Pérola

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quinta-feira, 25 de abril de 2013

A little bit here, another little bit there...

... and there's shit on the fan.








And the fan was working...


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Pergunto-me se isto não acontecerá com frequência…

Hoje preguicei. Até bem tarde, no quente da cama, boas companhias e a tv ligada.
Foi pela mão do acaso, que o zapping me parou num canal, onde estava prestes a começar um filme. Pensava apenas ver do que se tratava. Mas fiquei. Vi até ao final.
Gostei e fez-me pensar…

Será que não existe mesmo um universo paralelo, onde as coisas mais estranhas, os contactos mais inesperados, acontecem?
Onde as palavras e olhares trocados fazem sentido a partir de muito pouco. Onde tudo se encaixa de forma assustadoramente real. Onde contactos improváveis e surreais podem ocorrer, aos olhos de ninguém senão dos nossos. Onde não nos chamem de loucos...

Alex: [voice over] How's your sunset?
Kate: It's perfect.
Alex: I only wish you were here to share it with me.

De uma forma ou de outra, alterando um ou outro meio, tanto do filme para mim foi... déjà vu.

Podem consultar aqui.

domingo, 25 de setembro de 2011

Post (com) sentido (e com músicas de fundo…)

Sou incapaz de trabalhar mergulhada na solidão do silêncio.
Talvez pelo hábito de tantos anos a trabalhar sob stress, as coisas para ontem, o trabalho com side-talking, tudo isso me moldou a trabalhar assim (e a consegui-lo).
Tendo a TV como “música de fundo” ou o MP3 a bombar, tudo me serve de pretexto para dar andamento ao fluir do trabalho, mesmo em pleno bus!
A escrita sai-me de forma produtiva, fértil em ideias. Tem sido extremamente gratificante trabalhar com este estímulo.

Got a job
that's okay
but they've got me workin' night and day.
Ando… eléctrica, electrificada, electrizante (?). Não quero e não posso parar. Nem de escrever o que tenho escrito, nem de materializar os meus pensamentos. Sinto-me até… imprescindível, única, intocável…
E pensar que um dia disseram que não era meu… O que perderam, meus senhores… O que perderam!

No plano da execução, as últimas semanas têm sido cansativas, desgastantes, stressantes, perigosas (!), estimulantes e divertidas.
Alguém da turma 1 contagiou uma sala inteira (eu incluída) com o ritmo Zouk (Não fazem ideia de como saíram as Estradas da Vida! Trabalhos espectaculares!):
 
Os dias vão passando, os meses têm voado através de mim. Continuo a sorrir, mas lembro-me de chorar de quando em vez, sempre que ME faz falta.
Tenho tantas, mas tantas novidades a contar!
Mas ainda não está na altura certa….

Talvez não para vós, mas para mim, este texto faz todo o sentido.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Dia dos animais

Tendo em conta que hoje é o dia deles (e que até me deram os parabéns por ser também o meu dia… *meow*) e como no fim-de-semana andei a remexer em telemóveis fora de circulação, encontrei fotos dos meus dois fofos espalhadas por tudo quanto era tecnologia, e não poderiam ter outro destino que não este…

nico 01-03-06_2254 05-11-05_2009 10-09-06_0258 21-07-05_0051 21-07-05_0052 kika

domingo, 4 de abril de 2010

O silêncio nem sempre reflecte algo menos bom. É apenas isso. Silêncio...

… e é tão, mas tão irritante quando nos bombardeiam com questões. “Porque estás tão calada? Não pareces tu…”, “O que se passa?”.

A verdade é que não me apetece. Não me apetece comunicar. Quero apenas estar em silêncio. É essa a minha natureza. Calo-me e observo. Observo e penso. Penso e tiro conclusões.

Pode parecer estranha a forma como por vezes me se(i)nto a observar, mas é isso que faço.

E depois há as gentes. Cada vez tenho menos paciência para as gentes. Estou a tornar-me intolerante face às gentes e desisti de lhes mostrar o meu ponto de vista. Pérolas a porcos… Em vez disso, sorrio e viro as costas.

E há mais. Mais coisas às quais estou a desenvolver defesas naturais.

Ghflglgdphqwh qdr vrx qrupdo…

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Venha o próximo!

Haruki Murakami...
Sou fã, sem dúvida alguma.
Terminei ontem de ler A Sul da Fronteira, A Oeste do Sol e achei o livro maravilhoso.
Não são livros de leitura fácil. Não que tenham tramas demasiado complexas, nada disso. Apenas não são leituras para tomar de ânimo leve. Conheço pessoas que leram e não gostaram. Mas isso deve-se a não lerem nas entrelinhas, a não compreenderem determinados estados de espírito, determinados conceitos e não se abstrairem daquilo que conhecem como realidade.
Compreendi no todo o final da história. Sei que muitas pessoas que conheço não compreenderiam.
É uma história que recomendo a quem ama, a quem amou e principalmente a quem pensa que ama, tomando tudo como garantido e que pensa que o passado nunca nos trama em qualquer esquina...
Os dias continuam de chuva e tinha prometido passar mais tempo nos braços do meu sofá, não foi?
Então aqui está o próximo...

domingo, 6 de setembro de 2009

Bem sei que não pareço eu...



... mas hoje estou assim.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Só calma....

A minha hora de almoço é na maior parte do tempo, passada no relvado perto do trabalho. Ontem e hoje a temperatura chamou-me para a sombra das árvores...



Qualquer dia começo a ir de marmita e faço uns piqueniques.




Só eu, o silêncio e os pássaros...




Nota: Faltou o andar descalça na relva (que adoro!) e quando me sentei não reparei que tinha sido dia de rega, e... pois. Molhadinha até à cueca...

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Sinto demais


Sim, tenho momentos assim, nos quais apenas tenho vontade de me esconder, para não me encontrares.
Sim, consigo sentir-me só na tua presença.
Sim, pesa.
Pesa demais...
Sinto o peso nos ombros, nos olhos, nos pensamentos e na ausência da vontade de voltar a casa no final do dia.
Sinto urgência em férias de ti.
Sinto o vazio quando não falas, sinto-o quando o fazes.
Sinto demais e já não consigo não sentir.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Poema feminino

Que mulher nunca teve
Um sutian meio furado,
Um primo meio tarado,
Ou um amigo meio veado?


Que mulher nunca tomou
Um fora de querer sumir,
Um porre de cair
Ou um lexotan para dormir
?

Que mulher nunca sonhou
Com a sogra morta, estendida,
Em ser muito feliz na vida
Ou com uma lipo na barriga?

Que mulher nunca pensou
Em dar fim numa panela,
Jogar os filhos pela janela
Ou que a culpa era toda dela?


Que mulher nunca penou
Para ter a perna depilada,
Para aturar uma empregada
Ou para trabalhar menstruada?

Que mulher nunca comeu
Uma caixa de Bis, por ansiedade,
Uma alface, no almoço, por vaidade
Ou um canalha por saudade?

Que mulher nunca apertou
O pé no sapato para caber,
A barriga para emagrecer
Ou um ursinho para não enlouquecer?


Que mulher nunca jurou
Que não estava ao telefone,
Que não pensa em silicone
Que 'dele' não lembra nem o nome?

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Sexta sentida sem sentido


Hoje não estou com paciência para estar aqui. Todos me olham desconfiados, a branca de bloco nos joelhos, que escreve enquanto come.

À falta de companhia com quem trocar ideias ao almoço, debitam-se no papel, fiel e silencioso companheiro...



"Quantos mundos se fundem numa simples mesa de café..."
E mais logo, mais da ausência de silêncio sem sentido...
Acredito que os meus cabelos brancos são espelho de momentos desses. Sem sentido, sem conteúdo, sem interesse.
Quando começaram? Nem sei...

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Decididamente, não sou como as outras...

Cheguei cedo a casa. Demasiado, diria...
:S
Estes horários estão a deixar-me assim meio... mentalmente desamparada.
Para me compensar resolvi ir dar uma voltinha, ver montras, entrar e remexer e não trazer nada. Mas...
Meia hora e já estava farta!
Não nasci para bater perna nas lojas... Ainda mais alone.
Como é que há gajas que passam dias inteiros nisto??

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Lizzy

Encontrei num blog que frequento e não resisti a partilhar convosco:

http://www.lizzythelezzy.com/

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Somos os escultores da nossa própria vida

Tenho andado um bocadinho entre cá e lá, meio perdida no universo das coisas que passam pela minha cabeça. Acho que lhes chamam "pensamentos". Alguns são da treta, eu sei. Mas não deixam de ser meus.
Um destes dias dei comigo a pensar na infinidade de portas que abri ao longo da vida, e cheguei à conclusão de que algumas delas eram perfeitamente escusadas.
Porque carga de água é que eu fugi pela janela, naquela noite, em Vila Nova de Milfontes?
Mas o mais engraçado, é que não estaria em Milfontes se não tivesse atravessado a estrada umas semanas antes...
As consequências dos actos acontecem a uma velocidade tal, que muitas das vezes não nos apercebemos de que o que nos está a acontecer neste preciso momento, advém de algo que podemos ter feito à bocado, ontem, o ano passado ou numa vida anterior.
E se eu tivesse aceite aquele pedido de casamento? Provavelmente estaria a esta hora a preparar o jantar para ele e para um rebanho de putos ranhosos...
E se eu tivesse aceite aquele outro pedido de casamento?
Bem... Provavelmente já estaria divorciada!
Não há sexo ao Domingo porque é pecado?? Ó meu amigo! Vaya con Dios!
Pecado é não haver sexo! Ainda bem que não aceitei...
E se eu não tivesse saído de casa naquela altura?
E tendo saído, e se tivesse antes ido viver sózinha?
Decididamente, demasiados "ses" para esta altura do campeonato.
O que me resta?
E "se" daqui para a frente tudo for melhor?

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

É quase Dezembro...

Depois da crise de ontem, hoje trabalhei a dobrar.
Já não posso com a casa!!
Decidi que já que ía limpar, o melhor é fazer a porcaria toda de uma vez. Fui buscar o pinheiro de Natal (que de pinheiro nada tem!), montei-o, espetei-lhe com as luzes e atirei com os enfeites. Tive azar com o par de asas. Parece que do ano passado para agora, lhe deu a moléstia e em pleno voo foi largando penugem, que ficou a pairar durante bastante tempo. Só me lembro de pensar: "foda-se! ainda bem que ainda não tinha aspirado..."
Não me sinto com o menor pau pra Natais e outros que tais, mas só pelo que as luzes me transmitem, já vai valendo a pena.
Deixei a árvore a piscar na entrada da casa, olhei para as asas e achei que não estavam bem naquele ramo, mas só para não haver mais penugem a voar, nem lhe mexi. Que se lixe! Daqui por um mês está tudo nos sacos outra vez!


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O tempo não chega para tudo, não é novidade para ninguém...
Mas noto que estou a ter dificuldade em estabelecer objectivos e conseguir cumpri-los.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Obrigada...

... por mais uma vez almoçar sózinha...

Não devia ser assim

Dias como o de ontem não deviam de existir...
Apesar de acompanhada sinto que nunca estive tão só.
Apenas eu e os meus fantasmas...
Ainda te ouço dizer que não importa o que estou ali a fazer, desde que esteja.
Estar ali por estar? Não sou um objecto...
Eu respiro, sinto e penso...
Caramba, és de um egoísmo extremo...
Não entendo como posso amar-te e odiar-te ao mesmo tempo!
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