sexta-feira, 25 de abril de 2014
E a outra parte, essa, continua na mesma...
O que era, deixou de ser. Mas só metade! Sim, porque a outra metade continua na mesma...
Não sei se me sinto agora aliviada ou mais stressada.
Afinal de contas, terminei um capítulo, mas dei início a outro, que se mostra lento, como se tudo estivesse a decorrer em câmara lenta e sem pressa de saber o resultado.
Já não sinto as cãs a nascer e aproveito muito mais tudo aquilo que obtive com sangue, suor e lágrimas.
Sangue, suor e lágrimas... E nem um obrigado, um adeus, um... "xau".
Nada. Apenas vazio. Como se tudo tivesse sido apenas um piquenique. E no final, cada qual recolheu o seu lixo do chão e tomou o seu rumo...
Fiquei diferente. Não foi para melhor.
A paciência foi-se. Grande parte da tolerância também.
Os dias têm-se seguido na estranha sequência do comprimido A e do comprimido B. Num dia a quase hilariante energia, que não me deixa dormir, mas me envolve em 1001 tarefas. No outro, a sensação de que os olhos acabarão por esgotar as suas reservas salgadas...
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Só me saem duques e cenas maradas...
sábado, 1 de outubro de 2011
Embarquei numa estranha viagem…
(30/09/2011)
Foi com total conhecimento de causa que embarquei, Rumo a uma aventura de contornos nublados. Como serei eu ao leme, não temo grandes tormentas, no entanto, fico apreensiva, não com o desenrolar da viagem, mas com o desembarque…
Será que tudo vai correr como espero? Sentir-me-ei realizada como formadora deste estranho percurso?
Dois grupos, estranhos entre si.
Ao grupo A um foi dito que receberia visitas no dia 7 de Outubro, e que para tal deveriam planear actividades para três horas. A outro, foi dito que iriam receber visitas, em data a determinar, tendo igualmente de planear actividades para o mesmo período de tempo.
O que não lhes foi dito, é que visitantes/visitados são os mesmos!
O primeiro grupo desde logo delineou uma estratégia de ataque: uma encenação de improviso que abordará temas como trabalho (incluíndo a simulação de uma entrevista para emprego), valores, dignidade e igualdade, entre tantos outros temas, na “esplanada” de um café em plena sala de formação (com buffet REAL!!!), onde se sentarão também alguns dos colegas visitantes. Estes visitantes ver-se-ão “forçados” a interagir com o grupo, visto que se pretende incluí-los no debate.
Neste momento já têm feita a faixa de boas vindas ao grupo visitante, a faixa identificativa do pseudo-grupo teatral auto-intitulado “Ninguém nos aguenta!”, as decorações das mesas do “café”, o que inclui toalha de papel, “naperon” feitos com papel colorido com recortes de tesouras onduladas, copos-jarras revestidos de papel colorido, … Neste momento tenho em sala uma autêntica linha de montagem: um desenha com um molde, outro recorta, dois decoram e outros dois dobram e colam. O quê? Caixinhas para oferecerem de recordação aos visitantes, com rebuçados. Fizeram até convites para eu fazer chegar aos convidados! E acreditam que teremos dois cicerones para receber e encaminhar os convidados? Ah pois é… A estes meninos, “Ninguém os aguenta”!
E no final do dia, já se falava da confecção de uma hiper-“muambada” para o pessoal todo. Sim, leram bem: todo!
O segundo grupo… Bem, o segundo grupo ficou a olhar para mim, calados, de braços cruzados…
Ao fim de meia-hora (e depois de eu ter nomeado voluntários à força…) iniciaram o planeamento. Fraquinhos, fraquinhos….
Vamos ver no que isto dá.
O convite deste segundo grupo:
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Eu não penso na vida: é ela quem pensa em mim!
Tenho muito que fazer, mas quanto mais tenho para fazer, menos me apetece. Sorte, sorte, é que raramente ligo o cabo da Internet ao portátil, preferindo sentar-me no sofá da sala, o mais confortável possível, e deixar a minha imaginação correr, para criar ligações de UFCD’s alheias à minha UFCD.
Este intervalo que estou a fazer (leia-se: Este post será guardado numa pasta local como rascunho, para ser publicado sabe-se lá quando… Quando decidir ligar aqui o maldito cabo!) prende-se com o exercício que hoje distribuí, que me deixou a pensar na vida.
O exercício em questão (alheio à minha unidade…), chama-se qualquer coisa do tipo Estrada da Vida. Na respectiva UFCD era proposto aos participantes que desenhassem numa folha de papel uma estrada que representasse o seu percurso de vida, tendo como únicas “regras” as seguintes directrizes (bolas! esta coisa já traz o (des)acordo ortográfico!!):
- Estrada desenhada a direito – Algo de positivo
- Estrada com curvas – dificuldades (quanto maior a dificuldade, mais apertada a curva)
- Estrada com buracos/pedras – problemas graves (Mais buracos/pedras, mais grave o problema)
- Rotunda – quando se tem de tomar decisões importantes
- Estrada sem saída – quando se repensa uma decisão tomada
Para exemplificar o tipo de movimentos que poderiam fazer aplicando esta “estrada” ao PowerPoint, criei uma apresentação com a MINHA estrada da vida.
Construí-a sem dificuldade, foi até um exercício mental e introspectivo interessante. Faço questão de vos mostrar algumas partes…
Depois de visionarem o meu exemplo, começaram a desenhar as respectivas estradas, personalizadas porque ninguém tem uma vida igual à de ninguém, e sempre que me chamavam para verificar algo ou para dar a minha opinião, senti-me… atónita com a quantidade de curvas e contra-curvas e becos sem saída desenhados, de tal forma que a ginástica teve de ser imensa para conseguir desenhar toda a estrada em alguns dos casos.
No final do dia, sinto-me privilegiada por fazer parte de algo, que tenta fazer algo, para mudar estas estradas, de curvas para rectas. E a nossa taxa de sucesso está mais alta do que alguma vez se pensou.
As estradas deles ainda não estão concluídas (não no PowerPoint e muito menos na Vida!) e já testei na minha estrada a inclusão de uma música, que lhes pedi, individualmente, há uns dois meses. Pedi que me indicassem qual seria a música das suas vidas (a que lhes recorde um momento importante, algo triste ou momento de felicidade, algo que ouviram pela primeira vez na companhia de alguém ou em determinada situação, uma música que os transportasse algures,…).
Fiz o mesmo, e a banda sonora da minha Estrada da Vida é a faixa À ton étoile, dos Noir Désir (Obrigada Paco, por mos dares a conhecer, por saberes que eu iria curtir o som, por eu mesma ser “uma estrela” e por te dar a importância suficiente para desta forma te incluir na minha Estrada).
E agora um desafio: porque não desenharem a vossa Estrada da Vida?
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Por nada em especial...
Onde eventualmente já terei sido feliz.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Queria tanto contar-vos...
Ando a chegar a casa às oito da noite. A essa hora já quase não me apetece comer, quanto mais cozinhar... Mas come-se, tenho de viver de qualquer coisa.
O outro lado? Saio de casa às oito também, mas da manhã.
E pelo meio várias horas de formação. Não demasiadas, mas enought.
Os dias andam completos, cansativos/desgastantes, mas gratificantes. Como sempre, aliás.
Mas... vão haver alterações drásticas...
Queria tanto contar-vos, mas ainda é cedo...
sábado, 20 de agosto de 2011
Não regredi, mas estou aqui de novo
domingo, 4 de abril de 2010
O silêncio nem sempre reflecte algo menos bom. É apenas isso. Silêncio...
… e é tão, mas tão irritante quando nos bombardeiam com questões. “Porque estás tão calada? Não pareces tu…”, “O que se passa?”.
A verdade é que não me apetece. Não me apetece comunicar. Quero apenas estar em silêncio. É essa a minha natureza. Calo-me e observo. Observo e penso. Penso e tiro conclusões.
Pode parecer estranha a forma como por vezes me se(i)nto a observar, mas é isso que faço.
E depois há as gentes. Cada vez tenho menos paciência para as gentes. Estou a tornar-me intolerante face às gentes e desisti de lhes mostrar o meu ponto de vista. Pérolas a porcos… Em vez disso, sorrio e viro as costas.
E há mais. Mais coisas às quais estou a desenvolver defesas naturais.
Ghflglgdphqwh qdr vrx qrupdo…
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Cuida-a e respeita-a
terça-feira, 2 de junho de 2009
Insatisfeitas - I
O facto de nos debatermos internamente com algo, não significa que exista de facto um "problema". Os problemas podem ser divididos em várias categorias. Mas não vale de nada falar deles com alguém, que não seja uma mulher. Ninguém mais vê estes "problemas" como nós. Mas... não resulta com todas as mulheres.
B: claro que tem, e não é também: é principalmente
A: e enquanto não clareares as ideias quanto a isso. ..
perceberes se estagnou, se não sentes o mesmo que sentias, se recebes o que desejas em termos de afecto essas coisas todas
A: sim ser um pouco sentimentalista
mas todos nós temos sentimentos e desejamos afectos
B: é isso tudo que anda a ser pesado e medido
A: então o teu dilema é maior do que pensei
B: pois, nem deves imaginar
A: porque nessa procura de resposta estás a encontrar outras perguntas, imagino eu ........
B: bué... muitos what if...
A: claro, é normal. Eu vejo isso quando as pessoas se divorciam
não é nada que outros não passem, é em meu entendimento diferente na medida em que o vosso relacionamento é diferente. Diferente mas igual, porque eu vejo tudo de forma igual
B: sim
A: já pensaste que se calhar nesta fase da tua vida estarias bem com um homem e não com uma mulher?
B: já. De onde achas que vem a ideia súbita de (...)? (...)?...
B: epah... a bem dizer, não te esqueças que eu estou mais além do que a simples homosexualidade... É mais complexo
A: sim eu sei. Como sabes tenho mais amigos na tua situação, mas homens. o que a meu ver será diferente não? embora tenda mais para o lado homossexual
B: sim, é
B: todos preferimos um lado
A: sim isso eu entendi quando o meu amigo explicou. Curiosamente eu achava que não, que seria indiferente
B: os dois lados não têm o mesmo peso
A: acho que é a ideia que todos temos
B: pois, é um terreno muito pouco conhecido pelos hetero
A: porque eu acho que todos temos medo de descobrir algo em nós que desconhecemos
B: nem mais
A: pelo que entendi de uma conversa que tive uma vez, na essência o ser humano é bi, estarei enganada? foi a ideia que fiquei
B: sim, é certo
A: portanto o tal receio faz todo o sentido, mas não é nada que deva ser temido
A: se bem que pelas conversas que vejo, cada vez mais as pessoas querem ver o outro lado
B: ainda no outro dia tive esta conversa com uma amiga. Dizia ela que acha que não seria capaz de sentir prazer com outra mulher. e eu perguntei:
B: mas se estiveres de olhos fechados, e te entregares ao prazer que a outra pessoa te estiver a dar, saberás distinguir entre um homem e uma mulher? E ela ficou a pensar
B: porque não é o sentir que faz de nós uma ou outra coisa
B: eu entendo o ponto de vista dela, que seria o pensar em quem está ali
A: acho que tenho uma carga demasiado sexual para separar. até porque o que dizes, se a pessoa fechar os olhos e se entregar, sentirá com certeza prazer
B: claro que sim
B: são tudo barreiras psicológicas que nos incutem
A: mas também te digo: nunca procurei tirar isso a limpo, nunca calhou
(To be continued...)
Imagem daqui
segunda-feira, 1 de junho de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
Obrigada, Deca!
Florbela Espanca
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Eu não sou de ninguém!... Quem me quiser
Há-de ser luz do Sol em tardes quentes;
Nos olhos de água clara há-de trazer
As fúlgidas pupilas dos videntes!
Há-de ser seiva no botão repleto,
Voz no murmúrio do pequeno insecto,
Vento que enfurna as velas sobre os mastros!...
Há-de ser Outro e Outro num momento!
Força viva, brutal, em movimento,
Astro arrastando catadupas de astros!
domingo, 3 de maio de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
Humm
A excelência não é, portanto, um feito mas sim um hábito.”
ARISTÓTELES.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Pensamento profundo...
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Lingerie vermelha
ela: comprei uma lingerie vermelha para ele
eu: para ele?? não o estou a ver de corpete...
ela: n! para ele mas para eu vestir. assim depois quando me desembrulhar txaran!
eu: ahh! percebi-te...
A isto eu chamo uma gaja com iniciativa. Não é ficar à espera que ele lhe ofereça a dita lingerie ou outra coisa qualquer.Durante o namoro: Ui querida... Pareces um moranguinho....
Já casados: Bolas!! Pareces uma beterraba!!









