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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Dúvidas que me minam o cérebro...

- Porque me enviaria alguém, por chat, uma imagem de um mail de 13 de Fevereiro de 2006, com uma anedota rasca, em que aparece o nome de todas as 4 pessoas que a receberam?
- Sendo que a partir desses nomes lhes vejo os endereços de correio electrónico, facilmente os descubro online...
- Todos têm páginas no Facebook, mas não são amigos entre si.
- Quem enviou esta mensagem a 13 de Fevereiro a estas 4 pessoas, participa num grupo online que me arrepiou...
- Não lhe encontro uma única foto recente, e de certeza que olhar para as da década de 70 não me valerão de grande ajuda...
- A última pessoa a receber (a menos que quem ma enviou, também a tenha recebido por chat), tem um perfil online, sim... Mas vazio!
- E fui parar às profundezas do meu passado no Alentejo... Ver as fotos dele trouxe-me recordações de tempos... diferentes.

Se calhar nada disto tem qualquer tipo de ligação, e se assim for, tal como desconfio, estou de facto louca. Ou no bom caminho para ser louca. Uma boa louca, de resto...

Portanto...
WHO THE FUCK IS OUT THERE???

up and down... up and down...

Assim se vão sucedendo os dias, as horas e o meu humor...

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

E se…?

Às vezes dou comigo a pensar: “e se…?”.

- E se o quê?

Se tudo. E se eu tivesse feito outras escolhas, há 25, 20, 10 e 5 anos atrás?

Não costumo arrepender-me das minhas escolhas, mas isso não impede que de quando a quando me questione a mim própria.

Sim, ultimamente faço muito disso.

Questiono-me…

Duvido-“me”…

Discuto-“me”…

Maltrato-me…

É intencional? – Claro que não.

É programado? – Esta questão é assim muito ao lado…

Já desisti de procurar respostas. Agora almejo encontrar alguma paz. Aquele tipo de paz que apenas grandes paragens nos dão. Daquelas paragens em que finalmente conseguimos ouvir os nossos próprios pensamentos, em que finalmente começamos a reparar de novo em nós, a retomar a auto-atenção que, por um motivo ou outro,acabámos por desleixar.

Ainda não me reencontrei. Mas aos poucos lá me encontrarei, repescarei todos os pedaços e tentarei recolar-me de novo.

E no meio de tudo isto, e se tivesse feito diferente?

quinta-feira, 21 de março de 2013

Deep thoughts #1

Se eu fosse outro tipo de pessoa, possivelmente hoje teria alguns pensamento suícidas...

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Hoje estou “nin”

Existem aqueles momentos de rara esperança, em que, secretamente, digo relogiode mim para mim mesma, que tudo vai ficar bem, tudo se vai resolver, soon.

Depois, ao virar da esquina de cada paragem do ponteiro, deparo-me com novas questões, que me fazem duvidar…

Claro que tenho medo…

Depois, chega a Falsidade e tenta ludibriar-me com doces e patetices.

Mal sucedida, enjoei…

lareira

Há dias em que a espera se torna um tormento, outros em que a espera nos anestesia, mais uns em que nos angústia…

E não, não há nada que possas fazer quanto a isso.

Só há uma coisa a ser feita. E essa… ainda é cedo.

Às vezes, esperar cansayou and me…

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

sábado, 27 de outubro de 2012

7h3 71m3 1s n0w...


Enquanto vocês ficam por aí a degladiar-se com (...), prefiro (de longe!), carpir as minhas dúvidas existenciais.

Estou em crer que aquela strange-little-thing-called-love, quando não é atendida à porta, arranja forma de entrar pela janela.

Tenho estado a viver dias estranhos. Nem sei por onde começar, de facto... Às vezes acordo e sinto-me a cair numa queda sem fim à vista. Tanto tempo depois, sinto que ainda estou na mesma situação.
E com a mesma disposição...
 É estranho, tentar organizar a mente, recompartimentar as dúvidas e chegar à conclusão de que temos um tornado anexado à nossa vida, que nas nossas costas desorganiza tudo de novo. E é aí que começam as dúvidas... "O que estou a fazer é a coisa certa a fazer?"
Nunca antes na vida como agora, a frase chave entre colegas fez tanto sentido, "temos de rir para não chorar".
Não tenho feito outra coisa, dia e noite, mês após mês.
"you are very good at concealing things..."

(...)
E dias de decisão irão chegar. E será tempo de abrir apenas uma porta. Abri-la, ultrapassá-la, fechá-la nas minhas costas e deitar fora a chave.
Uma decisão assim, sem apelo ou agravo, sem retorno e sem perdão.
Mas terá de ser feito.




terça-feira, 25 de setembro de 2012

Detesto quando o Universo me compreende…

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Ontem, sem qualquer motivo aparente, lembrei-me de puxar de um assunto no qual remexo tão poucas vezes. Depois de ter começado, não me foi permitido parar, antes pelo contrário. As palavras foram-me puxadas a ferros e sei, bem que sei!, que no meu triste desenrolar, magoei alguém. Alguém que não o merecia.

“Entender o porquê das mágoas antigas é tão difícil em relação aos questionamentos dinâmicos, quanto às reflexões sérias que fazemos. Se você rebelar-se contra essas coisas, encare isso como algo natural e necessário. Você deve fazer essas perguntas a si mesma para evitar ferir outras pessoas que se sentirão inseguras se forem confrontadas por esses assuntos.”

0passarosHá monstrinhos difíceis de morrer, de desaparecer, de qualquer coisa excepto permanecerem eternamente na cabeça de pobres almas que, como eu, não lhes conseguem escapar, apenas esconder durante escassos pedaços de tempo.

Não sei. Não sei mesmo.

Agora… volta a dar ao assunto: não há! É continuar o relato, apresentar questões e esperar que do outro lado não nos julguem mal.

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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Was it supposed to be this way?…

Não fui notificada.

KONICA MINOLTA DIGITAL CAMERA

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

I miss my bed...


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

North Wind ou How to be turned upside down

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É aqui que normalmente as coisas se complicam.

Quando finalmente nos apercebemos daquilo que realmente queremos da nossa vida e nos sentamos a pensar se será tarde demais…

Acorda-se a pensar que será mais um dia, como muitos outros antes deste. Depois a sucessão de eventos vai mudando a forma como encaramos esse já não tão novo dia, e sentimos os pés a afundar-se numa imensidão de coisas, às quais somos totalmente alheios e das quais tencionamos permanecer totalmente alheados.

E após a total submersão dos pés, eis que as pernas continuam a ser arrastadas para o fundo, até que, quando as coisas alheias nos tomam de assalto as coxas, batemos com os pés no fundo e gritamos “Basta!”.

Na manhã seguinte as coisas serão as nossas. Não necessariamente melhores, mas pelo menos sabemos em que nos estamos a afundar. Ou no que boiamos ou mesmo de onde estamos a levantar voo.

E depois há aquelas manhãs, em que ao acordar, reparamos que o nosso mundo está completamente de pernas para o ar, e o cenário não se apresenta necessariamente mau. Apenas… diferente.

E encarar essas diferenças coloca-nos em posição de questionar as nossas coisas, de forma como nunca antes fizéramos.

Dá que pensar, esta coisa da Vida…

domingo, 26 de agosto de 2012

"Love" is such a pain in the ass...

Em 2009 dizia eu que:
amor s. m. s. m. pl.
amor (ô)(latim amor, -oris)
s. m.
1. Sentimento que induz a obter ou a conservar a pessoa ou a coisa pela qual se sente afeição ou atracção.
2. Paixão atractiva entre duas pessoas.
3. Afeição forte por outra pessoa.
4. O próprio ser que se ama. (Usado também no plural)
5. Acto sexual.
6. Brandura, suavidade.
7. Paixão ou grande entusiasmo por algo.

amores s. m. pl.
8. Namoro.
9. Tempo próprio para amar.
 
Diz que sim, que é das coisas mais maravilhosas que o ser humano pode sentir.
Só se esqueceram da addenda a essa informação...
 
É também a porra mais solitária do mundo, arredores, arrabaldes, Marte e outras rebaldarias!


(wysiwyg + ykwiwtswt...)



pqp...

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Não se aguenta muito mais...

Sinto as palavras ancoradas na garganta.
Há tanto para desfolhar, mas teimam em não fluir.
Nem no formato que quero, nem no formato pretendido...
Não sai, não flui, não corre...
A palavra presa não voa, não chega ao destino.

E fico apenas a questionar-me: e vale a pena?...

Countdown (too damn slow...)

sexta-feira, 20 de julho de 2012

What do you love about Lisbon?

Lindo!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Aceitar? Recusar?

Existem momentos na vida, em que, sem qualquer razão aparente, fazemos algo que não nos passaria pela cabeça fazer em qualquer outro dia.

Now and then, tenho destes momentos. Poucos, raros, e mais raras ainda as situações em que o caso era desesperado ou perdido.

Parecem ocorrer ciclicamente. Aparentemente nunca me conseguirei livrar destes ciclos…

Como se a diferença entre ser e não ser, aceitar ou recusar, pudesse ditar regras, impelir-nos ou travar-nos, como se não tivéssemos vontade própria mas antes uma maré que nos suga. Alma e mente. Que o corpo, esse, permanece. Sem grande uso. Ou proveito…

Não me arrependi em vez alguma, de algo que fiz, sem razão aparente. Algumas situações seriam escusadas, obviamente, mas no geral, foram boas escolhas, guiadas por qualquer força que me fez escolher aquela opção, em vez da opção do costume.

Ai se eu pudesse! Se eu pudesse nadar, ninguém me conseguiria travar.

domingo, 20 de maio de 2012

Um desabafo daqueles à antiga

Assim mesmo, despojada de falsas pretensões, utilizo o meu espaço como muito bem entendo. E entendo que hoje me devo lamuriar. Mas lamuriar à séria, até que chorem as pedras da calçada.
Então começa assim:
Porra!
Estou mesmo
cansada...
Poderia continuar neste registo por linhas sem fim à vista, porque o cansaço é de facto grande. Daqueles que nos fazem arrastar os pés pelos corredores e já estive mais longe do cansaço cerebral, aquele que me faz ficar horas a fio a desfiar frases sem nexo (acho que uma noite destas dei mostras disso mesmo).
A vontade de pôr a mão na massa é tanta ou tão pouca, que tudo o que se possa imaginar se vai sobrepondo ao mais importante. E ainda só estou a falar do lado… “outdoor” da vida.Ideias
Em pouco menos de 60 dias, Computadoresdescobri/desenvolvi em mim, um sem número de novas competências que nunca julguei possuir.
Posso, assim, dizer à boca cheia, que se para muitos portugueses, o plano B passa pela excelente oportunidade de se inscrever num centro de emprego, eu tenho o plano C: posso sempre dedicar-me à construção civil. Ou à costura. Ou…
Mas nada disso terá importância. Tudo isso ficará numa gaveta, e quando for redescoberto será motivo de alta galhofa, porque somos assim mesmo. A vida (como tudo o resto) é para levar na desportiva. Não podemos fazer muito caso das adversidades.
Tirando as loucuras matinais, vespertinas e (imagine-se!), as nocturnas, o saldo será decerto positivo. Até já comprei uma lancheira maior, não vá ser necessário, além do almoço, o jantar.
E como se tudo isto não bastasse…
Segunda feira Trabalho

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Uma nova oportunidade de carreira!

Não vou para o desemprego, mas talvez tenha descoberto uma nova vocação!

ehhhh

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