápidas mudanças. Algumas não contava que acontecessem mais, mas aí estão.

Eu estou bem, sei e sinto que estou bem. E vocês sabem que não gritarei nunca por ajuda. Sabem identificar os sinais, por isso, ponham-me travão!

Quando?

Simples.

Enquanto a Lua enche…

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Presenças

Não costumo fazer caso daqueles mails que recebemos às toneladas, com correntes que supostamente não devemos quebrar, correndo o risco de algo de muito mau nos possa acontecer, regra geral cair-nos o piuiuau (que já me deve ter caído há tanto tempo que não me lembro de ter um) ou de nunca mais na vida termos sexo de qualidade (já provei que esta é 100% mentira!).
Ontem recebi um desses mails e a corrente era totalmente diferente.
Reconheçam-me ou não nas seguintes palavras, confesso que quanto mais lia, mais ficava na dúvida se o eliminava ou se o encaminhava.
Mais pela primeira frase, porque o resto do texto me soou àqueles filmes de terror baratos, durante os quais nos engasgamos com as pipocas de tanto rir do ridículo.
O mail começava com "Olá, sou a X e neste momento estou ao teu lado pois morri (...)."
Levo este tipo de coisas muito a sério, embora nunca me tenha embrenhado muito acerca deste aspecto da espiritualidade. Sei o suficiente para delimitar bem no que e em que acredito. E as presenças são uma delas.
Da primeira vez tive receio. Não entendia o que estava a sentir, não sabia se havia de ficar quieta ou se havia de fugir.
Com o tempo fui sentindo essas presenças de uma forma mais reconfortante, mais calma e tranquila. Nem sempre lhes dou importância, sendo umas mais fortes do que outras, havendo algumas, poucas, que me arrepiam, no entanto não as temo.
Talvez seja difícil compreenderem aquilo a que chamo de presenças, sem qualquer outro nome que lhes possa dar.
Quando alguém entra na mesma sala onde nos encontramos, ouvimos os seus passos, podemos ver pelo canto do olho que puxa uma cadeira e se senta ao nosso lado. Se a isto tudo retirarem som e imagem, o que vos sobra?
Apenas o que sentem. E aquilo que sentimos, provém de todos os sentidos...
Se algo passar em frente de uma televisão ou de algo que emita som, enquanto estiver no nosso caminho, esse som chega-nos de forma diferente. E o nosso cérebro apercebe-se dessa diferença, do som a encontrar um obstáculo que não estava lá antes.
Quase como acontecia quando ninguém entendia como eu sabia que algo estava ligado, mesmo que não emitisse som ou mostrasse alguma luzinha acesa. Apenas o sabia, ouvindo.
Neste momento devem pensar que se confirma aquilo de que sempre suspeitaram: que sou completamente louca. Mas não sou...
As minhas presenças são assim. "Ouço" o aproximar pela diferença do som, sinto do meu lado, nas minhas costas e, o mais "assustador", um ligeiro arrepio na nuca, como um sopro, o que felizmente é raro.
Não sinto medo destas presenças, porque na realidade, além de as novas sensações me assustarem no início, nunca me aconteceu nada de mal que "lhes" possa incutir.
Outro facto curioso, é sentir que algumas dessas presenças me são deixadas por alguém.
Aconteceu com o Xandre. Uma tarde passou pelo meu serviço, num daqueles dias em que estou com os azeites, e depois de se certificar de que eu ficava bem, despediu-se e saiu.
Mas continuei a senti-lo ali, por detrás da minha cadeira. De uma qualquer forma estranha, sei que era ele, ou projecção da sua preocupação e pela necessidade de se certificar de que eu ficaria bem e sem cometer algum acto tresloucado.
A presença que então senti nas minhas costas, deixou-me calma e com a sensação de que de facto não estava ali sózinha.
No meio da rua não as sinto, talvez por existirem tantas fontes de som, que não consiga isolar uma única. E talvez não acreditem que já tenha acontecido estar com um de vós e estar mais algo connosco. Há alturas em que tenho mesmo de olhar à minha volta para me certificar de que não está de facto alguém ali, tal é a sensação de presença.
Tenho também alturas em que "brinco" com as presenças, se estiver mesmo sózinha, claro! Chego a falar-lhes, não que isso constitua uma forma de comunicação, não há nada de resposta ao que eu digo, nada disso. Muito menos objectos a voar pelo ar. Deixo isso para os filmes, mas também para um outro post, qualquer dia.
Ou então, ignoro-as... Enfio os phones nas orelhas e aí não há nada que se meta entre mim e o som, e se andam por lá, nem dou por elas. E não o faço por receio, mas mesmo por querer estar só.
E porque acredito nestas presenças?
Tão simples quanto acreditar que tudo à nossa volta é energia. E energia não tem forma.
Têmo-la dentro de nós, acima de nós e à nossa volta.
Por isso levo a sério um mail que comece com "Olá, sou a X e neste momento estou ao teu lado pois morri (...)", mas não consigo levar a sério que a X, por mail, tenha morto o João à facada quando foi à cozinha preparar uma sandes, ou o Eric que se viu desde o tecto, a ser trespassado por lanças na cama, e tudo porque não encaminharam o bendito mail, que não serve para mais nada além de recolher endereços de correio electrónico.
Estou viva, não vos escrevo de um além obscuro, o que significa também que eliminei o mail.
Não tenho, portanto, o espírito preso numa mensagem electrónica, que irá mais tarde matar alguém inocente.
Acredito que tudo o que de bom e de mau fizermos nesta vida, nos será devolvido, mais cedo ou mais tarde. E eu às vezes até sou uma menina má...
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