quinta-feira, 25 de abril de 2013
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Pergunto-me se isto não acontecerá com frequência…
Alex: [voice over] How's your sunset?
Kate: It's perfect.
Alex: I only wish you were here to share it with me.
De uma forma ou de outra, alterando um ou outro meio, tanto do filme para mim foi... déjà vu.
Podem consultar aqui.
domingo, 25 de setembro de 2011
Post (com) sentido (e com músicas de fundo…)
that's okay
but they've got me workin' night and day.
Mas ainda não está na altura certa….
Talvez não para vós, mas para mim, este texto faz todo o sentido.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Dia dos animais
Tendo em conta que hoje é o dia deles (e que até me deram os parabéns por ser também o meu dia… *meow*) e como no fim-de-semana andei a remexer em telemóveis fora de circulação, encontrei fotos dos meus dois fofos espalhadas por tudo quanto era tecnologia, e não poderiam ter outro destino que não este…
domingo, 4 de abril de 2010
O silêncio nem sempre reflecte algo menos bom. É apenas isso. Silêncio...
… e é tão, mas tão irritante quando nos bombardeiam com questões. “Porque estás tão calada? Não pareces tu…”, “O que se passa?”.
A verdade é que não me apetece. Não me apetece comunicar. Quero apenas estar em silêncio. É essa a minha natureza. Calo-me e observo. Observo e penso. Penso e tiro conclusões.
Pode parecer estranha a forma como por vezes me se(i)nto a observar, mas é isso que faço.
E depois há as gentes. Cada vez tenho menos paciência para as gentes. Estou a tornar-me intolerante face às gentes e desisti de lhes mostrar o meu ponto de vista. Pérolas a porcos… Em vez disso, sorrio e viro as costas.
E há mais. Mais coisas às quais estou a desenvolver defesas naturais.
Ghflglgdphqwh qdr vrx qrupdo…
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Venha o próximo!
Haruki Murakami...
domingo, 6 de setembro de 2009
Bem sei que não pareço eu...
... mas hoje estou assim.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Só calma....
Qualquer dia começo a ir de marmita e faço uns piqueniques.
Só eu, o silêncio e os pássaros...
Nota: Faltou o andar descalça na relva (que adoro!) e quando me sentei não reparei que tinha sido dia de rega, e... pois. Molhadinha até à cueca...
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Sinto demais
Sinto o vazio quando não falas, sinto-o quando o fazes.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Poema feminino
Um sutian meio furado,
Um primo meio tarado,
Ou um amigo meio veado?
Que mulher nunca tomou
Um fora de querer sumir,
Um porre de cair
Ou um lexotan para dormir?
Que mulher nunca sonhou
Com a sogra morta, estendida,
Em ser muito feliz na vida
Ou com uma lipo na barriga?
Que mulher nunca pensou
Em dar fim numa panela,
Jogar os filhos pela janela
Ou que a culpa era toda dela?
Que mulher nunca penou
Para ter a perna depilada,
Para aturar uma empregada
Ou para trabalhar menstruada?
Que mulher nunca comeu
Uma caixa de Bis, por ansiedade,
Uma alface, no almoço, por vaidade
Ou um canalha por saudade?
Que mulher nunca apertou
O pé no sapato para caber,
A barriga para emagrecer
Ou um ursinho para não enlouquecer?
Que mulher nunca jurou
Que não estava ao telefone,
Que não pensa em silicone
Que 'dele' não lembra nem o nome?
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Sexta sentida sem sentido

Hoje não estou com paciência para estar aqui. Todos me olham desconfiados, a branca de bloco nos joelhos, que escreve enquanto come.
"Quantos mundos se fundem numa simples mesa de café..."
Quando começaram? Nem sei...
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Decididamente, não sou como as outras...
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Somos os escultores da nossa própria vida
Um destes dias dei comigo a pensar na infinidade de portas que abri ao longo da vida, e cheguei à conclusão de que algumas delas eram perfeitamente escusadas.
Porque carga de água é que eu fugi pela janela, naquela noite, em Vila Nova de Milfontes?
Mas o mais engraçado, é que não estaria em Milfontes se não tivesse atravessado a estrada umas semanas antes...
As consequências dos actos acontecem a uma velocidade tal, que muitas das vezes não nos apercebemos de que o que nos está a acontecer neste preciso momento, advém de algo que podemos ter feito à bocado, ontem, o ano passado ou numa vida anterior.
E se eu tivesse aceite aquele pedido de casamento? Provavelmente estaria a esta hora a preparar o jantar para ele e para um rebanho de putos ranhosos...
E se eu tivesse aceite aquele outro pedido de casamento?
Bem... Provavelmente já estaria divorciada!
Não há sexo ao Domingo porque é pecado?? Ó meu amigo! Vaya con Dios!
Pecado é não haver sexo! Ainda bem que não aceitei...
E se eu não tivesse saído de casa naquela altura?
E tendo saído, e se tivesse antes ido viver sózinha?
Decididamente, demasiados "ses" para esta altura do campeonato.
O que me resta?
E "se" daqui para a frente tudo for melhor?
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
É quase Dezembro...
Já não posso com a casa!!
Decidi que já que ía limpar, o melhor é fazer a porcaria toda de uma vez. Fui buscar o pinheiro de Natal (que de pinheiro nada tem!), montei-o, espetei-lhe com as luzes e atirei com os enfeites. Tive azar com o par de asas. Parece que do ano passado para agora, lhe deu a moléstia e em pleno voo foi largando penugem, que ficou a pairar durante bastante tempo. Só me lembro de pensar: "foda-se! ainda bem que ainda não tinha aspirado..."

Não me sinto com o menor pau pra Natais e outros que tais, mas só pelo que as luzes me transmitem, já vai valendo a pena.
Deixei a árvore a piscar na entrada da casa, olhei para as asas e achei que não estavam bem naquele ramo, mas só para não haver mais penugem a voar, nem lhe mexi. Que se lixe! Daqui por um mês está tudo nos sacos outra vez!
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O tempo não chega para tudo, não é novidade para ninguém...
Mas noto que estou a ter dificuldade em estabelecer objectivos e conseguir cumpri-los.
quarta-feira, 18 de julho de 2007
Não devia ser assim
Apesar de acompanhada sinto que nunca estive tão só.
Apenas eu e os meus fantasmas...
Ainda te ouço dizer que não importa o que estou ali a fazer, desde que esteja.
Estar ali por estar? Não sou um objecto...
Eu respiro, sinto e penso...
Caramba, és de um egoísmo extremo...
Não entendo como posso amar-te e odiar-te ao mesmo tempo!














