quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
domingo, 5 de maio de 2013
terça-feira, 2 de abril de 2013
O amor é estranho - #1

domingo, 3 de março de 2013
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Hoje estou “nin”
Existem aqueles momentos de rara esperança, em que, secretamente, digo de mim para mim mesma, que tudo vai ficar bem, tudo se vai resolver, soon.
Depois, ao virar da esquina de cada paragem do ponteiro, deparo-me com novas questões, que me fazem duvidar…
Claro que tenho medo…
Depois, chega a Falsidade e tenta ludibriar-me com doces e patetices.
Mal sucedida, enjoei…
Há dias em que a espera se torna um tormento, outros em que a espera nos anestesia, mais uns em que nos angústia…
E não, não há nada que possas fazer quanto a isso.
Só há uma coisa a ser feita. E essa… ainda é cedo.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Vou-vos bater tanto...
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
sábado, 27 de outubro de 2012
7h3 71m3 1s n0w...
Enquanto vocês ficam por aí a degladiar-se com (...), prefiro (de longe!), carpir as minhas dúvidas existenciais.
Estou em crer que aquela strange-little-thing-called-love, quando não é atendida à porta, arranja forma de entrar pela janela.
Tenho estado a viver dias estranhos. Nem sei por onde começar, de facto... Às vezes acordo e sinto-me a cair numa queda sem fim à vista. Tanto tempo depois, sinto que ainda estou na mesma situação.
E com a mesma disposição...
É estranho, tentar organizar a mente, recompartimentar as dúvidas e chegar à conclusão de que temos um tornado anexado à nossa vida, que nas nossas costas desorganiza tudo de novo. E é aí que começam as dúvidas... "O que estou a fazer é a coisa certa a fazer?"
Nunca antes na vida como agora, a frase chave entre colegas fez tanto sentido, "temos de rir para não chorar".
Não tenho feito outra coisa, dia e noite, mês após mês.
"you are very good at concealing things..."
(...)
E dias de decisão irão chegar. E será tempo de abrir apenas uma porta. Abri-la, ultrapassá-la, fechá-la nas minhas costas e deitar fora a chave.Uma decisão assim, sem apelo ou agravo, sem retorno e sem perdão.
Mas terá de ser feito.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Flying
Somebody Said Goodbye - Enya
Summer. When the day is over
there's a heart a little colder;
someone said goodbye,
but you don't know why.
Somewhere there is someone keeping
all the tears they have been weeping,
someone said goodbye,
but you don't know why.
Is there a reason
why a broken heart begins to cry?
Is there a reason
you were lost although you don't know why?
Give me a reason
why you never want to say goodbye.
If there's a reason,
I don't know why.
Always looking for a meaning,
all the time you keep believing,
but I don't know why
you won't say goodbye.
Even when the sun is shining
you don't see the silver lining,
but I don't know why
you won't say goodbye.
Is there a reason
why a broken dream can never fly?
Is there a reason
you believe and then you close your eyes?
Give me a reason
why you hide away so much inside.
If there's a reason,
I don't know why.
Is there a reason
why a broken heart begins to cry?
Is there a reason
you were lost although you don't know why?
Give me a reason
why you never want to say goodbye.
If there's a reason
I don't know why.
I don't know why.
I don't know why.
I don't know why.
Detesto quando o Universo me compreende…
Ontem, sem qualquer motivo aparente, lembrei-me de puxar de um assunto no qual remexo tão poucas vezes. Depois de ter começado, não me foi permitido parar, antes pelo contrário. As palavras foram-me puxadas a ferros e sei, bem que sei!, que no meu triste desenrolar, magoei alguém. Alguém que não o merecia.
“Entender o porquê das mágoas antigas é tão difícil em relação aos questionamentos dinâmicos, quanto às reflexões sérias que fazemos. Se você rebelar-se contra essas coisas, encare isso como algo natural e necessário. Você deve fazer essas perguntas a si mesma para evitar ferir outras pessoas que se sentirão inseguras se forem confrontadas por esses assuntos.”
Há monstrinhos difíceis de morrer, de desaparecer, de qualquer coisa excepto permanecerem eternamente na cabeça de pobres almas que, como eu, não lhes conseguem escapar, apenas esconder durante escassos pedaços de tempo.
Não sei. Não sei mesmo.
Agora… volta a dar ao assunto: não há! É continuar o relato, apresentar questões e esperar que do outro lado não nos julguem mal.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
North Wind ou How to be turned upside down
É aqui que normalmente as coisas se complicam.
Quando finalmente nos apercebemos daquilo que realmente queremos da nossa vida e nos sentamos a pensar se será tarde demais…
Acorda-se a pensar que será mais um dia, como muitos outros antes deste. Depois a sucessão de eventos vai mudando a forma como encaramos esse já não tão novo dia, e sentimos os pés a afundar-se numa imensidão de coisas, às quais somos totalmente alheios e das quais tencionamos permanecer totalmente alheados.
E após a total submersão dos pés, eis que as pernas continuam a ser arrastadas para o fundo, até que, quando as coisas alheias nos tomam de assalto as coxas, batemos com os pés no fundo e gritamos “Basta!”.
Na manhã seguinte as coisas serão as nossas. Não necessariamente melhores, mas pelo menos sabemos em que nos estamos a afundar. Ou no que boiamos ou mesmo de onde estamos a levantar voo.
E depois há aquelas manhãs, em que ao acordar, reparamos que o nosso mundo está completamente de pernas para o ar, e o cenário não se apresenta necessariamente mau. Apenas… diferente.
E encarar essas diferenças coloca-nos em posição de questionar as nossas coisas, de forma como nunca antes fizéramos.
Dá que pensar, esta coisa da Vida…
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Não se aguenta muito mais...
Há tanto para desfolhar, mas teimam em não fluir.
Nem no formato que quero, nem no formato pretendido...
Não sai, não flui, não corre...
A palavra presa não voa, não chega ao destino.
E fico apenas a questionar-me: e vale a pena?...
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Cartas de amor
Quem nunca escreveu uma que atire a primeira pedra!
Se me tivessem perguntado quando escrevi a última carta de amor, não saberia responder. Hoje, aqui sentada, apercebo-me de que nunca deixei de as escrever e que não escrevi ainda a última.
Escrevo-as aqui, dissimuladas ou não.
Escrevo-as em cada gesto trocado com a pessoa amada, e aqui vocês sabem que não me refiro apenas a um tipo de amor.
Escrevo-as no meu pensamento, muitas vezes sem destinatário… ou com destinatário.
Mas sobretudo aquelas cujas palavras gotejam do aparo para o papel. Dessas de outros tempos, com juras de amor, coisas que sabemos que são escritas apenas por ser. Há alturas que gostamos de as ler, mesmo sabendo que nada significam.
Ontem encontrei um grande envelope, daqueles onde cabe este mundo e o outro. E lá dentro, cartas, notas, postais, fotos, pequenos nadas que na altura certa significaram algo grande.
Perdi um tempinho a ler algumas das cartas e entre o rápido sufocar de uma pseudo-lágrima e a gargalhada total, percorri 15 anos de uma relação com altos e baixos, como toda e qualquer relação saudável.
Claro que não vou agora aqui mostrar ou transcrever juras ou pormenores mais nossos, mas fiquei bastante satisfeita por constatar que não mudei nadinha…
domingo, 28 de março de 2010
Ainda bem que sou louca, leste-me bem??
Ando a aproveitar os meus fins-de-semana para fazer vários tipos de pausas.
Pausas de gente. Pausas tecnológicas. Pausas de agulhas e afins. Pausas mesmo. Desligar as mãos do cérebro por um pouco.
E tenho a dizer que tem resultado. Sentia que as horas do fim-de-semana me pareciam curtas para tudo o que queria fazer. Agora faço tudo o que quero, sem programar e ainda me dou ao luxo de meditar, coisa que não faço… há anos. Pelo menos desta forma, claro.
Limpei-me, limpei o ar e deixei-me ir…
Confesso que tinha muitos pensamentos em desordem. Aquela desordem natural que só eu sei imprimir às minhas coisas e pelas quais me tomam por louca. Louca, eu… Tão louca que estou sempre consciente das loucuras dos outros. Mas não foi para falar desses loucos que abri o post, mas sim das minhas arrumações. Embora pareçam exteriores (e de facto andei a arrumar a casinha…) foi cá por dentro que arrumei mais coisas. E o pó e teias de aranha que limpei das minhas recordações? Não têm preço, as boas memórias que fui encontrar. Garrafas, flores, músicas e bonecos, desabafos e lágrimas, conselhos e faces ruborizadas em vezes sem conta!
Que bom que sou louca!
E chego a esta hora, ainda há luz natural lá fora e sinto-me cheia de uma estranha energia para amanhã voltar de novo a enfrentar gente, tecnologia, loucos… E a sensação de que esta energia vai perdurar.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Sexta, Sábado, Domingo…
Três dias sem saber… dão-me um certo… prurido nos dedos.
Que vontade de começar a “smsizar”…












