segunda-feira, 24 de março de 2014
Defraudada? Ou não? I want my money back!
It's all or nothing
And nothing's all I ever get
Everytime I turn it on
I burn it up and burn it out
It's always something
There's always something going wrong
That's the only guarantee
That's what this is all about
It's a never ending attack (ha)
Everything's a lie and that's a fact
Life is a lemon and I want my money back!
And all the morons
And all the stooges with their coins
They're the ones who make the rules
It's not a game it's just a rout
There's desparation (there's desperation)
There's desparation in the air
It leaves a stain on all your clothes
And no detergent gets it out
And we're always slipping thru the cracks (slipping)
Then the movie's over fade to black
Life is a lemon and I want my money...
I want my money back
(life is a lemon) what
(life is a lemon) what about it
I want my money back
(life is a lemon)
What about love?
It's Defective!
It's always breaking in half
What about sex?
It's Defective!
It's never built to really last
What about family?
It's Defective!
All the batteries are shot
What about friends?
They're Defective!
All the parts are out of stock
What about hope?
It's Defective!
It's corroded and decayed
Waht about faith?
It's Defective!
It's tattered and it's frayed
What about your Gods?
They're Defective!
They forgot the warranty
What about your town?
It's Defective!
It's a dead end street to me
What about your school?
It's Defective!
It's a pack of useless lies
What about your work?
It's Defective!
It's a crock and then you die
What about your childhood?
It's Defective!
It's dead and buried in the past
What about your future?
It's Defective!
You can shove it up your ass!!!
It's all or nothing
And nothing's all I ever get
Everytime I turn it on
I burn it up and burn it out
It's a never ending attack
Everything's a lie and that's a fact
Life is a lemon and I want my money...
Life is a lemon and I want my money back
Life is a lemon and I want my money back
Life is a lemon and I want my money back
Life is a lemon (and I want) and I want (and I want) and I want my money back
Life is a lemon and I want my money back
Life is a lemon and I want my money back
Life is a lemon and I want my money back
Life is a lemon
And I want
And I want
And I want
And I want my money back!
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Novembro passou a ter outro sabor...
Tem sabido a felicidade. Ou a um esgar de felicidade.
terça-feira, 2 de abril de 2013
O amor é estranho - #1

domingo, 3 de março de 2013
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
A vida é um lugar estranho...
terça-feira, 20 de novembro de 2012
sábado, 27 de outubro de 2012
7h3 71m3 1s n0w...
Enquanto vocês ficam por aí a degladiar-se com (...), prefiro (de longe!), carpir as minhas dúvidas existenciais.
Estou em crer que aquela strange-little-thing-called-love, quando não é atendida à porta, arranja forma de entrar pela janela.
Tenho estado a viver dias estranhos. Nem sei por onde começar, de facto... Às vezes acordo e sinto-me a cair numa queda sem fim à vista. Tanto tempo depois, sinto que ainda estou na mesma situação.
E com a mesma disposição...
É estranho, tentar organizar a mente, recompartimentar as dúvidas e chegar à conclusão de que temos um tornado anexado à nossa vida, que nas nossas costas desorganiza tudo de novo. E é aí que começam as dúvidas... "O que estou a fazer é a coisa certa a fazer?"
Nunca antes na vida como agora, a frase chave entre colegas fez tanto sentido, "temos de rir para não chorar".
Não tenho feito outra coisa, dia e noite, mês após mês.
"you are very good at concealing things..."
(...)
E dias de decisão irão chegar. E será tempo de abrir apenas uma porta. Abri-la, ultrapassá-la, fechá-la nas minhas costas e deitar fora a chave.Uma decisão assim, sem apelo ou agravo, sem retorno e sem perdão.
Mas terá de ser feito.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Esta coisa nunca se engana?
Sensibilidade e irritação
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Válido durante várias semanas : Este pode ser período bem difícil. Você tenderá a mostrar-se sensível e irritadiça e a tomar qualquer coisa como desafio. Deixará isso tão claro para todos que as pessoas podem começar a "pisar em ovos" quando você estiver por perto, com medo de aborrecê-la. Qualquer um que cruze seu caminho vai levar uma bronca na certa. A pior maneira de lidar com esta influência - mas é a que você mais provavelmente vai adotar - é identificar com seu próprio ego tudo que pensa e faz. Isso a fará agir como se sua própria vida estivesse ameaçada, o que certamente não é o caso. Se tiver de brigar por suas convicções, este trânsito pode ser o gatilho, mas não crie bichos-de-sete-cabeças onde não existem.
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terça-feira, 25 de setembro de 2012
Detesto quando o Universo me compreende…
Ontem, sem qualquer motivo aparente, lembrei-me de puxar de um assunto no qual remexo tão poucas vezes. Depois de ter começado, não me foi permitido parar, antes pelo contrário. As palavras foram-me puxadas a ferros e sei, bem que sei!, que no meu triste desenrolar, magoei alguém. Alguém que não o merecia.
“Entender o porquê das mágoas antigas é tão difícil em relação aos questionamentos dinâmicos, quanto às reflexões sérias que fazemos. Se você rebelar-se contra essas coisas, encare isso como algo natural e necessário. Você deve fazer essas perguntas a si mesma para evitar ferir outras pessoas que se sentirão inseguras se forem confrontadas por esses assuntos.”
Há monstrinhos difíceis de morrer, de desaparecer, de qualquer coisa excepto permanecerem eternamente na cabeça de pobres almas que, como eu, não lhes conseguem escapar, apenas esconder durante escassos pedaços de tempo.
Não sei. Não sei mesmo.
Agora… volta a dar ao assunto: não há! É continuar o relato, apresentar questões e esperar que do outro lado não nos julguem mal.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
North Wind ou How to be turned upside down
É aqui que normalmente as coisas se complicam.
Quando finalmente nos apercebemos daquilo que realmente queremos da nossa vida e nos sentamos a pensar se será tarde demais…
Acorda-se a pensar que será mais um dia, como muitos outros antes deste. Depois a sucessão de eventos vai mudando a forma como encaramos esse já não tão novo dia, e sentimos os pés a afundar-se numa imensidão de coisas, às quais somos totalmente alheios e das quais tencionamos permanecer totalmente alheados.
E após a total submersão dos pés, eis que as pernas continuam a ser arrastadas para o fundo, até que, quando as coisas alheias nos tomam de assalto as coxas, batemos com os pés no fundo e gritamos “Basta!”.
Na manhã seguinte as coisas serão as nossas. Não necessariamente melhores, mas pelo menos sabemos em que nos estamos a afundar. Ou no que boiamos ou mesmo de onde estamos a levantar voo.
E depois há aquelas manhãs, em que ao acordar, reparamos que o nosso mundo está completamente de pernas para o ar, e o cenário não se apresenta necessariamente mau. Apenas… diferente.
E encarar essas diferenças coloca-nos em posição de questionar as nossas coisas, de forma como nunca antes fizéramos.
Dá que pensar, esta coisa da Vida…
A diferença entre conquistar e ser-se conquistado
Não é muita...
Apenas a salientar que quem conquista, sente-se vitorioso.
Não que sirva de grande coisa, mas pronto... Há que deixar o povo feliz.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Não se aguenta muito mais...
Há tanto para desfolhar, mas teimam em não fluir.
Nem no formato que quero, nem no formato pretendido...
Não sai, não flui, não corre...
A palavra presa não voa, não chega ao destino.
E fico apenas a questionar-me: e vale a pena?...
domingo, 22 de julho de 2012
Palavras que ferem...
Mas apanhei este excerto, que deliciosamente roubei à Misshiva:
Sei agora, depois dos factos consumados, que a sua profecia estava certa - cento e vinte por cento certa."
Haruki Murakami, Sputnik meu amor
segunda-feira, 9 de abril de 2012
(Paciência de) Jó
Agora mais a sério.
O meu fim-de-semana alargado iniciou-se na quinta-feira. Por essa altura soltei as mãos das três tarefas de que me incumbi, na (vã) esperança de que o meu pedido de apoio/assistência me fosse concedido. no entanto, a pouco tempo da data necessária, ainda nada sucedeu. Admirada? Não…
Cata-ventos. Quando a seta aponta para qualquer lado, desde que pareça favorável, todos seguem o vento. Quando o vento dá trabalho, ora porque nos despenteia, ora porque nos tolda a forma (ou ausência) do pensamento, desviamo-nos da corrente.
Mas tratava-se do aniversário da cara-metade e prometi não tocar no portátil nesse dia, e (quase) consegui cumprir (pelo menos não foi a trabalho…).
O dia começou com um atraso espectacular, acabei por ter de fazer de tarde o que deveria ter feito de manhã, o que obrigou a pobre gata a estender o período de jejum mais do que aquilo que eu esperava. No final, a operação correu bem e ela está como não a via há imenso tempo.
Os planos para o jantar foram totalmente remodelados, remarcados para o dia seguinte (vai um…).
Chegou a sexta-feira (que mais parecia Domingo) e lá se jantou, finalmente, num contexto já muito adulterado do inicialmente proposto (vão dois…).
Sábado. Parece que ninguém nos deixa dormir em sossego. Malditos telemóveis e mais quem os inventou! Tarde de compras, jantar tardio… (vão três!).
I’m (not) so sorry, but… a porra do Domingo é para mim (nós)!
Dormir até que o corpo doa. Quando dói, é sinal de que são horas de alimentar o corpo. A seguir aterro no sofá e alimento a alma. Desta vez, “A Rapariga Que Inventou Um Sonho”, Murakami. Pequenos contos, entrecortados pelo doce dormitar de Domingo, entre um gole de água fresca e uma carícia felina.
Rápido despertar, já a duas, para uma espécie de almoço tardio. Para a tarde reservou-se um lift na cozinha. Valeu a pena, sem qualquer dúvida.
Depois… as coisas do costume. Um jantar ainda mais tardio do que o almoço e finalmente o sofá, acompanhado do portátil, da manta quente, do GTD, a cara-metade, o quarteto felino e… uma aranha a subir-me pelas pernas???
segunda-feira, 12 de março de 2012
Norwegian Wood
“And when I awoke, I was alone, this bird had flown
So I lit a fire, isn't it good, norwegian wood”
Poderia mais uma vez dizer que gostei, que devorei. Mas não chega…
Não importa muito a sequência pela qual Murakami os escreveu. Importa que em cada um me surpreende.
Este, no entanto, destacou-se de todos os outros que li. Não me deu o absurdo surreal do nosso quotidiano. Em vez disso deu-me acesso a memórias pessoais esquecidas algures dentro de mim. A perda. As perdas. A partida de alguém que não quer mais ficar.
Parei a leitura um-sem número de vezes, para recompor a timeline que fazia a ponte leitura-memória.
As recordações atropelavam-se, fiquei várias vezes presa a memórias adjacentes a cada partida, a cada perda.
Há muito tempo que não lia um livro que me fizesse rir, sorrir, excitar, chorar, pensar…
E ademais, gosto da forma como o autor consegue (sempre) mesclar as suas histórias com excelentes ”bandas sonoras” e mais ainda, o modo como sempre arranja forma de pelo menos um gato se enroscar “em quem” lê.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Go, Smoo! Go!
E ainda não comecei a ler o volume 1 do 1Q84...

























