quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Não há título...
Mas aceitei e pronto. Está aceite!
Não posso fingir que não está...
(tamborilar de dedos no teclado sem nada escrever...)
E agora? What's next??
quarta-feira, 16 de maio de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Será Abril o meu mês de recomeços?
sexta-feira, 30 de março de 2012
Adoro esta altura do ano
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Se me desse para fugir, ninguém me agarrava…
Mas em vez de fugir, vesti um avental. Não que goste, mas Mr. Beet a isso me “obriga”.
Deu-me para uma manhã de cozinha, doçaria e javardice q.b. & Cª Lda…
E deu-me para os cupcakes de beterraba…
Para uns queques de beterraba…
Para um bolo de beterraba…
Tudo de beterraba!
E adivinham o que foi o almoço?
Não, pois não? Não adivinham porque foi caril de frango. Não tem nada a ver com beterraba.
E para quem gostou do que viu, e pensa em deixar-me comentários com pedidos e moradas para envio… aviso que tenho a visão mais aterradora deste mundo para vocês!
É só ver um pouco mais abaixo…
Esta merda devia ser toda descartável!!
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Motivação(ões)
Às vezes a motivação vem de onde menos se espera.
É incrível como do nada se fez tanto, e como de tanto, não se apresentou nada…
Dois grupos distintos, um objectivo.
Aqueles por quem nunca se dá nada, meteram os “promissores” num chinelo.
Sem dúvida uma grande lição.
sábado, 8 de outubro de 2011
Estou tão cansada, que até acho que vou dormir!
O resto do dia, logo vos conto, um destes dias.
Apenas digo que foi bom. Muito bom.
E porquê?
Porque...
Ahh pois é. São meus formandos, só podiam ser assim.
domingo, 29 de maio de 2011
Não sei se quero…
Mas não haverá uma forma mais correcta de escrever estas opções?
É que sinceramente, por muito que não se queira, não é em “M” e “F” que se pensa quando esta frase chega ao nosso córtex cerebral…
(Continuamos os mesmos primatas de sempre… É mais forte do que nós)
domingo, 3 de abril de 2011
Não ralhem comigo…..
Não ralhem, porque afinal de contas, não fiz mais do que dar uns empurrõezinhos à economia local…
| Quando: | Sábado, 02/04/2011 |
| Onde: | Portalegre |
| O quê: | XI Feira Doçaria Conventual |
Prova do crime:
E quando se pensa que todos os pecados estão cometidos…
| Quando: | Domingo, 03/04/2011 |
| Onde: | Quinta do Anjo |
| O quê: | 17º Festival Queijo, Pão e Vinho |
(Desculpem, mas não há foto dos queijos, porque sou incapaz de me aproximar e respirar enquanto fotografo, vinho não trouxe e tirar fotos ao pão… bah!)
:D
Só torno a pensar em comida lá para meados de Maio…
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Para além da vida
Acho que não será desconhecido da maioria de vocês, fiel público (!?!), que eu acredito numa vida para além desta.
No entanto, não iniciei este post para vos explicar o como, o porquê e tão-pouco o quando.
Comecei-o, sim, porque estava a almoçar e vi anunciar que o próximo programa da TVI – Para além da vida, terá como convidada a Ágata.
E eu pergunto-me:
“Será que o espírito a aparecer será… a Cândida Branca Flor?”
É só uma hipótese….
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Sou uma lamechas, eu sei
Hoje ao acordar, tive um desejo estranho: coser.
Preparei o meu cantinho, liguei a máquina e já tinha por ali uns quantos pares de jeans de bainhas marcadas (sim, que eu não sou tamanho standard). Enquanto procurava os carrinhos de linhas nas cores que precisava, a miúda (a.k.a. Pérola a.k.a. Gajita a.k.a. Porquinha a.k.a. Pxaitinha a.k.a. muitas coisas mais) andava por ali a cirandar, do quarto para o quartinho e do quartinho para o quarto, e não sei se vocês sabem mas a porta do quarto é mesmo ali no meio (acho que já vos disse que a minha porta é um buraco no chão…).
Estou sempre à espera que ela tente dar um salto maior que as patas, ou que, como da outra vez, lhe falhem os travões e caia pelo buraco abaixo. Como a escada é de caracol, fica a meio caminho do chão…
Mas lá se contentou em correr por cima da cama, por baixo da cama, escalar a tábua de engomar, mergulhar nos lençóis ainda mornos, emergir nos pés da cama, …
Quando eu me sentei à máquina, a curiosidade foi mais forte…
Lá descobriu atrás de mim uma pilha de roupa, que escalou com habilidade, daí saltou para a minha parte anatómica preferida dela – o ombro, e daí para a mesa de trabalho. Pensei que fugisse mal ouvisse o motor da máquina a roncar.
Acham que sim?
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Solta (uma semana depois…)
Não necessáriamente nesta ordem, mas o passado fim-de-semana foi assim…
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Tenho um work de merda!
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Potenciador de dietas
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Provocação(zinha)
Como é natural num grupo grande e heterogéneo, cada qual enaltece o que de bom há na sua região, onde nasceu, onde reside ou onde gosta de estar.
Eu levei meses a ouvir apregoar a delícia que eram as bolas do N*, de Viana do Castelo. Não que eu lá tenha ido recentemente, mas durante o período de repouso, alguém foi (aqui não vou dizer que foi a larose…).
E que pensou ela: “Vou levar uma bola do N à Smoo…”. Hmmm…
Pois minhas senhoras e meus senhores… Não desfazendo das bolas do dito Sr N., as tradicionais bolas de Berlim da minha padaria metem estas a um canto!
Senão vejamos: estas não são tão fofas, apesar de frescas, estão carregadas de canela por fora e o creme não é de babar por mais. E eu nem sou fã de bolas de Berlim (ou do N…). Mas ali ao lado, aqueles copinhos de ovo… Ui! Adiante.
Uns dias depois fui passear a S. Félix. Vistas lindíssimas, desde lá do alto até ver o nosso mar a perder de vista.
Um largo enorme rodeado por uns moinhos de vento a recordar cavacas cobertas de açúcar.
Imagine-se… Até vi um certo portão escancarado!! Eu bem sei quem queria ter entrado ali… Ai sei, sei!
E até tirei foto do moinho mais velhinho…
Ora digam lá, se não andei atarefadinha. Lenta, mas atarefada!
* Obviamente nem lhe vou fazer publicidade…
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Isto é indecente
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Frases que me marcaram o dia (de ontem)
Ordem completamente aleatória…
“raios, detesto quando tens razão”
“que estragos andas tu a fazer?”
“tenho-te em conta de moderada e respeitadora de certos limites
*aliás isso é uma grande qualidade que admiro em ti”
“entornaste o caldo pá, mas não fizeste por mal ”
“que violenta! mas dá-te charme sim senhora”
“tu também, e não fiques até muito tarde baby
*acabas por dar cabo do teu sistema nervoso e do teu sono quando fores cota”
“estragas tudo onde metes as mãos?”
* “ “quando te disse que hoje não podia ser, disse-te que estava com o período (é falso) e que estava mal disposta e de mau humor (tudo falso, não me estava a apetecer comer-te, só isso)” “
* “ “Espera lá ... eu ligo a desmarcar ... ele diz que tudo bem e tal ... depois aparece ... só me passa uma coisa pelos cornos "este filha da puta só apareceu porque sabia (pensava ele) que eu estava com o período, este gajo não me quer comer ... pois não pense que lhe ando a fazer mamadas só porque lhe apetece ... era aqui que ele me ía por "bem disposta" ... nah nah nah, nem pensar, p'o caralho, eu não preciso disto, és mais avantajado sim senhor e que deves ser uma boa foda ..” “
“Tentei oferecer-lhe trabalho. Disse que era para uma sex-shop e que ele tinha de andar pela loja em fio dental…”
Obrigada, por terem “atropelado” todos os meus pensamentos erráticos deste dia…
* – Sobre estes vos falarei num outro dia… Ah! E antes que se vos desperte a língua viperina, as palavras não são minhas, nem relativas à minha pessoa, mas que foi um lindo desabafo, lá isso foi!
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
Fragmento insano - I
Imaginem a cena da mensagem na garrafa a flutuar no oceano, na versão século XXI: uma sms, com um simples “Olá” ou algo do género, enviado para um número à toa e aguardar por uma resposta.
Isto é lotaria.
Imaginem agora, que são uma das personagens do filme “As bruxas de Salem”; se repetidamente nos acusam de algo, podemos sentir a necessidade de agir como se a acusação fosse acerca de algo real. Logo, se me chamam má, tenho de ser má.
Isto é uma certeza.
Nos últimos três meses fui abandonada, ignorada, seduzida, assediada, acusada de assédio sexual, ofendida, tratada como loura das anedotas, “violada”, meiga, ríspida, compreensiva, aventureira, assaltada por dúvidas existênciais, visitada por memórias mal enterradas, aprendiza e tutora. Só gostava de saber porque raio não consigo ter uma vida normal?
Isto é a porra de uma pergunta!





