quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
There's someone on my head, and it's not me
The lunatic is on the grass.
The lunatic is on the grass.
Remembering games and daisy chains and laughs.
Got to keep the loonies on the path.
The lunatic is in the hall.
The lunatics are in my hall.
The paper holds their folded faces to the floor
And every day the paper boy brings more.
And if the dam breaks open many years too soon
And if there is no room upon the hill
And if your head explodes with dark forebodings too
I'll see you on the dark side of the moon.
The lunatic is in my head.
The lunatic is in my head
You raise the blade, you make the change
You re-arrange me 'til I'm sane.
You lock the door
And throw away the key
There's someone in my head but it's not me.
And if the cloud bursts, thunder in your ear
You shout and no one seems to hear.
And if the band you're in starts playing different tunes
I'll see you on the dark side of the moon.
"I can't think of anything to say except...
I think it's marvelous! HaHaHa!"
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Flying
Somebody Said Goodbye - Enya
Summer. When the day is over
there's a heart a little colder;
someone said goodbye,
but you don't know why.
Somewhere there is someone keeping
all the tears they have been weeping,
someone said goodbye,
but you don't know why.
Is there a reason
why a broken heart begins to cry?
Is there a reason
you were lost although you don't know why?
Give me a reason
why you never want to say goodbye.
If there's a reason,
I don't know why.
Always looking for a meaning,
all the time you keep believing,
but I don't know why
you won't say goodbye.
Even when the sun is shining
you don't see the silver lining,
but I don't know why
you won't say goodbye.
Is there a reason
why a broken dream can never fly?
Is there a reason
you believe and then you close your eyes?
Give me a reason
why you hide away so much inside.
If there's a reason,
I don't know why.
Is there a reason
why a broken heart begins to cry?
Is there a reason
you were lost although you don't know why?
Give me a reason
why you never want to say goodbye.
If there's a reason
I don't know why.
I don't know why.
I don't know why.
I don't know why.
domingo, 22 de julho de 2012
Há palavras que vão fazendo sentido...
terça-feira, 20 de março de 2012
Detesto!
Estou com uma moca descomunal!
Pah… Má altura para as palavras darem tantas voltas no meu cérebro.
yo
segunda-feira, 12 de março de 2012
Norwegian Wood
“And when I awoke, I was alone, this bird had flown
So I lit a fire, isn't it good, norwegian wood”
Poderia mais uma vez dizer que gostei, que devorei. Mas não chega…
Não importa muito a sequência pela qual Murakami os escreveu. Importa que em cada um me surpreende.
Este, no entanto, destacou-se de todos os outros que li. Não me deu o absurdo surreal do nosso quotidiano. Em vez disso deu-me acesso a memórias pessoais esquecidas algures dentro de mim. A perda. As perdas. A partida de alguém que não quer mais ficar.
Parei a leitura um-sem número de vezes, para recompor a timeline que fazia a ponte leitura-memória.
As recordações atropelavam-se, fiquei várias vezes presa a memórias adjacentes a cada partida, a cada perda.
Há muito tempo que não lia um livro que me fizesse rir, sorrir, excitar, chorar, pensar…
E ademais, gosto da forma como o autor consegue (sempre) mesclar as suas histórias com excelentes ”bandas sonoras” e mais ainda, o modo como sempre arranja forma de pelo menos um gato se enroscar “em quem” lê.
domingo, 25 de setembro de 2011
Mais uma, depois de tantas e antes de umas quantas…
E chegou mais uma segunda-feira.
Ninguém merece, caramba…
Post (com) sentido (e com músicas de fundo…)
that's okay
but they've got me workin' night and day.
Mas ainda não está na altura certa….
Talvez não para vós, mas para mim, este texto faz todo o sentido.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Eu não penso na vida: é ela quem pensa em mim!
Tenho muito que fazer, mas quanto mais tenho para fazer, menos me apetece. Sorte, sorte, é que raramente ligo o cabo da Internet ao portátil, preferindo sentar-me no sofá da sala, o mais confortável possível, e deixar a minha imaginação correr, para criar ligações de UFCD’s alheias à minha UFCD.
Este intervalo que estou a fazer (leia-se: Este post será guardado numa pasta local como rascunho, para ser publicado sabe-se lá quando… Quando decidir ligar aqui o maldito cabo!) prende-se com o exercício que hoje distribuí, que me deixou a pensar na vida.
O exercício em questão (alheio à minha unidade…), chama-se qualquer coisa do tipo Estrada da Vida. Na respectiva UFCD era proposto aos participantes que desenhassem numa folha de papel uma estrada que representasse o seu percurso de vida, tendo como únicas “regras” as seguintes directrizes (bolas! esta coisa já traz o (des)acordo ortográfico!!):
- Estrada desenhada a direito – Algo de positivo
- Estrada com curvas – dificuldades (quanto maior a dificuldade, mais apertada a curva)
- Estrada com buracos/pedras – problemas graves (Mais buracos/pedras, mais grave o problema)
- Rotunda – quando se tem de tomar decisões importantes
- Estrada sem saída – quando se repensa uma decisão tomada
Para exemplificar o tipo de movimentos que poderiam fazer aplicando esta “estrada” ao PowerPoint, criei uma apresentação com a MINHA estrada da vida.
Construí-a sem dificuldade, foi até um exercício mental e introspectivo interessante. Faço questão de vos mostrar algumas partes…
Depois de visionarem o meu exemplo, começaram a desenhar as respectivas estradas, personalizadas porque ninguém tem uma vida igual à de ninguém, e sempre que me chamavam para verificar algo ou para dar a minha opinião, senti-me… atónita com a quantidade de curvas e contra-curvas e becos sem saída desenhados, de tal forma que a ginástica teve de ser imensa para conseguir desenhar toda a estrada em alguns dos casos.
No final do dia, sinto-me privilegiada por fazer parte de algo, que tenta fazer algo, para mudar estas estradas, de curvas para rectas. E a nossa taxa de sucesso está mais alta do que alguma vez se pensou.
As estradas deles ainda não estão concluídas (não no PowerPoint e muito menos na Vida!) e já testei na minha estrada a inclusão de uma música, que lhes pedi, individualmente, há uns dois meses. Pedi que me indicassem qual seria a música das suas vidas (a que lhes recorde um momento importante, algo triste ou momento de felicidade, algo que ouviram pela primeira vez na companhia de alguém ou em determinada situação, uma música que os transportasse algures,…).
Fiz o mesmo, e a banda sonora da minha Estrada da Vida é a faixa À ton étoile, dos Noir Désir (Obrigada Paco, por mos dares a conhecer, por saberes que eu iria curtir o som, por eu mesma ser “uma estrela” e por te dar a importância suficiente para desta forma te incluir na minha Estrada).
E agora um desafio: porque não desenharem a vossa Estrada da Vida?
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Por nada em especial...
Onde eventualmente já terei sido feliz.
domingo, 28 de agosto de 2011
Bela Lugosi
Ya, continuem a chamar-me louca entredentes.
Faz-me dormir tão bem...
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Que porra!, não tenho sono
Neste momento não há assim nada de específico para dizer, mas por qualquer motivo assim mais para o estranho, apetece-me desesperadamente escrever. Quanto mais não seja, escrever por escrever. Escrever à toa nem sempre é o ideal, acabo por escrever (dizer) aquilo que não quero e isso arrasta atrás de si uma panóplia de consequências nem sempre agradável.
Os dias têm sido cansativos, longos e não sei se já referi, mas têm sido cansativos.
Durante este mês, tenho estado a dar formação naquele local onde o sol brilha sempre. Ainda não temos acesso à internet, pelo que a formação tem decorrido de forma “ordeira”.
Formação? Ordeira? Mas estou aqui a enganar quem?
Tem sido o caos!
Acho que só ainda não enlouqueci porque a estagiária vai dando uma mãozinha (por acaso acaba mesmo por dar as duas e não dá mais porque não tenho tempo de me coçar, quanto mais delegar…).
Os meus formandos são impecáveis, nada de reclamações a fazer. No entanto…, ainda não entendi se trocaram todos os respectivos dias de formação (distraídos…) ou se tiveram pressa em rever-me/conhecer-me.
Sim, alguns são formandos de outros carnavais, e as nossas relações continuam cordiais e bem dispostas como o eram há dois anos atrás.
De vez em quando alguém me atira um comentário, acerca da forma como os formandos me estimam e como se recordam facilmente do meu nome. A verdade é que isto acontece desde que deixei de trabalhar com gente. Gente que aos olhos das minhas chefias, deveriam ser tratados como números. Detesto números, logo: detesto gente.
Agora é diferente. Estou rodeada de Pessoas. Ok, de vez em quando lá aparece uma ou outra gentinha… Mas já não tenho de lidar com isso da mesma forma. É diferente. E ainda bem.
Ando cansada, sim. Mas chego a casa com a sensação de dever cumprido. Venho o caminho todo a pensar, que aquilo que programei, não é o ideal para a Pessoa A, que a Pessoa B necessita de um acompanhamento diferente, que a Pessoa C necessita de exercícios extra porque é rápida na resolução dos execícios que distribuo.
É assim que se trabalham Pessoas. Indo ao encontro das suas reais necessidades/capacidades.
Dantes… Ui, dantes.
Dantes todas as ovelhinhas no curral (as gentes, os números, as estatísticas!), “comiam” aquilo que lhes dávamos, comiam sem piar, aprendessem ou não, naquele limite temporal e “mainada”! Era “formar” mal e porcamente, para rapidamente dar lugar a novas inocentes e incautas ovelhinhas. Era sempre a andar!
Confesso que nem sempre me senti orgulhosa. Aliás, acho que nunca me senti. Nunca senti um “dever cumprido”, uma necessidade (ou sequer tempo!) de re-adequar conteúdos para auxiliar os meus formandos.
Deito-me pela calada da noite (hora que mais dá que falar…), cansada e já de olhos fechados, não sei como subo a escada e me enfio nos lençois; quando chega o fim-de-semana mal posso acreditar que posso usufruir de mais umas horinhas de sono.
Mas sabem? Vale bem a pena.
E o resto, as novidades, ficam para outro post, porque mesmo com Metallica aqui a bombar, as cortinas da alma já começam a fechar-se.
Sendo assim, boa noite e durmam bem.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
1º de Agosto
Mas assim tantas gotinhas, é um pouco demais, não??
segunda-feira, 25 de abril de 2011
E não é que foi bom?
Em muitos meses, ontem foi a primeira noite que me sentei frente ao pc, abri o FB e… não joguei.
Noite produtiva, em excelente companhia e montanhas de novos e revisitados sons.
Curti a cena…
Thanks.
terça-feira, 19 de abril de 2011
{to whom it may concern}
Tenho dias em que me sinto aprisionada num qualquer conto de Murakami. Daqueles bem loucos, que ninguém sabe como de lá sair.
Como naqueles sonhos, em que grito sem que a minha voz se projecte e acordo convicta de estar numa outra vida… Mas é só e apenas isso.
E sem qualquer ordem específica:
WYSIWYG
quinta-feira, 10 de março de 2011
Pois não, não há...
Viemos do fundapique
passámos no tudasaque
não há mal que mal nos fique
nem há cu que não dê traque
mal a gente vem ao mundo
logo a gente vai ao fundo
Andámos no malsalgado
brigámos no daceleste
e o escorbuto mal curado
com tratamento indigesto
mal a gente vem ao mundo
logo a gente vai ao fundo
[refrão]
Natação obrigatória
na introdução à instrução primária
natação obrigatória
para a salvação é condição necessária
não há cu que não dê traque
não há cu que não dê traque
mal a gente vem ao mundo
logo a gente vai ao fundo
Pusemos a cachimónia
em papas de sarrabulho
e quando as noites são de insónia
damos voltas ao entulho
mal a gente vem ao mundo
logo a gente vai ao fundo
Aprendizes da política
só na tática do "empocha"
vem a tempestade mítica
e a cabeça dá na rocha
mal a gente vem ao mundo
logo a gente vai ao fundo
Banda Do Casaco - Natação Obrigatória Lyrics @ LyricsTime.com
terça-feira, 1 de março de 2011
Ora! Podia muito bem ser fã de Comme Restus!
Depois de ler e ver isto, ocorreu-me que provavelmente o condutor seria fã de Comme Restus e viria no seu pópó a ouvir a faixa Morte aos ciquelistas!
Vocês também… Não percebem nada…





