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quarta-feira, 5 de junho de 2013

O momento impõe-se! (Da e pela sanidade mental…)

Se os dias têm rendido? Não.2860a65767a96a79384508ea64849e89

Se sinto a minha cabeça a funcionar e a minha paz de espírito de volta? Não.

Se tenho descansado? Sim.

Se tenho dormido? Sem sombra de dúvida!

Que têm então estes dias de diferente dos outros?

O LOCAL!

O que tenho feito então?

428821_504339426248427_867310458_nTenho redescoberto o poder “milagroso” de um sem-fim de produtos domésticos, que me têm dado algum (friso “algum!”) prazer nas tarefas domésticas.

Tenho paralisado com o cerco das vespas, tenho a roupa para lavar em dia, tenho incontáveis cestos de roupa para engomar, tenho algumas ideias para costurar, gatos para mimar, receitas para experimentar, álbuns para ouvir, livros para ler, sentimentos para redescobrir, caveiras para me assombrar, enfeites de natal para retirar, gripe para curar, …155205_1600008993763_1233328_n

Os dias estão a passar devagar, mas ao contrário do que é hábito, tenho-me mostrado serena, como se protegida de uma camada repelente 182546_447537261973253_1673650360_nde stress. Como se naquela noite tivesse despido uma fatiota antes de entrar em casa, e tivesse deixado todos os problemas e inquietações nos bolsos.

Estes momentos de calma lucidez não vão durar para sempre, estou ciente disso. Mas durem o que durarem, atenuam de certa forma a impotência dos dias que vou sentindo, a amargura de remar contra uma maré que não é a minha.

246812_506368049378898_1297716271_nVou, por isso, deixar correr estes dias, sem planos, sem perspectivas definidas, que me possam levar à frustração, àqueles níveis lá tão em baixo que dificilmente conseguimos trepar.

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sábado, 27 de outubro de 2012

7h3 71m3 1s n0w...


Enquanto vocês ficam por aí a degladiar-se com (...), prefiro (de longe!), carpir as minhas dúvidas existenciais.

Estou em crer que aquela strange-little-thing-called-love, quando não é atendida à porta, arranja forma de entrar pela janela.

Tenho estado a viver dias estranhos. Nem sei por onde começar, de facto... Às vezes acordo e sinto-me a cair numa queda sem fim à vista. Tanto tempo depois, sinto que ainda estou na mesma situação.
E com a mesma disposição...
 É estranho, tentar organizar a mente, recompartimentar as dúvidas e chegar à conclusão de que temos um tornado anexado à nossa vida, que nas nossas costas desorganiza tudo de novo. E é aí que começam as dúvidas... "O que estou a fazer é a coisa certa a fazer?"
Nunca antes na vida como agora, a frase chave entre colegas fez tanto sentido, "temos de rir para não chorar".
Não tenho feito outra coisa, dia e noite, mês após mês.
"you are very good at concealing things..."

(...)
E dias de decisão irão chegar. E será tempo de abrir apenas uma porta. Abri-la, ultrapassá-la, fechá-la nas minhas costas e deitar fora a chave.
Uma decisão assim, sem apelo ou agravo, sem retorno e sem perdão.
Mas terá de ser feito.




quinta-feira, 23 de agosto de 2012

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Preservar o que é bom

 
Há coisas que nunca irei conseguir compreender...
E entre todas elas, encontra-se, sem sombra de dúvida, o comportamento humano.
A boca a dizer que sim, e o corpo a dizer que não, são um bom exemplo disso.
As pessoas transmutam-se...
Basta que se lhes altere o chão debaixo dos pés. Ou o céu por cima da cabeça. Ou as pessoas que encontram pela frente.
Ah, sim. Parece-me que este é o ponto mais importante destas transmutações.
Aborreço-me... Mas valerá a pena? A última semana serviu-me para aprender a não deixar nascer mais cabelos brancos nem aprofundar rugas.
Na verdade, estou-me nas tintas para as transmutações dos outros!
O que me interessa? Assim tipo nada-mais-me-importa-agora ?
Simples, muito simples mesmo...


E tudo se torna tão estranhamente apaziguador...

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Aceitar? Recusar?

Existem momentos na vida, em que, sem qualquer razão aparente, fazemos algo que não nos passaria pela cabeça fazer em qualquer outro dia.

Now and then, tenho destes momentos. Poucos, raros, e mais raras ainda as situações em que o caso era desesperado ou perdido.

Parecem ocorrer ciclicamente. Aparentemente nunca me conseguirei livrar destes ciclos…

Como se a diferença entre ser e não ser, aceitar ou recusar, pudesse ditar regras, impelir-nos ou travar-nos, como se não tivéssemos vontade própria mas antes uma maré que nos suga. Alma e mente. Que o corpo, esse, permanece. Sem grande uso. Ou proveito…

Não me arrependi em vez alguma, de algo que fiz, sem razão aparente. Algumas situações seriam escusadas, obviamente, mas no geral, foram boas escolhas, guiadas por qualquer força que me fez escolher aquela opção, em vez da opção do costume.

Ai se eu pudesse! Se eu pudesse nadar, ninguém me conseguiria travar.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Competências (recentemente) adquiridas...

  • Pedreira
  • Assistente Social
  • Psicóloga
  • "Apaziguadora"
  • Grelhador
  • Aprovisionamentos
  • Cicerone
  • Pintura de interiores
  • Telefonista
  • Etecetera (porque dá para tudo o resto de que não me lembro e para tudo o mais que eu venha a desenvolver...)
E ainda me perguntam porque desapareci da Internet!

domingo, 20 de maio de 2012

Um desabafo daqueles à antiga

Assim mesmo, despojada de falsas pretensões, utilizo o meu espaço como muito bem entendo. E entendo que hoje me devo lamuriar. Mas lamuriar à séria, até que chorem as pedras da calçada.
Então começa assim:
Porra!
Estou mesmo
cansada...
Poderia continuar neste registo por linhas sem fim à vista, porque o cansaço é de facto grande. Daqueles que nos fazem arrastar os pés pelos corredores e já estive mais longe do cansaço cerebral, aquele que me faz ficar horas a fio a desfiar frases sem nexo (acho que uma noite destas dei mostras disso mesmo).
A vontade de pôr a mão na massa é tanta ou tão pouca, que tudo o que se possa imaginar se vai sobrepondo ao mais importante. E ainda só estou a falar do lado… “outdoor” da vida.Ideias
Em pouco menos de 60 dias, Computadoresdescobri/desenvolvi em mim, um sem número de novas competências que nunca julguei possuir.
Posso, assim, dizer à boca cheia, que se para muitos portugueses, o plano B passa pela excelente oportunidade de se inscrever num centro de emprego, eu tenho o plano C: posso sempre dedicar-me à construção civil. Ou à costura. Ou…
Mas nada disso terá importância. Tudo isso ficará numa gaveta, e quando for redescoberto será motivo de alta galhofa, porque somos assim mesmo. A vida (como tudo o resto) é para levar na desportiva. Não podemos fazer muito caso das adversidades.
Tirando as loucuras matinais, vespertinas e (imagine-se!), as nocturnas, o saldo será decerto positivo. Até já comprei uma lancheira maior, não vá ser necessário, além do almoço, o jantar.
E como se tudo isto não bastasse…
Segunda feira Trabalho

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Uma nova oportunidade de carreira!

Não vou para o desemprego, mas talvez tenha descoberto uma nova vocação!

ehhhh

sábado, 17 de março de 2012

Palavras da semana

Surpresa Assoberbada Justiça Criação Frustração Resistência Pachorra Projecto Seca Apoio Calma Desenvolvimento

 Triplo

“Por este rio acima…”

Pode um rio ter duas correntes opostas? Duas forças contrárias que sequer se cruzam? Eu acho que sim.o-maior-rio-do-mundo

Mas o que se faz com a necessidade de levar tanta água à foz?

Deixamos o rio que sobe ser arrastado pelo que desce, ou empurramos ambos para cima, contra tudo e todos?

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Programming

Mais um início de semana, pré-programado até dizer mais não.
Entre preparações, reuniões e ideias que vão chegando aos poucos, muito há a fazer, e surgiu-me a necessidade de compartimentar as tarefas em momentos estanques, para não me falhar nenhuma.
Que me perdoe quem sinta a minha falta, mas não vou ter grande tempo para visitas de cortesia (ou não), mas dizem-me os astros que estou numa fase produtiva, e mal de mim contrariar o poderoso Universo.
Assim, entre as mil e uma trivialidades de quem bule em casa, vou passar muito pela escrita, pela pesquisa e uma espécie de self-brainstorming que me tem atacado passim.
O meu ponto criativo tem-se tornado numa amálgama de post-its coloridos, que registam as ideias que me surgem a meio de uma outra tarefa qualquer, e vão sendo pespegados em qualquer superfície que se aflore repentinamente aos olhos. Estão ali. Vou precisar deles não tarda nada.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

As apostas


Às vezes temos a percepção errada dos acontecimentos e o resto das vezes, das pessoas.
Existem apostas perdidas, apostas ganhas e outras em que nem confirmamos o resultado.
Porque no fundo... tanto faz.
Ganhar. Perder. Faz tudo parte do jogo, certo?
Não importa.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Smoo domina o tempo

É verdade que sou dona do meu tempo.
Mas no fundo, o que raios significa isso? Posso fazer o que eu quiser, quando quiser e como quiser? Levanto-me às horas que quero, vivo como um morcego, fazendo do dia noite e da noite dia? Janto quando todos ceiam?
Há mais de dois meses que não uso relógio, o meu único e pontual auxiliar de localização temporal vai sendo o telemóvel com os alarmes que defini.
De resto... o tempo é todo meu!
E mostra-se bastante produtivo...

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Se me desse para fugir, ninguém me agarrava…

Mas em vez de fugir, vesti um avental. Não que goste, mas Mr. Beet a isso me “obriga”.

Deu-me para uma manhã de cozinha, doçaria e javardice q.b. & Cª Lda…

E deu-me para os cupcakes de beterraba…

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Para uns queques de beterraba…

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Para um bolo de beterraba…

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Tudo de beterraba!

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E adivinham o que foi o almoço?

Não, pois não? Não adivinham porque foi caril de frango. Não tem nada a ver com beterraba.

E para quem gostou do que viu, e pensa em deixar-me comentários com pedidos e moradas para envio… aviso que tenho a visão mais aterradora deste mundo para vocês!

É só ver um pouco mais abaixo…

 

 

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Esta merda devia ser toda descartável!!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

From clutter to… decluttering

Hoje foi dia…

Já andava a olhar para a minha cozinha de lado. O caos mais que instalado nos armários, nas gavetas, até mesmo na despensa!

Logo pela manhã fui fazer compras. Uma série de plásticos (cestos de arrumação, prateleiras e outras cestinhas mais pequenas), papel autocolante assim bem cool e um rolo daquela coisa anti-aderente. Mantive as coisas assim ao nível dos azuis. Manias…

A primeira coisa que fiz, foi forrar uma caixa de sapatos (que por acaso foi a Bé que me mandou com uns mimos…) com o papel autocolante (butterflies!!). Nesta caixa guardei todas as miudezas que utilizo apenas para a doçaria (cortadores de bolachas, formas de queques, ralador, carretilha e todas essas pinderiquices (úteis!)).

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Esvaziei os armários todos, forrei as prateleiras com outro papel autocolante que comprei há uns… 2 anos?

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A porta número 1 ficou reservada aos doces (a tal caixa), as formas, o tapete de silicone, as travessas e pratos dos bolos, os acessórios do robot de cozinha, a peneira e um sem fim de tralhas.

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Na porta número 2, repousam os copos e as tigelas. Na terceira as canecas, chávenas, tigelas e taças de gelado. E o bule. Ya, tenho um bule. Afinal tenho 3 bules… Que não uso muito, mas é tão cool!

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Na porta número 4 (pareço o Fernando Mendes…), tenho os pratos, pratinhos e pires, e os pratos estranhos dos aperitivos, e duas canecas de reserva com um formato para lá do surreal. Na porta número 5 ficaram as assadeiras, travessas, saladeiras e um jarro XXL.

A despensa foi toda “remodelada”, passando de 2 para 3 prateleiras. Fiquei tão admirada com alguns itens que por lá descobri, que resolvi fazer o inventário das existências: 2 páginas A5 e mais uns pózinhos de outra.

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As caixas plásticas trocaram de armário com os tachos e as panelas.

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Confesso que para fazer tudo isto, tive de empacotar alguns itens (canecas, chávenas e algumas caixas), até porque precisava de espaço para o novo serviço de chá que recebi no natal…

Bom, no final, adorei a remodelação, que me ocupou o dia inteiro (mais coisa, menos coisa), mas o mais certo será andar à nora durante uns quantos dias, até me habituar às novas coordenadas das tretas todas.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Não sei

Quando estou não quero ficar. Quando vou, quero regressar. Não sei o que quero, no entanto é disso que tenho mais certezas.

Sinto que a cabeça enlouquece e o absurdo de pensar sequer nisso deixa-me exausta.

Sem que possa dizer claramente que tenho um objectivo, uma qualquer meta, a curto prazo, assalta-me uma necessidade eyeless dollbásica de fugir.

Não estou com deadlines, nem reports, nem trampa nenhuma. Apenas me apetece desaparecer. Sem data de regresso. Estou cansada.

Cansada do mundo, da vida, do amor e das vacas. Cansada de ouvir sempre os mesmos lamentos, sempre as mesmas desculpas, os mesmos problemas, as mesmas gabarolices.

Cansada de todos.

A médio prazo não posso de todo fugir. Não quero fugir. Serei a primeira a não fugir…

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

B-Bye

Parece que este post foi para assinalar o 1º aniversário da morte do meu natal.

(Fotos do último natal cá em casa).

domingo, 27 de novembro de 2011

(just) another day in paradise...

Com estas duas formações a acabar, multiplicam-se os testes para corrigir.
Deve ser das tarefas que mais detesto, mas é provavelmente das que executo de forma mais rápida (e certeira!).
Não demoro eternidades a corrigir testes. Aliás, faço-os de forma simples e directa, o que me evita ter de ler tudo quanto os formandos escrevem, para verificar se a tarefa foi, ou não, devidamente executada.
Estando eu com duas turmas, quinze formandos em cada, quatro módulos por turma, dá-me a bela quantia de 120 testes para corrigir.
Ainda falta uma das turmas fazer um teste (Word,turma B, segunda imagem), e na outra faltam alguns testes, pontuais (culpa da greve *pqp* geral de dia 24/11/2011).
Agora... olhai para as duas imagens seguintes e dizei de vossa justiça (curioso como os meus formandos sabem que quando começo a falar na 2ª pessoa do plural, é porque estou naquele limbo, entre o "respira fundo e conta até dez" e o "vou já rebentar com esta merda toda que já me estão a fazer passar da marmita"), dizei - dizia eu... - se o mal é meu, se deles...
E mais importante: como crio eu resistência à frustração??
Turma A

Turma B

Assobia, Smoo... Assobia, aperta os sapatos...


E depois dizem que eu é que tenho mau feitio!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Happy Day(s)

Há dias que não valem nada. Outros, por seu turno, valem por três.
Foi o caso do dia de hoje.
Iniciei, cautelosa, a arrumação do meu pequeno atelier. O meu espaço de fuga para um lugar que não existe em parte alguma, mas que me dá uma paz daquelas!
Ainda não está como o quero mas já trabalhei "nele".
Deu-me tamanho gozo trabalhar esta tarde no atelier que nem me apercebi da quantidade obscena de horas que lá passei dentro!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Nem pareço eu...

Ando estranha.
 
Adquiri hábitos que não me parecem os meus, qualquer hora me parece uma boa hora de comer, tenho apetites que não lembram ao diabo, ando aplicadíssima na cozinha, sempre a inovar e a criar com carinho, o que inclui sobremesas.

Mas que raio se passa comigo?
Dou por mim na cozinha a fazer bolachinhas de aveia e amêndoa, quando deveria estar no pc a criar o resto dos testes? Há algo que não está a funcionar bem no meu cérebro. Já sei que quando estou assim, é porque algo de facto me está a deixar preocupada. Mas o "engraçado" da coisa, é que não consigo, conscientemente, atribuir esta alegada preocupação a coisa alguma em especial.
Ando perigosamente equilibrada, monitorizo o meu tempo online com uma bomba, cujo rastilho é do comprimento (tempo) que eu quero, não interajo com meio mundo (o que, aliás, se tem verificado ser um campo perigoso, desde o momento em que uma desconhecida me vem aborrecer com cenas acerca de um semi-desconhecido, e o pior, acho eu que seja por despeito (mal-amadas do piuiuau), que tenho eu a ver com a merda do assunto?, nem o conheço!).
Reduzi para metade as porcarias que tinha a decorar a sala da TV. Fiz o mesmo no quarto. Estou a pensar mudar a sala de costura para a lavandaria. A minha vida está a ficar tão mais simples...
Ao domingo preparo as ementas da semana, deixo os ingredientes arrumados pertinhos uns dos outros, certifico-me de que a refeição da noite anterior, sobeja e serve para o meu almoço no trabalho, no dia seguinte. Sim, tenho levado almoço todos os dias e ainda não fiz as contas, mas COM-PEN-SA!!
Hoje, e apesar de estar de folga, levantei-me ainda não eram 9 da manhã.
Arrumei louça, pus outra na máquina, tirei as ovas e as almondegas para descongelar.
Limpei o WC do Gajo e da Pérola, varri e lavei a cozinha. Estendi roupa, dobrei e arrumei outras. Passou uma hora!
Saí, comprei tabaco, bebi um café e passei na frutaria para comprar laranjas e limões. Logo quero fazer torta de laranja. Pus sopa a fazer. Já sinto falta de sopa quente, de um bom chá, dos pés enfiados em meias grossas... Comprei umas botas!!! quando vou calçar a porra das botas se o sol não vai embora?
Comecei um casaco em tricot. Um must! Mas preciso de frio, ok?
E ando pachorrentamente a decorar o meu GTD, que já leva muito que contar.
E agora, aqui sentada no sofá, à espera de divina inspiração para criar dois testes de Excel, está a dar-me uma fome terrível, tão má mesmo, que tenho de publicar isto e correr à cozinha a ver o que pesco.
Quanto ao resto... anda no segredo dos deuses.
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