Pérola

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domingo, 9 de setembro de 2012

Pata, Peta, Pita, Pota, P*** (1)

Isto de entrar no Facebook mal se abre o browser, tem muito que se lhe diga...
Ao início, as piadas conseguem surtir o efeito para o qual foram criadas: ter piada.
Mas vão sendo passadas e repassadas vezes intermináveis, e quando menos se espera... aquela porra não tem piadinha nenhuma!
Enjoa!
Porque raios me publicam no mural as piadas sobre o 1º ministro (juro que ando tão distraída/alheada, que pensei que era o Cavaco...), trocadilhos da troika e coisas quejandas?
Não sabem que sou anarquista?
Não tenho pachorra para essas merdinhas. Puseram-nos lá? Gramem-nos!
Não puseram? Alguém pôs! Deve ter sido a pata. A que os põs, note-se...
 
(1) É melhor não me esticar muito, que as palavras chave de pesquisa, daqueles que me vêm cair no blogue, são cada vez mais... estranhas.

terça-feira, 15 de maio de 2012

(ainda) é Quarta-feira!! yeah! (not)

Por este andar, não chego aos 41…

Planos? Quais planos? Sim, pontos de interrogação aos molhos, montes e montinhos.

E vou (tentar) dormir, como quem joga ao “Chefe manda”.

bilu bilu

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Que porra!, não tenho sono

Neste momento não há assim nada de específico para dizer, mas por qualquer motivo assim mais para o estranho, apetece-me desesperadamente escrever. Quanto mais não seja, escrever por escrever. Escrever à toa nem sempre é o ideal, acabo por escrever (dizer) aquilo que não quero e isso arrasta atrás de si uma panóplia de consequências nem sempre agradável.

Os dias têm sido cansativos, longos e não sei se já referi, mas têm sido cansativos.

Durante este mês, tenho estado a dar formação naquele local onde o sol brilha sempre. Ainda não temos acesso à internet, pelo que a formação tem decorrido de forma “ordeira”.

Formação? Ordeira? Mas estou aqui a enganar quem?

Tem sido o caos!

Acho que só ainda não enlouqueci porque a estagiária vai dando uma mãozinha (por acaso acaba mesmo por dar as duas e não dá mais porque não tenho tempo de me coçar, quanto mais delegar…).

Os meus formandos são impecáveis, nada de reclamações a fazer. No entanto…, ainda não entendi se trocaram todos os respectivos dias de formação (distraídos…) ou se tiveram pressa em rever-me/conhecer-me.

Sim, alguns são formandos de outros carnavais, e as nossas relações continuam cordiais e bem dispostas como o eram há dois anos atrás.

De vez em quando alguém me atira um comentário, acerca da forma como os formandos me estimam e como se recordam facilmente do meu nome. A verdade é que isto acontece desde que deixei de trabalhar com gente. Gente que aos olhos das minhas chefias, deveriam ser tratados como números. Detesto números, logo: detesto gente.

Agora é diferente. Estou rodeada de Pessoas. Ok, de vez em quando lá aparece uma ou outra gentinha… Mas já não tenho de lidar com isso da mesma forma. É diferente. E ainda bem.

Ando cansada, sim. Mas chego a casa com a sensação de dever cumprido. Venho o caminho todo a pensar, que aquilo que programei, não é o ideal para a Pessoa A, que a Pessoa B necessita de um acompanhamento diferente, que a Pessoa C necessita de exercícios extra porque é rápida na resolução dos execícios que distribuo.

É assim que se trabalham Pessoas. Indo ao encontro das suas reais necessidades/capacidades.

Dantes… Ui, dantes.

Dantes todas as ovelhinhas no curral (as gentes, os números, as estatísticas!), “comiam” aquilo que lhes dávamos, comiam sem piar, aprendessem ou não, naquele limite temporal e “mainada”! Era “formar” mal e porcamente, para rapidamente dar lugar a novas inocentes e incautas ovelhinhas. Era sempre a andar!

Confesso que nem sempre me senti orgulhosa. Aliás, acho que nunca me senti. Nunca senti um “dever cumprido”, uma necessidade (ou sequer tempo!) de re-adequar conteúdos para auxiliar os meus formandos.

Deito-me pela calada da noite (hora que mais dá que falar…), cansada e já de olhos fechados, não sei como subo a escada e me enfio nos lençois; quando chega o fim-de-semana mal posso acreditar que posso usufruir de mais umas horinhas de sono.

Mas sabem? Vale bem a pena.

E o resto, as novidades, ficam para outro post, porque mesmo com Metallica aqui a bombar, as cortinas da alma já começam a fechar-se.

Sendo assim, boa noite e durmam bem.

domingo, 6 de março de 2011

Like good old days…

Em traços largos…

Dia: 04/03/2011. Hora: 23:00 (mais coisa menos coisa).

Local: café de um amigo.

Contexto: amigo de longa data, há muito tempo que não o via, pediu ajuda à C. numa cena e depois do jantar passámos por lá.

Introdução

Chegámos ao café, esperámos dentro do carro que os últimos clientes saíssem, entretanto o dito amigo chegou-se ao carro, do lado do pendura, e eu, de janela a meia haste, decidi abri-la toda, mas em vez disso fechei-a quase degolando o meu amigo. Quando despachou os últimos clientes, fomos do ponto A ao ponto B, onde teríamos de ajudar numas cenas num carro (nada de ilegal, juro).

Desenvolvimento

Pa-ta-ti pa-ta-ta, problema do carro resolvido, surge a questão: “Olha, achas que me consegues ajudar a trancar este vidro, que o elevador está avariado e cai constantemente?” – Claro!

Abre-se a porta atrás do condutor, colada pelos 18 meses que esteve trancada e de veículo parado, e enquanto a C. trancava o bendito vidro, o nosso amigo decidiu ir a casa buscar um pano do pó e começar a limpar tudo à volta da porta. Foi nesta altura que me ri e lancei-lhe um: “Já tinha saudades tuas, pah!”.

A C. terminou, afastou-se um pouco para a traseira do carro e o nosso amigo continuou nas suas limpezas, de porta semi-aberta, muito encostadinha a ele, que diga-se de passagem, mais magro que ele só mesmo uma modelo anoréctica…

Eis quando senão… a C. se apercebe de uma pickup meio desgovernada direita a nós, desviou-se a tempo, o meu amigo não, mas por um golpe de sorte, bateu na aresta da porta aberta…

Eu só me apercebi quando ao meu redor voaram pedaços e pedacinhos de piscas e o caraças; ele felizmente não viu a carrinha aproximar-se, porque se se tem mexido, hoje estava morto ou sem pernas; a C. saltou para o passeio. Foi tudo tão rápido, que a ideia de tirar a matrícula logo de seguida, só me parece viável nos filmes de Hollywood, porque naqueles cagagésimos de segundos do após, o nosso cérebro ainda está na parte do “Hello? noc noc…”

Mesmo assim, a C. meteu-se logo de seguida no carro e foi atrás dele, mas perdeu-o.

OK. Carro sem seguro, com ordem da CM para ser retirado da via pública, sem embraiagem, porta atrás do condutor dobrada num ângulo de 40º e aquele gajo, num acesso de nervos e de um cérebro a finalmente processar, recomeça a limpar o carro…

OMFG…

“Chavala, quando contar isto à minha velha é que a mato de vez…” - Mais vale contares já… Mais tarde será pior.

Tungas! Nunca ouvi uma velhota gritar tanto e tão alto!

A mãe ligou para o genro, ligou para o sobrinho. Vieram para ajudar, pelo menos a tentar desdobrar a porta para a conseguir fechar, porque aberta daquela forma, ia levar lambada de cada vez que um carro/autocarro ali passasse.

Depois de duas horas de muito tremer, não sei se do frio da noite, se dos nervos de quase os ter visto ser levados por um louco, toda eu tremia. Descobri ser a 2ª o motivo, já que o meu amigo estava na mesma.

Conclusão

Conseguiram fechar a porta. E como nos bons velhos tempos, saltámos os três para dentro do carro da C. e fomos à caça…

Só faltou o pé-de-cabra e a nunchaku, mas já não sabemos muito bem do paradeiro de tais apetrechos…

Não encontrámos o dito, mas pelo menos conseguimos apurar a marca e modelo do culpado, e diga-se de passagem… a carrinha está bem identificada, deve ter a “tromba” linda…

sábado, 5 de março de 2011

wow... what a f*cked day

Ontem, sexta dia 4 de Março de 2011, deve ter sido dos dias mais estranhos que vivi em toda a minha vida.
E acreditem: já vivi dias bué estranhos...
Quando estiver recomposta voltarei aqui, penso que com dois posts diferentes.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Jogar com nível de dificuldade extra…

… não é para qualquer um!
Este nível só está disponível para quem tem uma Pérola destas em casa!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Cá em casa já é Natal

Tinha prometido que mal terminasse os meus enfeites de Natal deste ano, que vos mostrava o efeito final, não foi?
Se não foi: AGUENTEM-SE!
Então aqui está, a minha árvore de Natal deste ano:
 PICT0695
Não conseguem ver bem?
PICT0696
Garanto-vos: o efeito de noite é muito cool!
Beijocas!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Piropos à uma e meia da manhã… c’um carago!

V diz:
*Ó filha, o teu pai devia ter a régua torta para te fazer com curvas assim.
*:P

Desta vez não fui eu que comecei!

Eu:
*todas as noites falo com o maço de tabaco
rosa:
*pinsei k era mudo

Eu:
*não é
*e é simpático
rosa:
*altos talks
*tou mesmo a imaginar
*tu:
*bo-te xupar
*ele: 
*agora não ...sinto-me cunsumidu
Eu:
*acho que mm maluca como sou não diria isso ao rapaz...
*ele era capaz de levar a sério
*LOL
rosa:
*lol

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Frases que me marcaram o dia (de ontem)

Ordem completamente aleatória…

“raios, detesto quando tens razão”

“que estragos andas tu a fazer?”

“tenho-te em conta de moderada e respeitadora de certos limites
*aliás isso é uma grande qualidade que admiro em ti”

“entornaste o caldo pá, mas não fizeste por malImagem10

“que violenta! mas dá-te charme sim senhora”

“tu também, e não fiques até muito tarde baby
*acabas por dar cabo do teu sistema nervoso e do teu sono quando fores cota”

“estragas tudo onde metes as mãos?”

* “ “quando te disse que hoje não podia ser, disse-te que estava com o período (é falso) e que estava mal disposta e de mau humor (tudo falso, não me estava a apetecer comer-te, só isso)” “

* “ “Espera lá ... eu ligo a desmarcar ... ele diz que tudo bem e tal ... depois aparece ... só me passa uma coisa pelos cornos "este filha da puta só apareceu porque sabia (pensava ele) que eu estava com o período, este gajo não me quer comer ... pois não pense que lhe ando a fazer mamadas só porque lhe apetece ... era aqui que ele me ía por "bem disposta" ... nah nah nah, nem pensar, p'o caralho, eu não preciso disto, és mais avantajado sim senhor e que deves ser uma boa foda ..” “

“Tentei oferecer-lhe trabalho. Disse que era para uma sex-shop e que ele tinha de andar pela loja em fio dental…”

Obrigada, por terem “atropelado” todos os meus pensamentos erráticos deste dia…

* – Sobre estes vos falarei num outro dia… Ah! E antes que se vos desperte a língua viperina, as palavras não são minhas, nem relativas à minha pessoa, mas que foi um lindo desabafo, lá isso foi!

sábado, 15 de agosto de 2009

Ponham-me travão…

Há pessoas capazes de nos surpreender, a qualquer hora, em qualquer lugar e de qualquer forma.

Esta noite, ao ligar o msn, recebo uma mensagem que me foi deixada offline, que singelamente dizia: “só aqui vim para dizer que te adoro”.

Também te adoro, querida! E vê se acabas a porra das férias, porque me fazes falta!

Depois… Bom, depois vem a madrinha (sim, porque só é afilhada quando sou eu a puxar-lhe as orelhas). Pedi-lhe tão somente, que me pusesse travão.

E tem a “lata” de responder:

Smootha: (…) mas vai-me pondo travão, please...

Madrinha: eu ponho, mas sinceramente custa-me fazê-lo, porque vejo-te tão bem e já te vi tão mal, que ao ver-te bem custa-me travar-te

espero que entendas (…)

Entendo, sim. Entendo tudo e entendo mesmo bem. Tem paciência, um dia chego lá, quando não existirem fantasmas, quando as águas não me sufocarem.

É assim que sei que estão sempre aí, desse lado, para me aturar e darem-me o vosso apoio. às vezes nem o mereço, mas vocês insistem…

Perguntaram-me hoje porque durmo pouco. Não sabem, mas durmo menos que pouco. Por vezes forço-me a isso, apenas para não ter sonhos que me acordem de forma abrupta. Mas de quando em vez, o cérebro é mesmo forçado a um shut-down. Já repararam que tenho dias e dias. E isso acontece precisamente nesses dias, quando o cérebro se recusa a cooperar mais, privado de sono.

Sei que faço mal, que me faz mal. Mas após um ano já me habituei a este ritmo, a manter todo o sistema em alerta, a não deixar que algo choque comigo, real ou não.

Os últimos quatro meses e meio têm sido de rápidas mudanças. Algumas não contava que acontecessem mais, mas aí estão.

Eu estou bem, sei e sinto que estou bem. E vocês sabem que não gritarei nunca por ajuda. Sabem identificar os sinais, por isso, ponham-me travão!

Quando?

Simples.

Enquanto a Lua enche…

terça-feira, 28 de julho de 2009

Adivinha-se semana comprida….

Tenho mantido duas janelas do msn abertas em simultâneo. O meu descontentamento é tão grande, que ligo um deles apenas pelo prazer de maltratar duas ou três personagens.

Isto apenas mostra o meu lado pior. Mas vendo as coisas pelo lado positivo, ao menos não me estou a maltratar a mim própria…

Continuo à tua espera, não sei é de que estás TU à espera para dar à costa. A minha paciência tem limites e estou quase lá…

Tirando isso, a gargalhada do dia ficou por conta de um mail que recebi, acerca do qual eu apenas consigo pensar: “Antes de a emissão ir para o ar, já eu tinha bordado corações a ponto de cruz na gravata dele e fechado a boca dela a ponto grilhão!”.

E tudo à conta de um comentário, do qual já nem me recordava… (e agora, mail ao simpático amigo a agradecer o contacto com o aviso (e que raio de jornalista não descobre perfis do blogger???) LOL)

P.S.: Se quiserem ver um qualquer-coisa sobre o tema Ter ou não ter filhos, vejam na sexta-feira 31 o Você na TV. Mas vos garanto que a mim não me vêem lá!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Uno ou Duo?


Não consegui mais viver se ele (elas) e busquei-o (as) no fundo da minha mente, resgatando-o(as) das profundezas do meu esquecimento.


Aí está (estão) ele (elas) de novo, para que me sirva(m) de picota em qualquer castigo que há-de vir.
Espero que seja(m) eficiente(s) o suficiente...

domingo, 24 de maio de 2009

Qual pão?

Saí às 17 para comprar pão.
Voltei às 3:30...
Bibá borga!

domingo, 3 de maio de 2009

Amanhecer

Nem sempre uma cama desarrumada é sinal de uma noite bem passada...

domingo, 12 de abril de 2009

A luta da gaja com a sua motherboard… lixado!!

O último post, não deveria ser daquela hora. Aliás, não era de todo para ser publicado àquela hora. Só que... criei um contratempo.

Depois do jantar, já de post escrito e apenas faltando a foto, apeteceu-me fazer iogurtes. E foi o que fiz…

Só que quando liguei a máquina… o costume, não é? Rebentei com o quadro… Os iogurtes nada sofreram, muito pelo contrário.

Já do computador não posso dizer o mesmo. Ora se bem me recordo estava a fazer actualizações, ao mesmo tempo a correr o anti-vírus, a sacar coisas que supostamente não deveria, a enviar outras e mais algumas tarefas que gosto de executar em simultâneo. É mesmo a ver qual dos dois é mais multi-tarefa. Eu pelo menos não “crasho”!

Pois é. Quando liguei o quadro, o gajo dizia que não… Moeu-me a paciência o mais que consegui aguentar. Até que me lembrei da velha máxima de um professor:

- “Antes que a máquina te vença, formata-a!”

Nem olhei para trás. Já estava a falar com a motherboard e tudo… Deitei-me às 5 da manhã, disco C limpinho como novo. Entretanto, de vazio já o enchi de novo.

Entretanto… os iogurtes ficaram 5 estrelas!

PICT1412 PICT1413

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Encontrado na prateleira mais alta...

... que é como quem diz: onde raramente se mexe!
Encontrei este desenho feito por mim, a carvão (nitídamente da altura em que para mim nada deveria ser colorido).
Agosto de 1988.
De "castigo" em Melides.
Ouvia Xutos e tinha o mar como fundo.
A janelinha do quarto era minúscula mas mesmo assim conseguia escapar à socapa durante a noite.
Nesse verão fiz uma que a ser descoberta, seria decerto posta de castigo em Marte! Uiii!
Bem, o desenho é este:


A propósito desse verão, lembro-me que o meu namorado resolveu armar-se em cavaleiro-que-salva-donzelas-em-perigo (??) e ir ao meu encontro. Como sabia que a minha família não o gramava lá muito bem, resolveu enviar reforços: a irmã...
Acontece que comigo de castigo, estava uma outra moça, pela minha idade e tão ou mais rebelde e louca que eu. Parece que juntaram a fome com a vontade de comer...
Ora ele lá indicou à sua mana como chegar à casa onde eu estava e instruíu-a de como haveria de fazer para eu perceber que ele andava por ali, pois eu nunca tinha visto a moça vez alguma, nem ela a mim...
Estava na altura no quarto com a outra a ouvir música. Não dei por ela chegar, mas perguntou por mim e a minha tia chamou-me.
A doida da minha companheira de "cela", aborrecida de tanto tédio, correu para a porta chegando lá antes de mim.
Como resultado, a mana do gajo cumprimenta-a com um "Oi R.! Tudo bem?" cheio de pinta, precisamente na altura em que chego à porta.
A suposta R. com um ar aparvalhado e eu a pensar quem seria aquela ave rara... Tudo isto, debaixo do olhar severo da minha tia.
Demos a volta à situação da forma como só teenagers sabem dar e sumimos dali as três muito rapidamente.
Ele estava à minha espera mais à frente e nunca percebi porque razão, mas falou em levar-me dali, casávamos e...
Resolvi continuar de castigo :D

domingo, 4 de janeiro de 2009

"Acordei com ele em pé..."

Não... não me cresceu nada durante a noite...
Quem está habituado à minha presença física, sabe que costumo cantarolar isto com alguma frequência, com o único intuito de me perguntarem o que estava de pé quando acordei.
A vós não vos digo, a menos que me torturem :P
Mas não foi para falar disso que iniciei este post.
Por acaso, e só mesmo por acaso, acordei hoje com uma vontade medonha de romance, de ficar na marmelada e sei lá que mais.
Cada avanço meu era contrariado por um "tenho fome", "não, da outra fome", "vamos é comer qualquer coisa e vadiar" entre outros cortes menos agradáveis.
Enfim, lá descemos para um duche rápido, tornei a subir para me vestir.
Voltei ao típico: se não for a bem, vai ser a mal!
Isto de a Lua ter fases é algo que me deixa completamente à toa. Supostamente tive 37 anos e meio para me adaptar às diferentes fases, mas é sempre como se fosse o primeiro Quarto Crescente.
Pois é... a Lua está a ficar cheia e eu trepo paredes, confesso!!!
Quando já no quarto desviei os cabides, foi com a clara intenção de me vestir para matar.
Foi mesmo o que fiz... Cruel !
Aproveitei que o dia nem estava frio e coloquei um generoso decote em V. Meia de liga preta. Saia preta justa pela altura do joelho, mas com uma abertura lateral (felizmente à esquerda!) desde o joelho até uns 30 cms acima.
Quando desci tirou-me as medidas. Fingi que não era comigo e continuei como se nada fosse, apesar dos piropos.
Já no carro, não pude evitar que a saia se abrisse (Que chatice! Uma perna com meia de liga preta do lado da condutora!). *
O olhar dela disse tudo, que é como quem diz "Não perdes p'la demora, depois não te queixes...".
Comprámos o material de electrónica de que precisávamos, fomos à loja compôr umas cenas, aproveitei para instalar um spybot nas máquinas e quando saímos resolveu ligar à mãe.
Nota: A chica já habla tuga perfeitinho!
Conversa dela para a mãe: "Vou aí buscar-te. Onde nos queres ir pagar o jantar?" Eheh Que lata monumental!
Fomos ao local do costume, comi o mesmo do costume... O jantar diferenciou-se por uma conversa acerca de partilhas e pessoas e pela frase que podem consultar aqui. Momento absolutamente delicioso!!!
Eu sei que são 3:30 e pelo menos uma pessoa que me está a ler, está a pensar: "Então? Tanta vontade e em vez de estares a uivar à Lua estás aqui a bloggar?"
Pois eu te respondo: já cheguei a casa há horas e estou bem mais calminha :D Any question?

* Isto fez-me lembrar dos tempos em que ainda não namorávamos. Saíamos muitas vezes juntas, visto termos actividades em comum...
E lembra-me particularmente um episódio, em que ela parou o carro no local que aqui chamam de Cais do Milho (passávamos ali grande parte das noites, entre conversas e mortalhas). O carro dela já era bem conhecido e reconhecido à légua, o que para uns assuntos dava jeito, para outros... nem por isso.
Mas naquela noite, chegou até ao carro um amigo dela, que não via há algum tempo. Calhou o pobre desgraçado aproximar-se do lado do pendura, estando eu sentada de lado no banco, joelhos flectidos em direcção ao peito e lá ditou a noite quente que eu estivesse de mini-saia...
Ficou a bater um bocado mal, percebi pelo gaguejar, mais tarde pela descrição da cara dele feita pela C. e mais tarde ainda soube que o mesmo gajito tinha perguntado ao primo se sabia quem eu era (coisa típica...).
Pois coincidência das coincidências, o primo era frequentador do apartamento que eu dividia com um casal hetero e um casal gay e mais tarde com a miss goth (desta casa falarei um dia... que saudades!). E para mais coincidências, calhou lá ir a casa com o primo tratar de assuntos em comum, tendo o primo ficado passado quando descobriu que lá em casa andávamos sempre praticamente em cuecas (é daqui que me vem a expressão "Porra! Já não se pode andar à vontade em cuecas p'la casa...").

domingo, 28 de dezembro de 2008

One down

Alguém de certeza que leu isto...
Só pode!
Mais uma vez fiquei totalmente embevecida com a miúda a destruir os embrulhos que nem me lembrei de empunhar a máquina. Mais um natal sem fotos...
Aquela miúda, de olhos grandes e cabelo encaracolado com a resposta sempre pronta, que me lembra tanto de mim...
A C. apareceu pouco depois do jantar. Eu já calculava que ela "fugisse" de casa da mãe, sob o pretexto de ir arejar um pouco. Trouxe a sobrinha, cada vez maior e mais querida. Sempre politicamente correcta, quase 17 anos que sabem negociar, com toda a diplomacia, deixando todas as partes satisfeitas.
Já depois de todos os embrulhos estripados seguimos para casa da mãe dela.
Gosto quando a irmã dela passa o natal deste lado. Porque isso traz a A. e o pai. Bom humor sem pretensões. Ufff...

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Laços, rendas e veludos


Sempre me fascinaram.

Os veludos são quentes, não importa a cor.
A suavidade que imprimem são argumento suficiente para que eu tenha essa certeza.
E o laço? Estreito ou largo. De cetim ou seda.
Não, não são quentes, mas em cada nó há sempre um segredo...

A renda... Sensualidade e mistérios...


Tudo isso junto?


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